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ANCP investe em projeto genômico multirraças

O objetivo principal é utilizar a consistente base de dados da raça Nelore para fortalecer os programas de melhoramento das demais raças zebuínas

Brahman, Guzerá e Tabapuã; Ancestralidade comum às quatro raças será “capturada” pela genômica.

Por Denis Cardoso

No próximo ano – ou, no mais tardar, em 2023 –, a ANCP (Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores), sediada em Ribeirão Preto, SP, pretende colocar em prática um ousado projeto que reunirá e avaliará conjuntamente os dados genéticos (informações fenotípicas e genotípicas) das mais relevantes raças zebuínas presentes no Brasil – Nelore, Guzerá, Brahman e Tabapuã. O objetivo principal, informa Fernando Baldi, diretor de Pesquisa e Inovação da ANCP, é utilizar a enorme e consistente base de dados já existentes da raça Nelore para fortalecer os programas de melhoramento das demais raças zebuínas.

Segundo ele, o modelo proposto pela ANCP não é um assunto novo, embora seja inédita no mundo a ideia de criação de um programa único de avaliação genética para animais da espécie Bos Indicus (originários da Índia e responsáveis por mais 80% do rebanho bovino brasileiro). Trata-se da aplicação do conceito de “seleção multirracial”, que já é bastante difundido em alguns outros países fortes em pecuária, como Estados Unidos e Canadá.

Teoricamente, a lógica do novo projeto parte do princípio de que, apesar das grandes diferenças nos dados de pedigree e fenotípicos entre as subespécies zebuínas, essas raças ainda conservam uma certa proximidade genética, pois compartilham ancestrais em comum. Tal argumento científico abre espaço para que os pesquisadores utilizem a ferramenta disponível de avaliação genômica para “capturar” essa ancestralidade em comum entre as espécies Bos Indicus predominantes no Brasil, já que isso não é possível apenas por meio de avaliações de pedigree/fenotípicas.

Segundo o presidente da ANCP, Raysildo Lôbo, o projeto de avaliação multirracial permitirá fazer correlações de desenvolvimento e desempenho entre as principais raças zebuínas, possibilitando avanços na seleção para qualidade de carne e carcaça, incluindo característica como maciez, marmoreio, acabamento e precocidade sexual e de terminação.

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Segundo ele, o modelo proposto pela ANCP não é um assunto novo, embora seja inédita no mundo a ideia de criação de um programa único de avaliação genética para animais da espécie Bos Indicus (originários da Índia e responsáveis por mais 80% do rebanho bovino brasileiro). Trata-se da aplicação do conceito de “seleção multirracial”, que já é bastante difundido em alguns outros países fortes em pecuária, como Estados Unidos e Canadá.

Teoricamente, a lógica do novo projeto parte do princípio de que, apesar das grandes diferenças nos dados de pedigree e fenotípicos entre as subespécies zebuínas, essas raças ainda conservam uma certa proximidade genética, pois compartilham ancestrais em comum. Tal argumento científico abre espaço para que os pesquisadores utilizem a ferramenta disponível de avaliação genômica para “capturar” essa ancestralidade em comum entre as espécies Bos Indicus predominantes no Brasil, já que isso não é possível apenas por meio de avaliações de pedigree/fenotípicas.

Segundo o presidente da ANCP, Raysildo Lôbo, o projeto de avaliação multirracial permitirá fazer correlações de desenvolvimento e desempenho entre as principais raças zebuínas, possibilitando avanços na seleção para qualidade de carne e carcaça, incluindo característica como maciez, marmoreio, acabamento e precocidade sexual e de terminação.

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No próximo ano – ou, no mais tardar, em 2023 –, a ANCP (Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores), sediada em Ribeirão Preto, SP, pretende colocar em prática um ousado projeto que reunirá e avaliará conjuntamente os dados genéticos (informações fenotípicas e genotípicas) das mais relevantes raças zebuínas presentes no Brasil – Nelore, Guzerá, Brahman e Tabapuã. O objetivo principal, informa Fernando Baldi, diretor de Pesquisa e Inovação da ANCP, é utilizar a enorme e consistente base de dados já existentes da raça Nelore para fortalecer os programas de melhoramento das demais raças zebuínas.

Segundo ele, o modelo proposto pela ANCP não é um assunto novo, embora seja inédita no mundo a ideia de criação de um programa único de avaliação genética para animais da espécie Bos Indicus (originários da Índia e responsáveis por mais 80% do rebanho bovino brasileiro). Trata-se da aplicação do conceito de “seleção multirracial”, que já é bastante difundido em alguns outros países fortes em pecuária, como Estados Unidos e Canadá.

