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Período de transição exige planejamento

Garantir oferta de forragem e suplementação moderada são chave na transição do período das águas para a seca

Pecuarista tem de atentar para o equilíbrio entre consumo de forragem e de suplemento.

Por Moacir José

Fim do verão, começo do outono; período de transição das águas para a seca. O pasto vai perdendo qualidade e é preciso tomar providências para que o gado não perca peso, configurando o que se convencionou chamar de “boi sanfona” (ganha peso nas águas e perde na seca…) E mesmo que não perca, é preciso calibrar o ganho, de acordo com o que o pecuarista pensa em fazer mais adiante.

Três especialistas ouvidos por DBO na área de nutrição são unânimes em afirmar que, independentemente da estratégia, o manejo adequado do pasto é fator fundamental para se ter sucesso na estratégia, que, forçosamente, vai demandar o uso de algum tipo de suplementação. Se ele for bem conduzido, o gasto com o suplemento terá retorno na medida certa; se não, o pecuarista gastará mais do que seria necessário, o que nunca é bom.

Luiz Orcírio de Oliveira, pesquisador da Embrapa Gado de Corte.

Luiz Orcírio Fialho de Oliveira, doutor em Ciência Animal e pesquisador da área de nutrição animal da Embrapa Gado de Corte, de Campo Grande, MS, é categórico ao dizer que é preciso privilegiar a forragem da fazenda, não o animal, no sentido de conciliar oferta de matéria verde com a de concentrado. “Normalmente, o produtor foca mais no animal. O problema disso é que, lá na frente, pode faltar pasto para todo o rebanho, o que implica queda no desempenho de todos os animais”, explica.

Segundo ele, de maneira geral, a suplementação equivalente à faixa de 0,1% a 0,3% do peso vivo do animal mantém um equilíbrio entre o consumo de forragem e suplemento. Ou seja, o animal não deixa de comer forragem para comer o suplemento, o que passa a acontecer quando essa proporção fica acima dos 0,3%. “Existem inúmeras estratégias para se conseguir esse equilíbrio, inclusive a suplementação com volumoso (feno ou silagem de capim). Mas o que o pecuarista precisa fazer, antes, é montar um plano de gestão”, recomenda.

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Três especialistas ouvidos por DBO na área de nutrição são unânimes em afirmar que, independentemente da estratégia, o manejo adequado do pasto é fator fundamental para se ter sucesso na estratégia, que, forçosamente, vai demandar o uso de algum tipo de suplementação. Se ele for bem conduzido, o gasto com o suplemento terá retorno na medida certa; se não, o pecuarista gastará mais do que seria necessário, o que nunca é bom.

Luiz Orcírio de Oliveira, pesquisador da Embrapa Gado de Corte.

Luiz Orcírio Fialho de Oliveira, doutor em Ciência Animal e pesquisador da área de nutrição animal da Embrapa Gado de Corte, de Campo Grande, MS, é categórico ao dizer que é preciso privilegiar a forragem da fazenda, não o animal, no sentido de conciliar oferta de matéria verde com a de concentrado. “Normalmente, o produtor foca mais no animal. O problema disso é que, lá na frente, pode faltar pasto para todo o rebanho, o que implica queda no desempenho de todos os animais”, explica.

Segundo ele, de maneira geral, a suplementação equivalente à faixa de 0,1% a 0,3% do peso vivo do animal mantém um equilíbrio entre o consumo de forragem e suplemento. Ou seja, o animal não deixa de comer forragem para comer o suplemento, o que passa a acontecer quando essa proporção fica acima dos 0,3%. “Existem inúmeras estratégias para se conseguir esse equilíbrio, inclusive a suplementação com volumoso (feno ou silagem de capim). Mas o que o pecuarista precisa fazer, antes, é montar um plano de gestão”, recomenda.

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Fim do verão, começo do outono; período de transição das águas para a seca. O pasto vai perdendo qualidade e é preciso tomar providências para que o gado não perca peso, configurando o que se convencionou chamar de “boi sanfona” (ganha peso nas águas e perde na seca…) E mesmo que não perca, é preciso calibrar o ganho, de acordo com o que o pecuarista pensa em fazer mais adiante.

