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Bicheira, controle depende de decisão técnica e política!

Será que o Brasil conseguiria erradicar ou controlar a bicheira? O médico-veterinário Enrico Ortolani responde em seu terceiro e último artigo sobre tema; confira!

Por Enrico Ortolani – Professor titular de Clínica de Ruminantes da FMVZ-USP (ortolani@usp.br)

No primeiro artigo desta trilogia sobre bicheira, falei da doença em si, como ocorre, prejuízos à pecuária, ciclo do parasita e como preveni-la. No segundo, descrevi como alguns países das Américas e a Líbia a erradicaram. E agora vem a pergunta que não quer calar. “Será que o Brasil conseguiria erradicar ou controlar a bicheira?” Para respondê-la, entrevistei um timaço de parasitologistas de primeira, do goleiro ao ponta esquerda, do Rio Grande do Sul ao Maranhão.

A primeira pergunta que fiz foi a seguinte: “De zero a 10, que nota você daria para a possibilidade de o Brasil erradicar a bicheira?” Com exceção de um que deu nota “5”, e dois que registraram nota “3”, todos os oito “bambambans” deram “0”, ou seja, sem chance de erradicação. Neste artigo, descreverei o que já foi feito no Brasil para um efetivo controle e, em seguida, listarei as principais dificuldades para erradicação do problema e as estratégias disponíveis.

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No primeiro artigo desta trilogia sobre bicheira, falei da doença em si, como ocorre, prejuízos à pecuária, ciclo do parasita e como preveni-la. No segundo, descrevi como alguns países das Américas e a Líbia a erradicaram. E agora vem a pergunta que não quer calar. “Será que o Brasil conseguiria erradicar ou controlar a bicheira?” Para respondê-la, entrevistei um timaço de parasitologistas de primeira, do goleiro ao ponta esquerda, do Rio Grande do Sul ao Maranhão.

A primeira pergunta que fiz foi a seguinte: “De zero a 10, que nota você daria para a possibilidade de o Brasil erradicar a bicheira?” Com exceção de um que deu nota “5”, e dois que registraram nota “3”, todos os oito “bambambans” deram “0”, ou seja, sem chance de erradicação. Neste artigo, descreverei o que já foi feito no Brasil para um efetivo controle e, em seguida, listarei as principais dificuldades para erradicação do problema e as estratégias disponíveis.

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No primeiro artigo desta trilogia sobre bicheira, falei da doença em si, como ocorre, prejuízos à pecuária, ciclo do parasita e como preveni-la. No segundo, descrevi como alguns países das Américas e a Líbia a erradicaram. E agora vem a pergunta que não quer calar. “Será que o Brasil conseguiria erradicar ou controlar a bicheira?” Para respondê-la, entrevistei um timaço de parasitologistas de primeira, do goleiro ao ponta esquerda, do Rio Grande do Sul ao Maranhão.

A primeira pergunta que fiz foi a seguinte: “De zero a 10, que nota você daria para a possibilidade de o Brasil erradicar a bicheira?” Com exceção de um que deu nota “5”, e dois que registraram nota “3”, todos os oito “bambambans” deram “0”, ou seja, sem chance de erradicação. Neste artigo, descreverei o que já foi feito no Brasil para um efetivo controle e, em seguida, listarei as principais dificuldades para erradicação do problema e as estratégias disponíveis.

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A primeira pergunta que fiz foi a seguinte: “De zero a 10, que nota você daria para a possibilidade de o Brasil erradicar a bicheira?” Com exceção de um que deu nota “5”, e dois que registraram nota “3”, todos os oito “bambambans” deram “0”, ou seja, sem chance de erradicação. Neste artigo, descreverei o que já foi feito no Brasil para um efetivo controle e, em seguida, listarei as principais dificuldades para erradicação do problema e as estratégias disponíveis.

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