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Revista DBO | Manejando a fertilidade do solo: correção e adubação – parte 3

No terceiro artigo da série, o zootecnista Adilson Aguiar fala sobre a amostragem de solo por agricultura de precisão

Por Adilson de Paula Almeida Aguiar –  Zootecnista, professor em cursos de pós-graduação do Rehagro e das Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu); consultor associado da Consupec (Consultoria e Planejamento Pecuário), de MG, e investidor nas atividades de pecuária de corte e leite.
Coleta georreferenciada de solo com equipamento próprio instalado em quadriciclo. Foto: Arquivo Falker

No artigo da edição de dezembro de 2021, ressaltei que, para iniciar um programa de manejo da fertilidade do solo, é preciso, primeiro, conhecer os métodos disponíveis para avaliação de sua fertilidade. Esses métodos são a análise química e física desse solo, a diagnose visual de deficiências minerais nas plantas, bem como sua análise química. O primeiro método é o mais empregado em todo o mundo. Naquele artigo, descrevi os procedimentos para se fazer amostragem de solo por meio do método convencional. Agora, vamos conversar sobre a amostragem de solo por agricultura de precisão.

VEJA TAMBÉM:
– Manejando a fertilidade do solo: correção e adubação – parte 1
– Manejando a fertilidade do solo: correção e adubação – parte 2

No Brasil, a agricultura de precisão (AP) teve início em meados da década de 90 por meio das colhedoras equipadas com sensores de produtividade e da popularização do uso do GPS (Global Positioning System), tecnologias que permitiram georreferenciar informações, criar mapas de colheita e executar vários processos dentro das lavouras. A partir dos anos 2000, avançou-se para a amostragem georreferenciada de solos e a elaboração de mapas de fertilidade, o que possibilitou criar recomendações para aplicação variável de corretivos e fertilizantes

Informações específicas

Quando se fala em agricultura de precisão (AP) a maioria das pessoas tende a pensar apenas em equipamentos de alta tecnologia (piloto automático, sensores ópticos, aviões não tripulados ou drones), satélites (para imagens) e computadores (softwares, algoritmos, plataformas de informação na internet). Porém, na realidade, a AP consiste no uso de informações específicas do local para melhor auxiliar consultores e produtores na tomada de decisão de manejo e na utilização mais eficiente de insumos agrícolas.

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Coleta georreferenciada de solo com equipamento próprio instalado em quadriciclo. Foto: Arquivo Falker

No artigo da edição de dezembro de 2021, ressaltei que, para iniciar um programa de manejo da fertilidade do solo, é preciso, primeiro, conhecer os métodos disponíveis para avaliação de sua fertilidade. Esses métodos são a análise química e física desse solo, a diagnose visual de deficiências minerais nas plantas, bem como sua análise química. O primeiro método é o mais empregado em todo o mundo. Naquele artigo, descrevi os procedimentos para se fazer amostragem de solo por meio do método convencional. Agora, vamos conversar sobre a amostragem de solo por agricultura de precisão.

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No Brasil, a agricultura de precisão (AP) teve início em meados da década de 90 por meio das colhedoras equipadas com sensores de produtividade e da popularização do uso do GPS (Global Positioning System), tecnologias que permitiram georreferenciar informações, criar mapas de colheita e executar vários processos dentro das lavouras. A partir dos anos 2000, avançou-se para a amostragem georreferenciada de solos e a elaboração de mapas de fertilidade, o que possibilitou criar recomendações para aplicação variável de corretivos e fertilizantes

Informações específicas

Quando se fala em agricultura de precisão (AP) a maioria das pessoas tende a pensar apenas em equipamentos de alta tecnologia (piloto automático, sensores ópticos, aviões não tripulados ou drones), satélites (para imagens) e computadores (softwares, algoritmos, plataformas de informação na internet). Porém, na realidade, a AP consiste no uso de informações específicas do local para melhor auxiliar consultores e produtores na tomada de decisão de manejo e na utilização mais eficiente de insumos agrícolas.

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Coleta georreferenciada de solo com equipamento próprio instalado em quadriciclo. Foto: Arquivo Falker

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No Brasil, a agricultura de precisão (AP) teve início em meados da década de 90 por meio das colhedoras equipadas com sensores de produtividade e da popularização do uso do GPS (Global Positioning System), tecnologias que permitiram georreferenciar informações, criar mapas de colheita e executar vários processos dentro das lavouras. A partir dos anos 2000, avançou-se para a amostragem georreferenciada de solos e a elaboração de mapas de fertilidade, o que possibilitou criar recomendações para aplicação variável de corretivos e fertilizantes

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Confira os destaques da seção ‘Giro Rápido’ da Revista DBO de maio

Por Adilson de Paula Almeida Aguiar –  Zootecnista, professor em cursos de pós-graduação do Rehagro e das Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu); consultor associado da Consupec (Consultoria e Planejamento Pecuário), de MG, e investidor nas atividades de pecuária de corte e leite.
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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

Por Adilson de Paula Almeida Aguiar –  Zootecnista, professor em cursos de pós-graduação do Rehagro e das Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu); consultor associado da Consupec (Consultoria e Planejamento Pecuário), de MG, e investidor nas atividades de pecuária de corte e leite.
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