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Técnica de aclimatação acelera a adaptação dos animais ao confinamento

A chegada no confinamento é o momento mais “tenso” do ciclo de engorda. Trazida dos Estados Unidos, a técnica de manejo reduz a incidência de casos de pneumonia e de refugo de cocho.  

Adriene Zart treinando manejador para fazer primeiro contato com bovinos no confinamento.

Por Renato Villela

Uma estratégia simples de manejo, sem custo para o produtor, tem reduzido de forma substancial dois problemas críticos no confinamento: a pneumonia e o refugo de cocho. Trazida dos Estados Unidos, a técnica da “aclimatação” tem por objetivo fazer com que os animais, em sua maioria vindos do regime de pastagem, se adaptem mais rapidamente ao novo ambiente.

“O bovino somente come à vontade a partir do momento em que confia na segurança do lugar onde está”, afirma a veterinária Adriane Zart, da Personal Pec, sediada em Campo Grande, MS. Tranquilo e bem alimentado, o animal tem condições de melhorar a resposta imunológica conferida pelas vacinas, o que aumenta a proteção contra doenças.

A chegada no confinamento é o momento mais “tenso” do ciclo de engorda, porque, ao desembarcar, os animais encontram um ambiente totalmente diferente do que estão acostumados, com restrição de espaço (baia), movimentação constante de maquinário e pessoas. Toda essa “novidade” gera medo, angústia e estresse e afeta o comportamento natural dos bovinos.

Inseguros, eles se locomovem pouco, permanecendo muitas vezes no fundo das baias sem se alimentar direito. “Quando colocamos os animais em um pasto novo, qual é seu comportamento? Eles primeiro rodam todo o perímetro do piquete, porque precisam confiar no lugar. Só, então, abaixam a cabeça e começam a se alimentar”, explica a veterinária.

VEJA TAMBÉM: 
+Carbono entra na pauta do confinamento
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Conhecendo o ambiente

É justamente sobre o comportamento natural dos bovinos que atua a aclimatação. A ideia central é fazer com que os animais conheçam o novo ambiente para que se sintam seguros e confiantes, deixando para trás o desconforto da fase de transição (do pasto para o piquete). Quanto mais cedo isso acontecer, mais rapidamente estarão ingerindo a quantidade de comida planejada.

Nos confinamentos norte-americanos, essa estratégia é utilizada principalmente para reduzir a incidência de pneumonia. Por aqui, os confinadores têm conseguido um ganho extra: a redução nos índices de refugo de cocho, problema grande nos confinamentos brasileiros e que não acontece tanto por lá, pois os bezerros, que recebem ração ao pé da vaca, saem da desmama direto para o cocho, já quase adaptados.

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Uma estratégia simples de manejo, sem custo para o produtor, tem reduzido de forma substancial dois problemas críticos no confinamento: a pneumonia e o refugo de cocho. Trazida dos Estados Unidos, a técnica da “aclimatação” tem por objetivo fazer com que os animais, em sua maioria vindos do regime de pastagem, se adaptem mais rapidamente ao novo ambiente.

“O bovino somente come à vontade a partir do momento em que confia na segurança do lugar onde está”, afirma a veterinária Adriane Zart, da Personal Pec, sediada em Campo Grande, MS. Tranquilo e bem alimentado, o animal tem condições de melhorar a resposta imunológica conferida pelas vacinas, o que aumenta a proteção contra doenças.

A chegada no confinamento é o momento mais “tenso” do ciclo de engorda, porque, ao desembarcar, os animais encontram um ambiente totalmente diferente do que estão acostumados, com restrição de espaço (baia), movimentação constante de maquinário e pessoas. Toda essa “novidade” gera medo, angústia e estresse e afeta o comportamento natural dos bovinos.

Inseguros, eles se locomovem pouco, permanecendo muitas vezes no fundo das baias sem se alimentar direito. “Quando colocamos os animais em um pasto novo, qual é seu comportamento? Eles primeiro rodam todo o perímetro do piquete, porque precisam confiar no lugar. Só, então, abaixam a cabeça e começam a se alimentar”, explica a veterinária.

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É justamente sobre o comportamento natural dos bovinos que atua a aclimatação. A ideia central é fazer com que os animais conheçam o novo ambiente para que se sintam seguros e confiantes, deixando para trás o desconforto da fase de transição (do pasto para o piquete). Quanto mais cedo isso acontecer, mais rapidamente estarão ingerindo a quantidade de comida planejada.

Nos confinamentos norte-americanos, essa estratégia é utilizada principalmente para reduzir a incidência de pneumonia. Por aqui, os confinadores têm conseguido um ganho extra: a redução nos índices de refugo de cocho, problema grande nos confinamentos brasileiros e que não acontece tanto por lá, pois os bezerros, que recebem ração ao pé da vaca, saem da desmama direto para o cocho, já quase adaptados.