Três especialistas ouvidos por DBO na área de nutrição são unânimes em afirmar que, independentemente da estratégia, o manejo adequado do pasto é fator fundamental para se ter sucesso na estratégia, que, forçosamente, vai demandar o uso de algum tipo de suplementação. Se ele for bem conduzido, o gasto com o suplemento terá retorno na medida certa; se não, o pecuarista gastará mais do que seria necessário, o que nunca é bom.

Luiz Orcírio de Oliveira, pesquisador da Embrapa Gado de Corte.

Luiz Orcírio Fialho de Oliveira, doutor em Ciência Animal e pesquisador da área de nutrição animal da Embrapa Gado de Corte, de Campo Grande, MS, é categórico ao dizer que é preciso privilegiar a forragem da fazenda, não o animal, no sentido de conciliar oferta de matéria verde com a de concentrado. “Normalmente, o produtor foca mais no animal. O problema disso é que, lá na frente, pode faltar pasto para todo o rebanho, o que implica queda no desempenho de todos os animais”, explica.

Segundo ele, de maneira geral, a suplementação equivalente à faixa de 0,1% a 0,3% do peso vivo do animal mantém um equilíbrio entre o consumo de forragem e suplemento. Ou seja, o animal não deixa de comer forragem para comer o suplemento, o que passa a acontecer quando essa proporção fica acima dos 0,3%. “Existem inúmeras estratégias para se conseguir esse equilíbrio, inclusive a suplementação com volumoso (feno ou silagem de capim). Mas o que o pecuarista precisa fazer, antes, é montar um plano de gestão”, recomenda.

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Luiz Orcírio de Oliveira, pesquisador da Embrapa Gado de Corte.

Luiz Orcírio Fialho de Oliveira, doutor em Ciência Animal e pesquisador da área de nutrição animal da Embrapa Gado de Corte, de Campo Grande, MS, é categórico ao dizer que é preciso privilegiar a forragem da fazenda, não o animal, no sentido de conciliar oferta de matéria verde com a de concentrado. “Normalmente, o produtor foca mais no animal. O problema disso é que, lá na frente, pode faltar pasto para todo o rebanho, o que implica queda no desempenho de todos os animais”, explica.

Segundo ele, de maneira geral, a suplementação equivalente à faixa de 0,1% a 0,3% do peso vivo do animal mantém um equilíbrio entre o consumo de forragem e suplemento. Ou seja, o animal não deixa de comer forragem para comer o suplemento, o que passa a acontecer quando essa proporção fica acima dos 0,3%. “Existem inúmeras estratégias para se conseguir esse equilíbrio, inclusive a suplementação com volumoso (feno ou silagem de capim). Mas o que o pecuarista precisa fazer, antes, é montar um plano de gestão”, recomenda.

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Fim do verão, começo do outono; período de transição das águas para a seca. O pasto vai perdendo qualidade e é preciso tomar providências para que o gado não perca peso, configurando o que se convencionou chamar de “boi sanfona” (ganha peso nas águas e perde na seca…) E mesmo que não perca, é preciso calibrar o ganho, de acordo com o que o pecuarista pensa em fazer mais adiante.

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Luiz Orcírio de Oliveira, pesquisador da Embrapa Gado de Corte.

Luiz Orcírio Fialho de Oliveira, doutor em Ciência Animal e pesquisador da área de nutrição animal da Embrapa Gado de Corte, de Campo Grande, MS, é categórico ao dizer que é preciso privilegiar a forragem da fazenda, não o animal, no sentido de conciliar oferta de matéria verde com a de concentrado. “Normalmente, o produtor foca mais no animal. O problema disso é que, lá na frente, pode faltar pasto para todo o rebanho, o que implica queda no desempenho de todos os animais”, explica.

Segundo ele, de maneira geral, a suplementação equivalente à faixa de 0,1% a 0,3% do peso vivo do animal mantém um equilíbrio entre o consumo de forragem e suplemento. Ou seja, o animal não deixa de comer forragem para comer o suplemento, o que passa a acontecer quando essa proporção fica acima dos 0,3%. “Existem inúmeras estratégias para se conseguir esse equilíbrio, inclusive a suplementação com volumoso (feno ou silagem de capim). Mas o que o pecuarista precisa fazer, antes, é montar um plano de gestão”, recomenda.

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Três especialistas ouvidos por DBO na área de nutrição são unânimes em afirmar que, independentemente da estratégia, o manejo adequado do pasto é fator fundamental para se ter sucesso na estratégia, que, forçosamente, vai demandar o uso de algum tipo de suplementação. Se ele for bem conduzido, o gasto com o suplemento terá retorno na medida certa; se não, o pecuarista gastará mais do que seria necessário, o que nunca é bom.

