O avanço gradual da oferta brasileira de animais gordos, com destaque para as fêmeas descartadas ao fim da estação de monta, fez com que as escalas de abate continuassem alongadas em todo o Brasil, informa nesta sexta-feira (25/3) a equipe de analistas da IHS Markit.
No momento, a média nacional das escalas de abate se encontra em 10 dias úteis, sem mudanças no comparativo semanal.
Desta forma, diz a IHS, os preços físicos do boi gordo continuam estabilizados, mas sofrendo pressão negativa por parte dos frigoríficos em todo o País.
Veja abaixo as escalas atuais de abate em algumas das principais regiões pecuárias, segundo levantamento realizado pela Agrifatto.
São Paulo – As indústrias paulistas fecharam a sexta-feira com 12 dias úteis programados, avanço de 1 dia no comparativo entre as semanas.
Goiás – Os frigoríficos goianos encerraram a semana com as escalas na média de 13 dias úteis, alta de 1 dia no comparativo semanal.
Pará – No Estado, os abates estão programados para 11 dias úteis, 2 dias a menos do que foi visto na semana passada.
MG/MS/MT – Nos Estados de Minas Gerais, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, os frigoríficos fecharam a semana com a média de 9 dias úteis escalados, com os mineiros e sulmatogrossenses mantendo a estabilidade e os matogrossenses avançando 2 dias, no comparativo semanal.
RO/TO – Em Rondônia e Tocantins, as escalas de abate se encontram próximas dos 8 dias úteis, com a média dos frigoríficos rondonienses recuando 3 dias e os tocantinenses avançando 2, no comparativo entre as semanas.