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Por Renato Villela

Uma estratégia simples de manejo, sem custo para o produtor, tem reduzido de forma substancial dois problemas críticos no confinamento: a pneumonia e o refugo de cocho. Trazida dos Estados Unidos, a técnica da “aclimatação” tem por objetivo fazer com que os animais, em sua maioria vindos do regime de pastagem, se adaptem mais rapidamente ao novo ambiente.

“O bovino somente come à vontade a partir do momento em que confia na segurança do lugar onde está”, afirma a veterinária Adriane Zart, da Personal Pec, sediada em Campo Grande, MS. Tranquilo e bem alimentado, o animal tem condições de melhorar a resposta imunológica conferida pelas vacinas, o que aumenta a proteção contra doenças.

A chegada no confinamento é o momento mais “tenso” do ciclo de engorda, porque, ao desembarcar, os animais encontram um ambiente totalmente diferente do que estão acostumados, com restrição de espaço (baia), movimentação constante de maquinário e pessoas. Toda essa “novidade” gera medo, angústia e estresse e afeta o comportamento natural dos bovinos.

Inseguros, eles se locomovem pouco, permanecendo muitas vezes no fundo das baias sem se alimentar direito. “Quando colocamos os animais em um pasto novo, qual é seu comportamento? Eles primeiro rodam todo o perímetro do piquete, porque precisam confiar no lugar. Só, então, abaixam a cabeça e começam a se alimentar”, explica a veterinária.

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Nos confinamentos norte-americanos, essa estratégia é utilizada principalmente para reduzir a incidência de pneumonia. Por aqui, os confinadores têm conseguido um ganho extra: a redução nos índices de refugo de cocho, problema grande nos confinamentos brasileiros e que não acontece tanto por lá, pois os bezerros, que recebem ração ao pé da vaca, saem da desmama direto para o cocho, já quase adaptados.

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“O bovino somente come à vontade a partir do momento em que confia na segurança do lugar onde está”, afirma a veterinária Adriane Zart, da Personal Pec, sediada em Campo Grande, MS. Tranquilo e bem alimentado, o animal tem condições de melhorar a resposta imunológica conferida pelas vacinas, o que aumenta a proteção contra doenças.

A chegada no confinamento é o momento mais “tenso” do ciclo de engorda, porque, ao desembarcar, os animais encontram um ambiente totalmente diferente do que estão acostumados, com restrição de espaço (baia), movimentação constante de maquinário e pessoas. Toda essa “novidade” gera medo, angústia e estresse e afeta o comportamento natural dos bovinos.

Inseguros, eles se locomovem pouco, permanecendo muitas vezes no fundo das baias sem se alimentar direito. “Quando colocamos os animais em um pasto novo, qual é seu comportamento? Eles primeiro rodam todo o perímetro do piquete, porque precisam confiar no lugar. Só, então, abaixam a cabeça e começam a se alimentar”, explica a veterinária.

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Nos confinamentos norte-americanos, essa estratégia é utilizada principalmente para reduzir a incidência de pneumonia. Por aqui, os confinadores têm conseguido um ganho extra: a redução nos índices de refugo de cocho, problema grande nos confinamentos brasileiros e que não acontece tanto por lá, pois os bezerros, que recebem ração ao pé da vaca, saem da desmama direto para o cocho, já quase adaptados.

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“O bovino somente come à vontade a partir do momento em que confia na segurança do lugar onde está”, afirma a veterinária Adriane Zart, da Personal Pec, sediada em Campo Grande, MS. Tranquilo e bem alimentado, o animal tem condições de melhorar a resposta imunológica conferida pelas vacinas, o que aumenta a proteção contra doenças.

A chegada no confinamento é o momento mais “tenso” do ciclo de engorda, porque, ao desembarcar, os animais encontram um ambiente totalmente diferente do que estão acostumados, com restrição de espaço (baia), movimentação constante de maquinário e pessoas. Toda essa “novidade” gera medo, angústia e estresse e afeta o comportamento natural dos bovinos.

Inseguros, eles se locomovem pouco, permanecendo muitas vezes no fundo das baias sem se alimentar direito. “Quando colocamos os animais em um pasto novo, qual é seu comportamento? Eles primeiro rodam todo o perímetro do piquete, porque precisam confiar no lugar. Só, então, abaixam a cabeça e começam a se alimentar”, explica a veterinária.

