Tourinhos superjovens entram para o desafio reprodutivo
Estudos da Embrapa Pantanal (Corumbá, MS) apontam vantagens no uso de sêmen refrigerado de reprodutores de 12 a 18 meses de idade
(Foto: Márcio Ribeiro Silva)
Por Denis Cardoso
Quando se fala em desafio reprodutivo de animais muitos jovens com alto valor genético, logo vem à mente o emprego da Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) em novilhas de 12-14 meses de idade, de fato uma estratégia já consolidada nas fazendas brasileiras de gado de corte.
Porém, estudos realizados pela Embrapa Pantanal (MS) comprovam que tourinhos igualmente jovens (a partir de 12 meses) e apontados precocemente como superiores – por meio de avaliações genômicas – também podem ser desafiados (com igual sucesso) em protocolos de IATF envolvendo rebanhos de seleção ou comerciais, a partir do uso de sêmen refrigerado (em temperatura de 5 graus Celsius), em vez de congelado (a -196 °C), o material habitual das fazendas brasileiras que lançam mão da inseminação artificial.
“Já foi a época de desafiarmos somente as fêmeas de 12-14 meses; agora chegou a vez de fazermos o mesmo com os tourinhos”, sentencia a médica veterinária Juliana Corrêa Borges Silva, pesquisadora da Embrapa Pantanal.
Segundo ela, dois fatores foram determinantes para o sucesso dos experimentos realizados com tourinhos jovens. O primeiro deles é o uso de sêmen refrigerado de animais muito novos, já que esse processo permite uma maior preservação da membrana plasmática do espermatozoide, que sofre variações menores de temperatura em relação ao produto congelado, elevando, assim, a sua viabilidade.
Juliana Corrêa Borges Silva, pesquisadora da Embrapa Pantanal.
“Já comprovamos, por meio de nossos estudos científicos, que o uso de sêmen refrigerado é capaz de elevar em pelo menos dez pontos percentuais a taxa de prenhez em protocolos de IATF quando substitui o sêmen congelado”, ressalta a pesquisadora.
Além disso, no caso específico de tourinhos muitos jovens (12 a 18 meses), que nessa fase fisiológica ainda não atingiram a plenitude de sua maturidade sexual, o processo padrão de congelamento do sêmen poderia inviabilizar a sua utilização, supõe Juliana.
Um outro fator de incentivo ao uso de sêmen de touros muitos novos é o avanço das avaliações genômicas nas fazendas brasileiras – especialmente nas propriedades que atuam exclusivamente no segmento de genética –, pois essa ferramenta possibilita a descoberta bastante precoce das supostas “minas de ouro” presentes nos rebanhos, ou seja, aqueles animais com alto potencial para produção de carne e cujos genes devem ser transmitidos para as futuras gerações, contribuindo, assim, para aceleração do ganho genético do rebanho.
“Para que esperar de dois a três anos para começar a coletar sêmen desses animais superiores, se já conseguimos saber desde muito cedo o seu potencial genético?”, indaga a pesquisadora.
Nesse caso, um tourinho apontado como superior pela análise genômica pode ter o seu sêmen utilizado antes mesmo de entrar para o catálogo de reprodutores de alguma central de genética.
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Quando se fala em desafio reprodutivo de animais muitos jovens com alto valor genético, logo vem à mente o emprego da Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) em novilhas de 12-14 meses de idade, de fato uma estratégia já consolidada nas fazendas brasileiras de gado de corte.
Porém, estudos realizados pela Embrapa Pantanal (MS) comprovam que tourinhos igualmente jovens (a partir de 12 meses) e apontados precocemente como superiores – por meio de avaliações genômicas – também podem ser desafiados (com igual sucesso) em protocolos de IATF envolvendo rebanhos de seleção ou comerciais, a partir do uso de sêmen refrigerado (em temperatura de 5 graus Celsius), em vez de congelado (a -196 °C), o material habitual das fazendas brasileiras que lançam mão da inseminação artificial.
“Já foi a época de desafiarmos somente as fêmeas de 12-14 meses; agora chegou a vez de fazermos o mesmo com os tourinhos”, sentencia a médica veterinária Juliana Corrêa Borges Silva, pesquisadora da Embrapa Pantanal.
