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Revista DBO | Uso de pivôs para a produção de alimentos livra rebanho da fome

Irrigação de pastagens e áreas de produção de alimentos viabilizam projeto pecuário no semiárido mineiro

Pivô central na Fazenda Jaíba irriga pasto de MG-5.

Por Ariosto Mesquita

Há menos de duas décadas, os irmãos Sabino (Vicente e Marcos) viviam um perrengue daqueles. Suas propriedades, no extremo norte de Minas Gerais, na divisa com a Bahia, não conseguiam produzir alimento suficiente para o rebanho, inclusive pasto. Elas integram a região do semiárido, marcada por pluviosidade média inferior a 1.000 mm/ano, com chuvas extremamente concentradas no verão e picos de tórridas secas a cada três ou quatro anos.

O resultado disso, não raro, era o definhamento e morte de animais, por fome, taxa de nascimentos que despencava para até 35%, ganho de peso médio diário (GMD) de meros 328 gramas. A terminação, quando acontecia, era de boi com mais de três anos de idade. A pecuária ‒ tocada em duas propriedades, nos municípios de Gameleiras (Fazenda Agroverde) e Verdelândia (Fazenda Bom Jardim) ‒ definitivamente não decolava. Ficava amarrada pela ausência de pasto durante quase metade de cada ano.

Hoje, o quadro é radicalmente outro e nem de longe lembra dificuldades tão grandes. Graças à introdução de dois pivôs centrais ‒ que irrigam 90 ha, dos 2.600 ha de pasto da Fazenda Agroverde, funcionando de janeiro a junho ‒ e a construção de uma barragem, o grupo produz volumoso para suplementar, de setembro a novembro, entre 60% e 70% do rebanho dessa propriedade, destinada à cria, com 3.200 cabeças.

O resultado: todas as novilhas são desafiadas aos 12 meses e 75% das fêmeas estão parindo até os dois anos de idade. A taxa média de prenhez chegou em 85% (duas IATFs e repasse com touro). O ganho de peso mais que dobrou, para 780 gramas/dia. Todos os 2.000 machos (1.500 na Agroverde e 500 em outra fazenda, exclusiva de terminação) são abatidos com até dois anos de idade; os mais novos, finalizados entre 15 e 17 meses e peso entre 19@ e 20,5@, representaram cerca de 30% do total.

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Há menos de duas décadas, os irmãos Sabino (Vicente e Marcos) viviam um perrengue daqueles. Suas propriedades, no extremo norte de Minas Gerais, na divisa com a Bahia, não conseguiam produzir alimento suficiente para o rebanho, inclusive pasto. Elas integram a região do semiárido, marcada por pluviosidade média inferior a 1.000 mm/ano, com chuvas extremamente concentradas no verão e picos de tórridas secas a cada três ou quatro anos.

O resultado disso, não raro, era o definhamento e morte de animais, por fome, taxa de nascimentos que despencava para até 35%, ganho de peso médio diário (GMD) de meros 328 gramas. A terminação, quando acontecia, era de boi com mais de três anos de idade. A pecuária ‒ tocada em duas propriedades, nos municípios de Gameleiras (Fazenda Agroverde) e Verdelândia (Fazenda Bom Jardim) ‒ definitivamente não decolava. Ficava amarrada pela ausência de pasto durante quase metade de cada ano.

Hoje, o quadro é radicalmente outro e nem de longe lembra dificuldades tão grandes. Graças à introdução de dois pivôs centrais ‒ que irrigam 90 ha, dos 2.600 ha de pasto da Fazenda Agroverde, funcionando de janeiro a junho ‒ e a construção de uma barragem, o grupo produz volumoso para suplementar, de setembro a novembro, entre 60% e 70% do rebanho dessa propriedade, destinada à cria, com 3.200 cabeças.

O resultado: todas as novilhas são desafiadas aos 12 meses e 75% das fêmeas estão parindo até os dois anos de idade. A taxa média de prenhez chegou em 85% (duas IATFs e repasse com touro). O ganho de peso mais que dobrou, para 780 gramas/dia. Todos os 2.000 machos (1.500 na Agroverde e 500 em outra fazenda, exclusiva de terminação) são abatidos com até dois anos de idade; os mais novos, finalizados entre 15 e 17 meses e peso entre 19@ e 20,5@, representaram cerca de 30% do total.