Luiz Orcírio de Oliveira, pesquisador da Embrapa Gado de Corte.

Luiz Orcírio Fialho de Oliveira, doutor em Ciência Animal e pesquisador da área de nutrição animal da Embrapa Gado de Corte, de Campo Grande, MS, é categórico ao dizer que é preciso privilegiar a forragem da fazenda, não o animal, no sentido de conciliar oferta de matéria verde com a de concentrado. “Normalmente, o produtor foca mais no animal. O problema disso é que, lá na frente, pode faltar pasto para todo o rebanho, o que implica queda no desempenho de todos os animais”, explica.

Segundo ele, de maneira geral, a suplementação equivalente à faixa de 0,1% a 0,3% do peso vivo do animal mantém um equilíbrio entre o consumo de forragem e suplemento. Ou seja, o animal não deixa de comer forragem para comer o suplemento, o que passa a acontecer quando essa proporção fica acima dos 0,3%. “Existem inúmeras estratégias para se conseguir esse equilíbrio, inclusive a suplementação com volumoso (feno ou silagem de capim). Mas o que o pecuarista precisa fazer, antes, é montar um plano de gestão”, recomenda.

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Confira os destaques da seção ‘Giro Rápido’ da Revista DBO de maio

Pecuarista tem de atentar para o equilíbrio entre consumo de forragem e de suplemento.

Por Moacir José

Fim do verão, começo do outono; período de transição das águas para a seca. O pasto vai perdendo qualidade e é preciso tomar providências para que o gado não perca peso, configurando o que se convencionou chamar de “boi sanfona” (ganha peso nas águas e perde na seca…) E mesmo que não perca, é preciso calibrar o ganho, de acordo com o que o pecuarista pensa em fazer mais adiante.

Três especialistas ouvidos por DBO na área de nutrição são unânimes em afirmar que, independentemente da estratégia, o manejo adequado do pasto é fator fundamental para se ter sucesso na estratégia, que, forçosamente, vai demandar o uso de algum tipo de suplementação. Se ele for bem conduzido, o gasto com o suplemento terá retorno na medida certa; se não, o pecuarista gastará mais do que seria necessário, o que nunca é bom.

Luiz Orcírio de Oliveira, pesquisador da Embrapa Gado de Corte.

Luiz Orcírio Fialho de Oliveira, doutor em Ciência Animal e pesquisador da área de nutrição animal da Embrapa Gado de Corte, de Campo Grande, MS, é categórico ao dizer que é preciso privilegiar a forragem da fazenda, não o animal, no sentido de conciliar oferta de matéria verde com a de concentrado. “Normalmente, o produtor foca mais no animal. O problema disso é que, lá na frente, pode faltar pasto para todo o rebanho, o que implica queda no desempenho de todos os animais”, explica.

Segundo ele, de maneira geral, a suplementação equivalente à faixa de 0,1% a 0,3% do peso vivo do animal mantém um equilíbrio entre o consumo de forragem e suplemento. Ou seja, o animal não deixa de comer forragem para comer o suplemento, o que passa a acontecer quando essa proporção fica acima dos 0,3%. “Existem inúmeras estratégias para se conseguir esse equilíbrio, inclusive a suplementação com volumoso (feno ou silagem de capim). Mas o que o pecuarista precisa fazer, antes, é montar um plano de gestão”, recomenda.

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Três especialistas ouvidos por DBO na área de nutrição são unânimes em afirmar que, independentemente da estratégia, o manejo adequado do pasto é fator fundamental para se ter sucesso na estratégia, que, forçosamente, vai demandar o uso de algum tipo de suplementação. Se ele for bem conduzido, o gasto com o suplemento terá retorno na medida certa; se não, o pecuarista gastará mais do que seria necessário, o que nunca é bom.

Luiz Orcírio de Oliveira, pesquisador da Embrapa Gado de Corte.

Luiz Orcírio Fialho de Oliveira, doutor em Ciência Animal e pesquisador da área de nutrição animal da Embrapa Gado de Corte, de Campo Grande, MS, é categórico ao dizer que é preciso privilegiar a forragem da fazenda, não o animal, no sentido de conciliar oferta de matéria verde com a de concentrado. “Normalmente, o produtor foca mais no animal. O problema disso é que, lá na frente, pode faltar pasto para todo o rebanho, o que implica queda no desempenho de todos os animais”, explica.

