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Revista DBO | Consumo interno de carne bovina pode despertar do coma

A expectativa otimista leva em conta basicamente três fatores: redução na taxa de desemprego, eleições e Copa do Mundo.

Por Denis Cardoso

Mesmo com a inflação corroendo a renda dos brasileiros, analistas do setor pecuário acreditam que, a partir desta metade final do ano, a demanda doméstica pela carne bovina finalmente sairá do estado de dormência verificado nos últimos anos.

A expectativa otimista leva em conta basicamente três fatores que podem fazer com que as bandejas de carne vermelha retornem mais corriqueiramente aos carrinhos de compra da população brasileira, que sabidamente tem larga preferência pelas receitas que envolvem a proteína bovina, mas, nos últimos anos, especialmente em 2022, tem optado por alimentos mais baratos, como ovos, frango e cortes do suíno.

Os fatores de um possível aumento na demanda são: redução na taxa de desemprego, eleições e Copa do Mundo. Sobre o primeiro item, dados mais recentes divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostram que o indicador recuou para 9,8% no trimestre até maio de 2022, o menor nível para esse intervalo desde 2015 (quando a taxa no período foi de 8,3% e a economia brasileira amargava forte recessão).

VEJA TAMBÉM | Nos últimos 20 anos, exportações de carne bovina ‘bombaram’ no 2º semestre

O segundo fator, talvez mais preponderante dentre os citados pelos analistas, é a injeção gigantesca de dinheiro na economia por conta das eleições, em outubro próximo. O fundo eleitoral aprovado é de R$ 4,9 bilhões, o que significa avanço de 188% em relação ao total de verbas disponíveis para a campanha de 2018.

De alguma maneira, parte desse dinheiro do “fundão” chegará aos bolsos de trabalhadores envolvidos com as campanhas dos candidatos. “No caso das classes com rendas mais baixa, qualquer ‘graninha’ extra, mesmo em ano de inflação forte, pode ser um estímulo para ele voltar a comer carne bovina”, afirma a analista Lygia Pimentel, CEO da consultoria Agrifatto (SP), que acrescenta: “O brasileiro está com saudade da carne vermelha”.

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Mesmo com a inflação corroendo a renda dos brasileiros, analistas do setor pecuário acreditam que, a partir desta metade final do ano, a demanda doméstica pela carne bovina finalmente sairá do estado de dormência verificado nos últimos anos.

A expectativa otimista leva em conta basicamente três fatores que podem fazer com que as bandejas de carne vermelha retornem mais corriqueiramente aos carrinhos de compra da população brasileira, que sabidamente tem larga preferência pelas receitas que envolvem a proteína bovina, mas, nos últimos anos, especialmente em 2022, tem optado por alimentos mais baratos, como ovos, frango e cortes do suíno.

Os fatores de um possível aumento na demanda são: redução na taxa de desemprego, eleições e Copa do Mundo. Sobre o primeiro item, dados mais recentes divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostram que o indicador recuou para 9,8% no trimestre até maio de 2022, o menor nível para esse intervalo desde 2015 (quando a taxa no período foi de 8,3% e a economia brasileira amargava forte recessão).

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O segundo fator, talvez mais preponderante dentre os citados pelos analistas, é a injeção gigantesca de dinheiro na economia por conta das eleições, em outubro próximo. O fundo eleitoral aprovado é de R$ 4,9 bilhões, o que significa avanço de 188% em relação ao total de verbas disponíveis para a campanha de 2018.

De alguma maneira, parte desse dinheiro do “fundão” chegará aos bolsos de trabalhadores envolvidos com as campanhas dos candidatos. “No caso das classes com rendas mais baixa, qualquer ‘graninha’ extra, mesmo em ano de inflação forte, pode ser um estímulo para ele voltar a comer carne bovina”, afirma a analista Lygia Pimentel, CEO da consultoria Agrifatto (SP), que acrescenta: “O brasileiro está com saudade da carne vermelha”.

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A expectativa otimista leva em conta basicamente três fatores que podem fazer com que as bandejas de carne vermelha retornem mais corriqueiramente aos carrinhos de compra da população brasileira, que sabidamente tem larga preferência pelas receitas que envolvem a proteína bovina, mas, nos últimos anos, especialmente em 2022, tem optado por alimentos mais baratos, como ovos, frango e cortes do suíno.

Os fatores de um possível aumento na demanda são: redução na taxa de desemprego, eleições e Copa do Mundo. Sobre o primeiro item, dados mais recentes divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostram que o indicador recuou para 9,8% no trimestre até maio de 2022, o menor nível para esse intervalo desde 2015 (quando a taxa no período foi de 8,3% e a economia brasileira amargava forte recessão).