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Há menos de duas décadas, os irmãos Sabino (Vicente e Marcos) viviam um perrengue daqueles. Suas propriedades, no extremo norte de Minas Gerais, na divisa com a Bahia, não conseguiam produzir alimento suficiente para o rebanho, inclusive pasto. Elas integram a região do semiárido, marcada por pluviosidade média inferior a 1.000 mm/ano, com chuvas extremamente concentradas no verão e picos de tórridas secas a cada três ou quatro anos.

O resultado disso, não raro, era o definhamento e morte de animais, por fome, taxa de nascimentos que despencava para até 35%, ganho de peso médio diário (GMD) de meros 328 gramas. A terminação, quando acontecia, era de boi com mais de três anos de idade. A pecuária ‒ tocada em duas propriedades, nos municípios de Gameleiras (Fazenda Agroverde) e Verdelândia (Fazenda Bom Jardim) ‒ definitivamente não decolava. Ficava amarrada pela ausência de pasto durante quase metade de cada ano.

Hoje, o quadro é radicalmente outro e nem de longe lembra dificuldades tão grandes. Graças à introdução de dois pivôs centrais ‒ que irrigam 90 ha, dos 2.600 ha de pasto da Fazenda Agroverde, funcionando de janeiro a junho ‒ e a construção de uma barragem, o grupo produz volumoso para suplementar, de setembro a novembro, entre 60% e 70% do rebanho dessa propriedade, destinada à cria, com 3.200 cabeças.

O resultado: todas as novilhas são desafiadas aos 12 meses e 75% das fêmeas estão parindo até os dois anos de idade. A taxa média de prenhez chegou em 85% (duas IATFs e repasse com touro). O ganho de peso mais que dobrou, para 780 gramas/dia. Todos os 2.000 machos (1.500 na Agroverde e 500 em outra fazenda, exclusiva de terminação) são abatidos com até dois anos de idade; os mais novos, finalizados entre 15 e 17 meses e peso entre 19@ e 20,5@, representaram cerca de 30% do total.

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O resultado disso, não raro, era o definhamento e morte de animais, por fome, taxa de nascimentos que despencava para até 35%, ganho de peso médio diário (GMD) de meros 328 gramas. A terminação, quando acontecia, era de boi com mais de três anos de idade. A pecuária ‒ tocada em duas propriedades, nos municípios de Gameleiras (Fazenda Agroverde) e Verdelândia (Fazenda Bom Jardim) ‒ definitivamente não decolava. Ficava amarrada pela ausência de pasto durante quase metade de cada ano.

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O resultado: todas as novilhas são desafiadas aos 12 meses e 75% das fêmeas estão parindo até os dois anos de idade. A taxa média de prenhez chegou em 85% (duas IATFs e repasse com touro). O ganho de peso mais que dobrou, para 780 gramas/dia. Todos os 2.000 machos (1.500 na Agroverde e 500 em outra fazenda, exclusiva de terminação) são abatidos com até dois anos de idade; os mais novos, finalizados entre 15 e 17 meses e peso entre 19@ e 20,5@, representaram cerca de 30% do total.

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O resultado disso, não raro, era o definhamento e morte de animais, por fome, taxa de nascimentos que despencava para até 35%, ganho de peso médio diário (GMD) de meros 328 gramas. A terminação, quando acontecia, era de boi com mais de três anos de idade. A pecuária ‒ tocada em duas propriedades, nos municípios de Gameleiras (Fazenda Agroverde) e Verdelândia (Fazenda Bom Jardim) ‒ definitivamente não decolava. Ficava amarrada pela ausência de pasto durante quase metade de cada ano.

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O resultado: todas as novilhas são desafiadas aos 12 meses e 75% das fêmeas estão parindo até os dois anos de idade. A taxa média de prenhez chegou em 85% (duas IATFs e repasse com touro). O ganho de peso mais que dobrou, para 780 gramas/dia. Todos os 2.000 machos (1.500 na Agroverde e 500 em outra fazenda, exclusiva de terminação) são abatidos com até dois anos de idade; os mais novos, finalizados entre 15 e 17 meses e peso entre 19@ e 20,5@, representaram cerca de 30% do total.

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Hoje, o quadro é radicalmente outro e nem de longe lembra dificuldades tão grandes. Graças à introdução de dois pivôs centrais ‒ que irrigam 90 ha, dos 2.600 ha de pasto da Fazenda Agroverde, funcionando de janeiro a junho ‒ e a construção de uma barragem, o grupo produz volumoso para suplementar, de setembro a novembro, entre 60% e 70% do rebanho dessa propriedade, destinada à cria, com 3.200 cabeças.