Segundo ele, de maneira geral, a suplementação equivalente à faixa de 0,1% a 0,3% do peso vivo do animal mantém um equilíbrio entre o consumo de forragem e suplemento. Ou seja, o animal não deixa de comer forragem para comer o suplemento, o que passa a acontecer quando essa proporção fica acima dos 0,3%. “Existem inúmeras estratégias para se conseguir esse equilíbrio, inclusive a suplementação com volumoso (feno ou silagem de capim). Mas o que o pecuarista precisa fazer, antes, é montar um plano de gestão”, recomenda.

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

Pecuarista tem de atentar para o equilíbrio entre consumo de forragem e de suplemento.

Por Moacir José

Fim do verão, começo do outono; período de transição das águas para a seca. O pasto vai perdendo qualidade e é preciso tomar providências para que o gado não perca peso, configurando o que se convencionou chamar de “boi sanfona” (ganha peso nas águas e perde na seca…) E mesmo que não perca, é preciso calibrar o ganho, de acordo com o que o pecuarista pensa em fazer mais adiante.

Três especialistas ouvidos por DBO na área de nutrição são unânimes em afirmar que, independentemente da estratégia, o manejo adequado do pasto é fator fundamental para se ter sucesso na estratégia, que, forçosamente, vai demandar o uso de algum tipo de suplementação. Se ele for bem conduzido, o gasto com o suplemento terá retorno na medida certa; se não, o pecuarista gastará mais do que seria necessário, o que nunca é bom.

Luiz Orcírio de Oliveira, pesquisador da Embrapa Gado de Corte.

Luiz Orcírio Fialho de Oliveira, doutor em Ciência Animal e pesquisador da área de nutrição animal da Embrapa Gado de Corte, de Campo Grande, MS, é categórico ao dizer que é preciso privilegiar a forragem da fazenda, não o animal, no sentido de conciliar oferta de matéria verde com a de concentrado. “Normalmente, o produtor foca mais no animal. O problema disso é que, lá na frente, pode faltar pasto para todo o rebanho, o que implica queda no desempenho de todos os animais”, explica.

Segundo ele, de maneira geral, a suplementação equivalente à faixa de 0,1% a 0,3% do peso vivo do animal mantém um equilíbrio entre o consumo de forragem e suplemento. Ou seja, o animal não deixa de comer forragem para comer o suplemento, o que passa a acontecer quando essa proporção fica acima dos 0,3%. “Existem inúmeras estratégias para se conseguir esse equilíbrio, inclusive a suplementação com volumoso (feno ou silagem de capim). Mas o que o pecuarista precisa fazer, antes, é montar um plano de gestão”, recomenda.

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Três especialistas ouvidos por DBO na área de nutrição são unânimes em afirmar que, independentemente da estratégia, o manejo adequado do pasto é fator fundamental para se ter sucesso na estratégia, que, forçosamente, vai demandar o uso de algum tipo de suplementação. Se ele for bem conduzido, o gasto com o suplemento terá retorno na medida certa; se não, o pecuarista gastará mais do que seria necessário, o que nunca é bom.

Luiz Orcírio de Oliveira, pesquisador da Embrapa Gado de Corte.

Luiz Orcírio Fialho de Oliveira, doutor em Ciência Animal e pesquisador da área de nutrição animal da Embrapa Gado de Corte, de Campo Grande, MS, é categórico ao dizer que é preciso privilegiar a forragem da fazenda, não o animal, no sentido de conciliar oferta de matéria verde com a de concentrado. “Normalmente, o produtor foca mais no animal. O problema disso é que, lá na frente, pode faltar pasto para todo o rebanho, o que implica queda no desempenho de todos os animais”, explica.

Segundo ele, de maneira geral, a suplementação equivalente à faixa de 0,1% a 0,3% do peso vivo do animal mantém um equilíbrio entre o consumo de forragem e suplemento. Ou seja, o animal não deixa de comer forragem para comer o suplemento, o que passa a acontecer quando essa proporção fica acima dos 0,3%. “Existem inúmeras estratégias para se conseguir esse equilíbrio, inclusive a suplementação com volumoso (feno ou silagem de capim). Mas o que o pecuarista precisa fazer, antes, é montar um plano de gestão”, recomenda.

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