Líder mundial de exportações de carne bovina, com quase 30% das exportações mundiais, o Brasil alcançou um marco histórico em 2025: tornou-se, pela primeira vez, o maior produtor mundial de carne bovina, superando os Estados Unidos, de acordo com dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
Com isso, os olhos do mundo estão voltados ao país, o que faz crescer também a cobrança em cima do sistema produtivo.
Junto com o volume produzido, uma questão essencial é a da sustentabilidade na pecuária. O nível de emissões de metano dos rebanhos e a pegada que isso deixa no planeta deixou de ser uma questão menor para se tornar um pilar indiscutível no cenário mundial.
Neste contexto, o Zimprova, da Elanco Saúde Animal, acaba de completar 10 anos de mercado brasileiro, consolidado como o primeiro e único aditivo alimentar de uso exclusivo para bovinos de corte com duas indicações formalmente reconhecidas pelo Ministério da Agricultura (Mapa): melhoria do desempenho produtivo do rebanho e redução da emissão de gás metano (CH4).
O produto também permanece como pioneiro no país ao trazer em bula a associação entre ganho de produtividade e cuidado ambiental.
Por dentro da solução

Zimprova tem como princípio ativo a narasina, eficaz em estimular a performance do rebanho e produtividade do pecuarista.
Estudo da Elanco, realizado em parceria com a Esalq/USP, comprovou que, aliada a um pasto de qualidade, a suplementação com a narasina faz com que a propriedade de corte produza até 1,1 arrobas a mais por animal/ano.
“Os estudos científicos que fundamentaram a indicação reconhecida pelo Mapa demonstram que a narasina é eficaz na redução da formação de metano no rúmen do animal e, consequentemente, na emissão do gás. O Zimprova continua sendo o único produto do mercado nacional a aliar performance e redução de emissão de metano, com indicação formal em bula, em uma combinação inovadora e eficaz”, diz Nuno Rodrigues, gerente de Marketing Premix da divisão Ruminantes da Elanco Brasil.
A indicação presente em bula posiciona o Zimprova como uma solução alinhada às demandas da pecuária sustentável no Brasil e no mundo, entre elas a redução das emissões de metano provenientes de bovinos de corte como estratégia para o enfrentamento das mudanças climáticas.
Contribuição ambiental
Estudos da United States Environmental Protection Agency mostram que, enquanto o CO2, outro gás de efeito estufa, permanece na atmosfera por mais de mil anos, o metano tem duração bem menor, de aproximadamente uma década.
Por isso, cientistas dizem que mitigar as emissões de metano entérico num percentual de 20% a 30% significa contribuir para uma diminuição importante na taxa geral de aquecimento do clima.
“Ao reduzir as emissões de metano, o Zimprova não só contribui para um futuro mais sustentável, como também agrega valor à carne brasileira, atendendo às expectativas dos consumidores e abrindo caminho para novos mercados, novas fontes de receita para o pecuarista e potenciais prêmios na comercialização”, diz Renata Fernandes, zootecnista e líder de Sustentabilidade da Elanco Brasil.
O impacto da narasina
O estudo científico da Elanco, que comprovou o impacto da narasina sobre a redução na emissão de CH4 e embasou a indicação reconhecida pelo Mapa, ocorreu sob dois protocolos de fermentação, um in vitro e outro in vivo, para a produção de metano, mimetizando o trabalho do rúmen no animal. O substrato com a narasina, em distintas dosagens na dieta, foi comparado com grupos controle.
Os dois protocolos mostraram que o efeito da narasina reduziu a emissão do gás metano, comparativamente aos grupos controle, em até 34%, a depender da dose utilizada.
“Isso atesta a potência do Zimprova em alterar o padrão de fermentação ruminal dos animais ao favorecer microorganismos mais eficientes, promover mais energia e melhorar a digestibilidade dos nutrientes, diminuindo a produção do gás metano em bovinos de corte. Isso alia bem-estar animal, produtividade e cuidado com o meio ambiente”, explica Murilo Chuba, zootecnista e gerente técnico da Elanco.




