E essa proteção é fundamental ao pasto para que a produção de forragens se dê com toda sua capacidade, permitindo aproveitar todo o potencial de uma nutrição plena, ao menor custo, e o alcance da tão almejada lucratividade.
As primeiras águas da estação chuvosa é um alento para os pecuaristas, mas, segundo Guilherme Silveira, da Silveira Consultoria, “é preciso um pouco de paciência para soltar o gado no pasto e colher os frutos”.
O consumo de brotos pode trazer diarreia e a proliferação de invasoras.

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Para a entrada das águas, o produtor deve ter consciência da situação do solo, quanto à sua capacidade de nutrir as forragens, adequadamente, e de outros manejos necessários, como a aplicação de defensivos agrícolas. A saúde do solo é tão vital quanto dos animais.
O consultor ainda lembra que é nessa época que o pecuarista precisa colocar em prática um planejamento para vencer a seca de 2025 com ganho de peso.
Para isso é preciso produzir forragem em volume que atenda 500kg de reserva para cada unidade animal (450kg), nos meses mais duros da seca (agosto e setembro).
E são várias as possibilidades de garantir essa estratégia, como as silagens de capim, milho, sorgo… armazenamento de feno e até pré-secado. Em todas as situações, a suplementação, proteica ou não, é indispensável para que o rebanho não perca peso.
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