Espaço Allflex

Gestão individualizada do rebanho é um caminho sem volta

Na pecuária moderna não há mais espaço para decisões tomadas “no escuro” e os identificadores eletrônicos de animais ganharão cada vez mais espaço na produção nacional

O exercício de uma pecuária precisa e inteligente depende, invariavelmente, do controle individual de todos os animais de um rebanho, de modo que o produtor tenha pleno conhecimento sobre os mais diversos indicadores produtivos de cada cabeça. A boa notícia é que as tecnologias de identificação eletrônica estão ficando mais acessíveis e presentes na bovinocultura, viabilizando decisões assertivas baseadas em dados consistentes. O resultado é a construção de uma pecuária cada vez mais organizada e competitiva, capaz de entregar mais qualidade, sustentabilidade e bem-estar animal.

Somente a Allflex, da MSD Saúde Animal, por exemplo, está instalando mais de 80 milhões de identificadores eletrônicos a cada ano em todo o mundo. Graças a esse desempenho, a companhia já está por trás da identificação e monitoramento de mais de 500 milhões de animais — e parte considerável encontra-se na pecuária brasileira.

“A lista de vantagens da identificação eletrônica é extensa, mas, antes de detalhá-la, vale esclarecer que estamos falando de um sistema que utiliza ondas de radiofrequência, onde as informações dos identificadores são captadas por leitores portáteis altamente resistentes”, explica Thatiane Kievitsbosch, gerente de Produtos da Linha de Soluções em Tecnologia da MSD. “Esse leitor é capaz de ler os identificadores, armazenar dados e transferi-los, via Bluetooth, para computadores, smartphones, softwares de gestão, balanças eletrônicas ou quaisquer outros dispositivos que possuam uma porta de comunicação serial.”

Benefícios da identificação eletrônica

Identificar um animal significa ter rápido acesso a dados necessários para gerenciar, de forma sustentável, a vida de cada cabeça, bem como de um rebanho todo, elevando o patamar das decisões sanitárias, produtivas e comerciais. Quando o pecuarista tem o histórico completo do animal e sabe onde agir, a produtividade e a rentabilidade aumentam de forma considerável.

“Em outras palavras, estamos falando de rastreabilidade, uma demanda cada vez mais essencial para a pecuária”, complementa Thatiane. “A identificação individual eletrônica permite ao pecuarista saber de onde vieram os animais do seu rebanho, por quanto tempo viajaram e tudo o que consumiram em termos de alimentos e medicamentos. Informações genéticas, bem como o desempenho zootécnico, reprodutivo e financeiro de cada animal, também são acessados facilmente. Importante complementar que essa ferramenta diminui os erros nos registros, gera mais agilidade nos manejos e evita contusões de carcaça e o estresse dos animais por conta de práticas desnecessárias. A lista de benefícios é realmente extensa.”

Sistema testado e aprovado

A Agropecuária Guapiara, do Paraná, é um bom exemplo de negócio que obteve bons resultados com a adoção da identificação eletrônica, empreitada realizada há mais de uma década. O diretor Edison Fontoura informa que os identificadores eletrônicos permitiram à empresa eliminar 25% de erro de leitura dos brincos, melhorando a gestão do confinamento, e a reduzir o tempo de manejo dos animais em 30%. 

“Temos quase 14 mil animais controlados individualmente. Por meio dessa ferramenta, acessamos o histórico de cada cabeça, visualizando, rapidamente, informações reprodutivas, sanitárias e comerciais”, conta o produtor. “Muitas são as informações de qualidade que são captadas e usadas para a tomada de decisões.”

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