O pastejo rotacionado é uma das estratégias mais eficazes para quem busca intensificar a produção de forma sustentável, aumentar a capacidade de suporte da pastagem e melhorar os índices zootécnicos do rebanho. E no centro dessa equação está uma ferramenta que, apesar de simples, transforma completamente a lógica de manejo: a cerca elétrica.
Mais do que uma barreira física, ela é o que torna o rotacionado viável em escala, com flexibilidade, custo acessível e precisão no controle do pastejo.
Em um momento em que a pecuária brasileira avança em eficiência e sustentabilidade, entender como dimensionar, instalar e monitorar corretamente esse sistema faz toda a diferença entre uma pastagem degradada e uma pastagem produtiva ao longo de todo o ano.
E para entender com profundidade como a cerca elétrica impacta na qualidade da pastagem, no solo e no bem-estar do rebanho, DBO entrevistou André Mussio, Country Manager da Gallagher Brasil.
Mais tecnologia para a gestão da fazenda
A cerca elétrica é uma das ferramentas que ajudam a aumentar a eficiência da produção. Mas a transformação da pecuária também passa pela coleta e uso inteligente de informações.
Em entrevista anterior à DBO, André Mussio, da Gallagher Brasil, falou sobre os desafios e as oportunidades da rastreabilidade bovina no Brasil. Assista AQUI.
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