Segundo ela, dois fatores foram determinantes para o sucesso dos experimentos realizados com tourinhos jovens. O primeiro deles é o uso de sêmen refrigerado de animais muito novos, já que esse processo permite uma maior preservação da membrana plasmática do espermatozoide, que sofre variações menores de temperatura em relação ao produto congelado, elevando, assim, a sua viabilidade.
Juliana Corrêa Borges Silva, pesquisadora da Embrapa Pantanal.
“Já comprovamos, por meio de nossos estudos científicos, que o uso de sêmen refrigerado é capaz de elevar em pelo menos dez pontos percentuais a taxa de prenhez em protocolos de IATF quando substitui o sêmen congelado”, ressalta a pesquisadora.
Além disso, no caso específico de tourinhos muitos jovens (12 a 18 meses), que nessa fase fisiológica ainda não atingiram a plenitude de sua maturidade sexual, o processo padrão de congelamento do sêmen poderia inviabilizar a sua utilização, supõe Juliana.
Um outro fator de incentivo ao uso de sêmen de touros muitos novos é o avanço das avaliações genômicas nas fazendas brasileiras – especialmente nas propriedades que atuam exclusivamente no segmento de genética –, pois essa ferramenta possibilita a descoberta bastante precoce das supostas “minas de ouro” presentes nos rebanhos, ou seja, aqueles animais com alto potencial para produção de carne e cujos genes devem ser transmitidos para as futuras gerações, contribuindo, assim, para aceleração do ganho genético do rebanho.
“Para que esperar de dois a três anos para começar a coletar sêmen desses animais superiores, se já conseguimos saber desde muito cedo o seu potencial genético?”, indaga a pesquisadora.
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(Foto: Márcio Ribeiro Silva)
Por Denis Cardoso
Quando se fala em desafio reprodutivo de animais muitos jovens com alto valor genético, logo vem à mente o emprego da Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) em novilhas de 12-14 meses de idade, de fato uma estratégia já consolidada nas fazendas brasileiras de gado de corte.
Porém, estudos realizados pela Embrapa Pantanal (MS) comprovam que tourinhos igualmente jovens (a partir de 12 meses) e apontados precocemente como superiores – por meio de avaliações genômicas – também podem ser desafiados (com igual sucesso) em protocolos de IATF envolvendo rebanhos de seleção ou comerciais, a partir do uso de sêmen refrigerado (em temperatura de 5 graus Celsius), em vez de congelado (a -196 °C), o material habitual das fazendas brasileiras que lançam mão da inseminação artificial.
“Já foi a época de desafiarmos somente as fêmeas de 12-14 meses; agora chegou a vez de fazermos o mesmo com os tourinhos”, sentencia a médica veterinária Juliana Corrêa Borges Silva, pesquisadora da Embrapa Pantanal.
Segundo ela, dois fatores foram determinantes para o sucesso dos experimentos realizados com tourinhos jovens. O primeiro deles é o uso de sêmen refrigerado de animais muito novos, já que esse processo permite uma maior preservação da membrana plasmática do espermatozoide, que sofre variações menores de temperatura em relação ao produto congelado, elevando, assim, a sua viabilidade.
Juliana Corrêa Borges Silva, pesquisadora da Embrapa Pantanal.
“Já comprovamos, por meio de nossos estudos científicos, que o uso de sêmen refrigerado é capaz de elevar em pelo menos dez pontos percentuais a taxa de prenhez em protocolos de IATF quando substitui o sêmen congelado”, ressalta a pesquisadora.
Além disso, no caso específico de tourinhos muitos jovens (12 a 18 meses), que nessa fase fisiológica ainda não atingiram a plenitude de sua maturidade sexual, o processo padrão de congelamento do sêmen poderia inviabilizar a sua utilização, supõe Juliana.
Um outro fator de incentivo ao uso de sêmen de touros muitos novos é o avanço das avaliações genômicas nas fazendas brasileiras – especialmente nas propriedades que atuam exclusivamente no segmento de genética –, pois essa ferramenta possibilita a descoberta bastante precoce das supostas “minas de ouro” presentes nos rebanhos, ou seja, aqueles animais com alto potencial para produção de carne e cujos genes devem ser transmitidos para as futuras gerações, contribuindo, assim, para aceleração do ganho genético do rebanho.