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Inseguros, eles se locomovem pouco, permanecendo muitas vezes no fundo das baias sem se alimentar direito. “Quando colocamos os animais em um pasto novo, qual é seu comportamento? Eles primeiro rodam todo o perímetro do piquete, porque precisam confiar no lugar. Só, então, abaixam a cabeça e começam a se alimentar”, explica a veterinária.

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Confira os destaques da seção ‘Giro Rápido’ da Revista DBO de maio

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“O bovino somente come à vontade a partir do momento em que confia na segurança do lugar onde está”, afirma a veterinária Adriane Zart, da Personal Pec, sediada em Campo Grande, MS. Tranquilo e bem alimentado, o animal tem condições de melhorar a resposta imunológica conferida pelas vacinas, o que aumenta a proteção contra doenças.

A chegada no confinamento é o momento mais “tenso” do ciclo de engorda, porque, ao desembarcar, os animais encontram um ambiente totalmente diferente do que estão acostumados, com restrição de espaço (baia), movimentação constante de maquinário e pessoas. Toda essa “novidade” gera medo, angústia e estresse e afeta o comportamento natural dos bovinos.

Inseguros, eles se locomovem pouco, permanecendo muitas vezes no fundo das baias sem se alimentar direito. “Quando colocamos os animais em um pasto novo, qual é seu comportamento? Eles primeiro rodam todo o perímetro do piquete, porque precisam confiar no lugar. Só, então, abaixam a cabeça e começam a se alimentar”, explica a veterinária.

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Nos confinamentos norte-americanos, essa estratégia é utilizada principalmente para reduzir a incidência de pneumonia. Por aqui, os confinadores têm conseguido um ganho extra: a redução nos índices de refugo de cocho, problema grande nos confinamentos brasileiros e que não acontece tanto por lá, pois os bezerros, que recebem ração ao pé da vaca, saem da desmama direto para o cocho, já quase adaptados.

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“O bovino somente come à vontade a partir do momento em que confia na segurança do lugar onde está”, afirma a veterinária Adriane Zart, da Personal Pec, sediada em Campo Grande, MS. Tranquilo e bem alimentado, o animal tem condições de melhorar a resposta imunológica conferida pelas vacinas, o que aumenta a proteção contra doenças.

A chegada no confinamento é o momento mais “tenso” do ciclo de engorda, porque, ao desembarcar, os animais encontram um ambiente totalmente diferente do que estão acostumados, com restrição de espaço (baia), movimentação constante de maquinário e pessoas. Toda essa “novidade” gera medo, angústia e estresse e afeta o comportamento natural dos bovinos.

Inseguros, eles se locomovem pouco, permanecendo muitas vezes no fundo das baias sem se alimentar direito. “Quando colocamos os animais em um pasto novo, qual é seu comportamento? Eles primeiro rodam todo o perímetro do piquete, porque precisam confiar no lugar. Só, então, abaixam a cabeça e começam a se alimentar”, explica a veterinária.

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

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“O bovino somente come à vontade a partir do momento em que confia na segurança do lugar onde está”, afirma a veterinária Adriane Zart, da Personal Pec, sediada em Campo Grande, MS. Tranquilo e bem alimentado, o animal tem condições de melhorar a resposta imunológica conferida pelas vacinas, o que aumenta a proteção contra doenças.

A chegada no confinamento é o momento mais “tenso” do ciclo de engorda, porque, ao desembarcar, os animais encontram um ambiente totalmente diferente do que estão acostumados, com restrição de espaço (baia), movimentação constante de maquinário e pessoas. Toda essa “novidade” gera medo, angústia e estresse e afeta o comportamento natural dos bovinos.

Inseguros, eles se locomovem pouco, permanecendo muitas vezes no fundo das baias sem se alimentar direito. “Quando colocamos os animais em um pasto novo, qual é seu comportamento? Eles primeiro rodam todo o perímetro do piquete, porque precisam confiar no lugar. Só, então, abaixam a cabeça e começam a se alimentar”, explica a veterinária.

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Conhecendo o ambiente

É justamente sobre o comportamento natural dos bovinos que atua a aclimatação. A ideia central é fazer com que os animais conheçam o novo ambiente para que se sintam seguros e confiantes, deixando para trás o desconforto da fase de transição (do pasto para o piquete). Quanto mais cedo isso acontecer, mais rapidamente estarão ingerindo a quantidade de comida planejada.

Nos confinamentos norte-americanos, essa estratégia é utilizada principalmente para reduzir a incidência de pneumonia. Por aqui, os confinadores têm conseguido um ganho extra: a redução nos índices de refugo de cocho, problema grande nos confinamentos brasileiros e que não acontece tanto por lá, pois os bezerros, que recebem ração ao pé da vaca, saem da desmama direto para o cocho, já quase adaptados.

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