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O segundo fator, talvez mais preponderante dentre os citados pelos analistas, é a injeção gigantesca de dinheiro na economia por conta das eleições, em outubro próximo. O fundo eleitoral aprovado é de R$ 4,9 bilhões, o que significa avanço de 188% em relação ao total de verbas disponíveis para a campanha de 2018.

De alguma maneira, parte desse dinheiro do “fundão” chegará aos bolsos de trabalhadores envolvidos com as campanhas dos candidatos. “No caso das classes com rendas mais baixa, qualquer ‘graninha’ extra, mesmo em ano de inflação forte, pode ser um estímulo para ele voltar a comer carne bovina”, afirma a analista Lygia Pimentel, CEO da consultoria Agrifatto (SP), que acrescenta: “O brasileiro está com saudade da carne vermelha”.

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Os fatores de um possível aumento na demanda são: redução na taxa de desemprego, eleições e Copa do Mundo. Sobre o primeiro item, dados mais recentes divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostram que o indicador recuou para 9,8% no trimestre até maio de 2022, o menor nível para esse intervalo desde 2015 (quando a taxa no período foi de 8,3% e a economia brasileira amargava forte recessão).

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O segundo fator, talvez mais preponderante dentre os citados pelos analistas, é a injeção gigantesca de dinheiro na economia por conta das eleições, em outubro próximo. O fundo eleitoral aprovado é de R$ 4,9 bilhões, o que significa avanço de 188% em relação ao total de verbas disponíveis para a campanha de 2018.

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Os fatores de um possível aumento na demanda são: redução na taxa de desemprego, eleições e Copa do Mundo. Sobre o primeiro item, dados mais recentes divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostram que o indicador recuou para 9,8% no trimestre até maio de 2022, o menor nível para esse intervalo desde 2015 (quando a taxa no período foi de 8,3% e a economia brasileira amargava forte recessão).

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Confira os destaques da seção ‘Giro Rápido’ da Revista DBO de maio

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Os fatores de um possível aumento na demanda são: redução na taxa de desemprego, eleições e Copa do Mundo. Sobre o primeiro item, dados mais recentes divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostram que o indicador recuou para 9,8% no trimestre até maio de 2022, o menor nível para esse intervalo desde 2015 (quando a taxa no período foi de 8,3% e a economia brasileira amargava forte recessão).

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

Por Denis Cardoso

Mesmo com a inflação corroendo a renda dos brasileiros, analistas do setor pecuário acreditam que, a partir desta metade final do ano, a demanda doméstica pela carne bovina finalmente sairá do estado de dormência verificado nos últimos anos.

A expectativa otimista leva em conta basicamente três fatores que podem fazer com que as bandejas de carne vermelha retornem mais corriqueiramente aos carrinhos de compra da população brasileira, que sabidamente tem larga preferência pelas receitas que envolvem a proteína bovina, mas, nos últimos anos, especialmente em 2022, tem optado por alimentos mais baratos, como ovos, frango e cortes do suíno.

Os fatores de um possível aumento na demanda são: redução na taxa de desemprego, eleições e Copa do Mundo. Sobre o primeiro item, dados mais recentes divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostram que o indicador recuou para 9,8% no trimestre até maio de 2022, o menor nível para esse intervalo desde 2015 (quando a taxa no período foi de 8,3% e a economia brasileira amargava forte recessão).

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De alguma maneira, parte desse dinheiro do “fundão” chegará aos bolsos de trabalhadores envolvidos com as campanhas dos candidatos. “No caso das classes com rendas mais baixa, qualquer ‘graninha’ extra, mesmo em ano de inflação forte, pode ser um estímulo para ele voltar a comer carne bovina”, afirma a analista Lygia Pimentel, CEO da consultoria Agrifatto (SP), que acrescenta: “O brasileiro está com saudade da carne vermelha”.

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A expectativa otimista leva em conta basicamente três fatores que podem fazer com que as bandejas de carne vermelha retornem mais corriqueiramente aos carrinhos de compra da população brasileira, que sabidamente tem larga preferência pelas receitas que envolvem a proteína bovina, mas, nos últimos anos, especialmente em 2022, tem optado por alimentos mais baratos, como ovos, frango e cortes do suíno.

Os fatores de um possível aumento na demanda são: redução na taxa de desemprego, eleições e Copa do Mundo. Sobre o primeiro item, dados mais recentes divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostram que o indicador recuou para 9,8% no trimestre até maio de 2022, o menor nível para esse intervalo desde 2015 (quando a taxa no período foi de 8,3% e a economia brasileira amargava forte recessão).

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