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Além disso, no caso específico de tourinhos muitos jovens (12 a 18 meses), que nessa fase fisiológica ainda não atingiram a plenitude de sua maturidade sexual, o processo padrão de congelamento do sêmen poderia inviabilizar a sua utilização, supõe Juliana.
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“Já foi a época de desafiarmos somente as fêmeas de 12-14 meses; agora chegou a vez de fazermos o mesmo com os tourinhos”, sentencia a médica veterinária Juliana Corrêa Borges Silva, pesquisadora da Embrapa Pantanal.
Segundo ela, dois fatores foram determinantes para o sucesso dos experimentos realizados com tourinhos jovens. O primeiro deles é o uso de sêmen refrigerado de animais muito novos, já que esse processo permite uma maior preservação da membrana plasmática do espermatozoide, que sofre variações menores de temperatura em relação ao produto congelado, elevando, assim, a sua viabilidade.
Juliana Corrêa Borges Silva, pesquisadora da Embrapa Pantanal.
“Já comprovamos, por meio de nossos estudos científicos, que o uso de sêmen refrigerado é capaz de elevar em pelo menos dez pontos percentuais a taxa de prenhez em protocolos de IATF quando substitui o sêmen congelado”, ressalta a pesquisadora.
Além disso, no caso específico de tourinhos muitos jovens (12 a 18 meses), que nessa fase fisiológica ainda não atingiram a plenitude de sua maturidade sexual, o processo padrão de congelamento do sêmen poderia inviabilizar a sua utilização, supõe Juliana.
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“Para que esperar de dois a três anos para começar a coletar sêmen desses animais superiores, se já conseguimos saber desde muito cedo o seu potencial genético?”, indaga a pesquisadora.
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“Já foi a época de desafiarmos somente as fêmeas de 12-14 meses; agora chegou a vez de fazermos o mesmo com os tourinhos”, sentencia a médica veterinária Juliana Corrêa Borges Silva, pesquisadora da Embrapa Pantanal.
Segundo ela, dois fatores foram determinantes para o sucesso dos experimentos realizados com tourinhos jovens. O primeiro deles é o uso de sêmen refrigerado de animais muito novos, já que esse processo permite uma maior preservação da membrana plasmática do espermatozoide, que sofre variações menores de temperatura em relação ao produto congelado, elevando, assim, a sua viabilidade.
Juliana Corrêa Borges Silva, pesquisadora da Embrapa Pantanal.
“Já comprovamos, por meio de nossos estudos científicos, que o uso de sêmen refrigerado é capaz de elevar em pelo menos dez pontos percentuais a taxa de prenhez em protocolos de IATF quando substitui o sêmen congelado”, ressalta a pesquisadora.
Além disso, no caso específico de tourinhos muitos jovens (12 a 18 meses), que nessa fase fisiológica ainda não atingiram a plenitude de sua maturidade sexual, o processo padrão de congelamento do sêmen poderia inviabilizar a sua utilização, supõe Juliana.
Um outro fator de incentivo ao uso de sêmen de touros muitos novos é o avanço das avaliações genômicas nas fazendas brasileiras – especialmente nas propriedades que atuam exclusivamente no segmento de genética –, pois essa ferramenta possibilita a descoberta bastante precoce das supostas “minas de ouro” presentes nos rebanhos, ou seja, aqueles animais com alto potencial para produção de carne e cujos genes devem ser transmitidos para as futuras gerações, contribuindo, assim, para aceleração do ganho genético do rebanho.
“Para que esperar de dois a três anos para começar a coletar sêmen desses animais superiores, se já conseguimos saber desde muito cedo o seu potencial genético?”, indaga a pesquisadora.
Nesse caso, um tourinho apontado como superior pela análise genômica pode ter o seu sêmen utilizado antes mesmo de entrar para o catálogo de reprodutores de alguma central de genética.
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“Para que esperar de dois a três anos para começar a coletar sêmen desses animais superiores, se já conseguimos saber desde muito cedo o seu potencial genético?”, indaga a pesquisadora.
