O reconhecimento da importância do mercado brasileiro para os planos de crescimento da Gallagher ficou evidente em evento, dia 10/6, na Nova Zelândia, reunindo lideranças globais da companhia para apresentações de encerramento do ano fiscal e próximos passos da atuação da empresa em diferentes regiões do mundo.

Segundo Hamish Wiig, líder da Gallagher para mercados emergentes, o Brasil reúne características que o colocam entre os mercados mais promissores para o futuro da empresa. “O Brasil é um mercado importante para a estratégia de longo prazo da Gallagher. Temos objetivos muito claros para os próximos anos que se confirmam com o desempenho obtido e potencial de crescimento, impulsionado pela capacidade do setor agropecuário brasileiro de adotar tecnologia e profissionalizar cada vez mais a gestão das propriedades”, afirma, em nota.
De acordo com Wiig, parte desse avanço está diretamente relacionada ao fortalecimento da estruturação local e à construção de uma rede própria próxima dos produtores rurais.
“Construímos uma equipe formada por profissionais reconhecidos em suas áreas de atuação e isso tem feito uma diferença enorme. Também ampliamos nossa rede de representantes, fortalecemos relacionamentos e aumentamos nossa presença junto aos produtores. Os resultados refletem esse trabalho e nos dão confiança para os próximos anos”, destaca.
Para |André Mussio, gerente da Gallagher no Brasil, o reconhecimento recebido durante as discussões globais demonstra a credibilidade da operação brasileira e o alinhamento da equipe local com a estratégia internacional da empresa.

“Foi muito importante perceber o reconhecimento da Nova Zelândia ao trabalho que vem sendo desenvolvido no Brasil. Temos uma equipe comprometida em entender a realidade do produtor brasileiro, construir relacionamentos de longo prazo e levar tecnologias que contribuam para uma pecuária cada vez mais eficiente”, afirma Mussio, em comunicado à imprensa.
Além da expansão comercial, a Gallagher acompanha tendências que devem influenciar a evolução da pecuária nos próximos anos, incluindo o crescimento do ecossistema de inovação do agronegócio.
“O produtor brasileiro está cada vez mais preparado para utilizar a tecnologia como ferramenta de gestão. O próximo passo não é apenas gerar mais dados, mas transformar essas informações em inteligência para apoiar decisões melhores dentro da fazenda. Esse movimento já está acontecendo e deve acelerar nos próximos anos”, conclui Wiig.
Fonte: Ascom Gallagher
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