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JBS diz ter tolerância zero com desmatamento ilegal e que esclareceu argumentos da Anistia Internacional

Nesta quarta-feira, 28, a ONG levou um caminhão com réplica de boi até a sede da companhia em São Paulo e entregou uma petição com cerca de 57 mil assinaturas
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Foto: Ilustração

A JBS afirma que os argumentos da Anistia Internacional nos quais se baseiam a petição que pede o fim das compras de gado de áreas ilegais da Amazônia são antigos e já foram esclarecidos.

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Em nota enviada ao Broadcast Agro (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), a empresa diz que tem tolerância zero com o desmatamento ilegal e que continua investindo em seu sistema de monitoramento de fornecedores para que a companhia só compre bois de “produtores que atendam plenamente seus critérios socioambientais”.

Nesse sentido, a companhia disse continuar desenvolvendo uma série de ações para monitorar a cadeia, inclusive os fornecedores indiretos, ou seja pecuaristas que vendem boi magro aos produtores dos quais a JBS compra.

Ontem, a empresa informou ter iniciado neste mês o cadastro de produtores na Plataforma Pecuária Transparente, ferramenta com tecnologia blockchain para este fim.

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Na nota, a JBS cita, ainda, o lançamento do Protocolo de Monitoramento de Fornecedores do Ministério Público Federal (MPF), desenvolvido em parceria da empresa com a ONG Imaflora, e o compromisso de tornar-se net zero em 2040, ou seja, zerar o balanço de emissões líquidas de gases do efeito estufa da sua cadeia produtiva.

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