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Porém, estudos realizados pela Embrapa Pantanal (MS) comprovam que tourinhos igualmente jovens (a partir de 12 meses) e apontados precocemente como superiores – por meio de avaliações genômicas – também podem ser desafiados (com igual sucesso) em protocolos de IATF envolvendo rebanhos de seleção ou comerciais, a partir do uso de sêmen refrigerado (em temperatura de 5 graus Celsius), em vez de congelado (a -196 °C), o material habitual das fazendas brasileiras que lançam mão da inseminação artificial.
“Já foi a época de desafiarmos somente as fêmeas de 12-14 meses; agora chegou a vez de fazermos o mesmo com os tourinhos”, sentencia a médica veterinária Juliana Corrêa Borges Silva, pesquisadora da Embrapa Pantanal.
Segundo ela, dois fatores foram determinantes para o sucesso dos experimentos realizados com tourinhos jovens. O primeiro deles é o uso de sêmen refrigerado de animais muito novos, já que esse processo permite uma maior preservação da membrana plasmática do espermatozoide, que sofre variações menores de temperatura em relação ao produto congelado, elevando, assim, a sua viabilidade.
Juliana Corrêa Borges Silva, pesquisadora da Embrapa Pantanal.
“Já comprovamos, por meio de nossos estudos científicos, que o uso de sêmen refrigerado é capaz de elevar em pelo menos dez pontos percentuais a taxa de prenhez em protocolos de IATF quando substitui o sêmen congelado”, ressalta a pesquisadora.
Além disso, no caso específico de tourinhos muitos jovens (12 a 18 meses), que nessa fase fisiológica ainda não atingiram a plenitude de sua maturidade sexual, o processo padrão de congelamento do sêmen poderia inviabilizar a sua utilização, supõe Juliana.
Um outro fator de incentivo ao uso de sêmen de touros muitos novos é o avanço das avaliações genômicas nas fazendas brasileiras – especialmente nas propriedades que atuam exclusivamente no segmento de genética –, pois essa ferramenta possibilita a descoberta bastante precoce das supostas “minas de ouro” presentes nos rebanhos, ou seja, aqueles animais com alto potencial para produção de carne e cujos genes devem ser transmitidos para as futuras gerações, contribuindo, assim, para aceleração do ganho genético do rebanho.
“Para que esperar de dois a três anos para começar a coletar sêmen desses animais superiores, se já conseguimos saber desde muito cedo o seu potencial genético?”, indaga a pesquisadora.
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“Já foi a época de desafiarmos somente as fêmeas de 12-14 meses; agora chegou a vez de fazermos o mesmo com os tourinhos”, sentencia a médica veterinária Juliana Corrêa Borges Silva, pesquisadora da Embrapa Pantanal.
Segundo ela, dois fatores foram determinantes para o sucesso dos experimentos realizados com tourinhos jovens. O primeiro deles é o uso de sêmen refrigerado de animais muito novos, já que esse processo permite uma maior preservação da membrana plasmática do espermatozoide, que sofre variações menores de temperatura em relação ao produto congelado, elevando, assim, a sua viabilidade.
Juliana Corrêa Borges Silva, pesquisadora da Embrapa Pantanal.
“Já comprovamos, por meio de nossos estudos científicos, que o uso de sêmen refrigerado é capaz de elevar em pelo menos dez pontos percentuais a taxa de prenhez em protocolos de IATF quando substitui o sêmen congelado”, ressalta a pesquisadora.
Além disso, no caso específico de tourinhos muitos jovens (12 a 18 meses), que nessa fase fisiológica ainda não atingiram a plenitude de sua maturidade sexual, o processo padrão de congelamento do sêmen poderia inviabilizar a sua utilização, supõe Juliana.
Um outro fator de incentivo ao uso de sêmen de touros muitos novos é o avanço das avaliações genômicas nas fazendas brasileiras – especialmente nas propriedades que atuam exclusivamente no segmento de genética –, pois essa ferramenta possibilita a descoberta bastante precoce das supostas “minas de ouro” presentes nos rebanhos, ou seja, aqueles animais com alto potencial para produção de carne e cujos genes devem ser transmitidos para as futuras gerações, contribuindo, assim, para aceleração do ganho genético do rebanho.
“Para que esperar de dois a três anos para começar a coletar sêmen desses animais superiores, se já conseguimos saber desde muito cedo o seu potencial genético?”, indaga a pesquisadora.
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