O resultado: todas as novilhas são desafiadas aos 12 meses e 75% das fêmeas estão parindo até os dois anos de idade. A taxa média de prenhez chegou em 85% (duas IATFs e repasse com touro). O ganho de peso mais que dobrou, para 780 gramas/dia. Todos os 2.000 machos (1.500 na Agroverde e 500 em outra fazenda, exclusiva de terminação) são abatidos com até dois anos de idade; os mais novos, finalizados entre 15 e 17 meses e peso entre 19@ e 20,5@, representaram cerca de 30% do total.

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Confira os destaques da seção ‘Giro Rápido’ da Revista DBO de maio

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Hoje, o quadro é radicalmente outro e nem de longe lembra dificuldades tão grandes. Graças à introdução de dois pivôs centrais ‒ que irrigam 90 ha, dos 2.600 ha de pasto da Fazenda Agroverde, funcionando de janeiro a junho ‒ e a construção de uma barragem, o grupo produz volumoso para suplementar, de setembro a novembro, entre 60% e 70% do rebanho dessa propriedade, destinada à cria, com 3.200 cabeças.

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O resultado disso, não raro, era o definhamento e morte de animais, por fome, taxa de nascimentos que despencava para até 35%, ganho de peso médio diário (GMD) de meros 328 gramas. A terminação, quando acontecia, era de boi com mais de três anos de idade. A pecuária ‒ tocada em duas propriedades, nos municípios de Gameleiras (Fazenda Agroverde) e Verdelândia (Fazenda Bom Jardim) ‒ definitivamente não decolava. Ficava amarrada pela ausência de pasto durante quase metade de cada ano.

Hoje, o quadro é radicalmente outro e nem de longe lembra dificuldades tão grandes. Graças à introdução de dois pivôs centrais ‒ que irrigam 90 ha, dos 2.600 ha de pasto da Fazenda Agroverde, funcionando de janeiro a junho ‒ e a construção de uma barragem, o grupo produz volumoso para suplementar, de setembro a novembro, entre 60% e 70% do rebanho dessa propriedade, destinada à cria, com 3.200 cabeças.

O resultado: todas as novilhas são desafiadas aos 12 meses e 75% das fêmeas estão parindo até os dois anos de idade. A taxa média de prenhez chegou em 85% (duas IATFs e repasse com touro). O ganho de peso mais que dobrou, para 780 gramas/dia. Todos os 2.000 machos (1.500 na Agroverde e 500 em outra fazenda, exclusiva de terminação) são abatidos com até dois anos de idade; os mais novos, finalizados entre 15 e 17 meses e peso entre 19@ e 20,5@, representaram cerca de 30% do total.

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

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O resultado disso, não raro, era o definhamento e morte de animais, por fome, taxa de nascimentos que despencava para até 35%, ganho de peso médio diário (GMD) de meros 328 gramas. A terminação, quando acontecia, era de boi com mais de três anos de idade. A pecuária ‒ tocada em duas propriedades, nos municípios de Gameleiras (Fazenda Agroverde) e Verdelândia (Fazenda Bom Jardim) ‒ definitivamente não decolava. Ficava amarrada pela ausência de pasto durante quase metade de cada ano.

Hoje, o quadro é radicalmente outro e nem de longe lembra dificuldades tão grandes. Graças à introdução de dois pivôs centrais ‒ que irrigam 90 ha, dos 2.600 ha de pasto da Fazenda Agroverde, funcionando de janeiro a junho ‒ e a construção de uma barragem, o grupo produz volumoso para suplementar, de setembro a novembro, entre 60% e 70% do rebanho dessa propriedade, destinada à cria, com 3.200 cabeças.

O resultado: todas as novilhas são desafiadas aos 12 meses e 75% das fêmeas estão parindo até os dois anos de idade. A taxa média de prenhez chegou em 85% (duas IATFs e repasse com touro). O ganho de peso mais que dobrou, para 780 gramas/dia. Todos os 2.000 machos (1.500 na Agroverde e 500 em outra fazenda, exclusiva de terminação) são abatidos com até dois anos de idade; os mais novos, finalizados entre 15 e 17 meses e peso entre 19@ e 20,5@, representaram cerca de 30% do total.

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