Teoricamente, a lógica do novo projeto parte do princípio de que, apesar das grandes diferenças nos dados de pedigree e fenotípicos entre as subespécies zebuínas, essas raças ainda conservam uma certa proximidade genética, pois compartilham ancestrais em comum. Tal argumento científico abre espaço para que os pesquisadores utilizem a ferramenta disponível de avaliação genômica para “capturar” essa ancestralidade em comum entre as espécies Bos Indicus predominantes no Brasil, já que isso não é possível apenas por meio de avaliações de pedigree/fenotípicas.

Segundo o presidente da ANCP, Raysildo Lôbo, o projeto de avaliação multirracial permitirá fazer correlações de desenvolvimento e desempenho entre as principais raças zebuínas, possibilitando avanços na seleção para qualidade de carne e carcaça, incluindo característica como maciez, marmoreio, acabamento e precocidade sexual e de terminação.

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Segundo ele, o modelo proposto pela ANCP não é um assunto novo, embora seja inédita no mundo a ideia de criação de um programa único de avaliação genética para animais da espécie Bos Indicus (originários da Índia e responsáveis por mais 80% do rebanho bovino brasileiro). Trata-se da aplicação do conceito de “seleção multirracial”, que já é bastante difundido em alguns outros países fortes em pecuária, como Estados Unidos e Canadá.

Teoricamente, a lógica do novo projeto parte do princípio de que, apesar das grandes diferenças nos dados de pedigree e fenotípicos entre as subespécies zebuínas, essas raças ainda conservam uma certa proximidade genética, pois compartilham ancestrais em comum. Tal argumento científico abre espaço para que os pesquisadores utilizem a ferramenta disponível de avaliação genômica para “capturar” essa ancestralidade em comum entre as espécies Bos Indicus predominantes no Brasil, já que isso não é possível apenas por meio de avaliações de pedigree/fenotípicas.

Segundo o presidente da ANCP, Raysildo Lôbo, o projeto de avaliação multirracial permitirá fazer correlações de desenvolvimento e desempenho entre as principais raças zebuínas, possibilitando avanços na seleção para qualidade de carne e carcaça, incluindo característica como maciez, marmoreio, acabamento e precocidade sexual e de terminação.

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Segundo o presidente da ANCP, Raysildo Lôbo, o projeto de avaliação multirracial permitirá fazer correlações de desenvolvimento e desempenho entre as principais raças zebuínas, possibilitando avanços na seleção para qualidade de carne e carcaça, incluindo característica como maciez, marmoreio, acabamento e precocidade sexual e de terminação.

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Confira os destaques da seção ‘Giro Rápido’ da Revista DBO de maio

Brahman, Guzerá e Tabapuã; Ancestralidade comum às quatro raças será “capturada” pela genômica.

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Segundo ele, o modelo proposto pela ANCP não é um assunto novo, embora seja inédita no mundo a ideia de criação de um programa único de avaliação genética para animais da espécie Bos Indicus (originários da Índia e responsáveis por mais 80% do rebanho bovino brasileiro). Trata-se da aplicação do conceito de “seleção multirracial”, que já é bastante difundido em alguns outros países fortes em pecuária, como Estados Unidos e Canadá.

Teoricamente, a lógica do novo projeto parte do princípio de que, apesar das grandes diferenças nos dados de pedigree e fenotípicos entre as subespécies zebuínas, essas raças ainda conservam uma certa proximidade genética, pois compartilham ancestrais em comum. Tal argumento científico abre espaço para que os pesquisadores utilizem a ferramenta disponível de avaliação genômica para “capturar” essa ancestralidade em comum entre as espécies Bos Indicus predominantes no Brasil, já que isso não é possível apenas por meio de avaliações de pedigree/fenotípicas.

Segundo o presidente da ANCP, Raysildo Lôbo, o projeto de avaliação multirracial permitirá fazer correlações de desenvolvimento e desempenho entre as principais raças zebuínas, possibilitando avanços na seleção para qualidade de carne e carcaça, incluindo característica como maciez, marmoreio, acabamento e precocidade sexual e de terminação.

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

Brahman, Guzerá e Tabapuã; Ancestralidade comum às quatro raças será “capturada” pela genômica.

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Segundo ele, o modelo proposto pela ANCP não é um assunto novo, embora seja inédita no mundo a ideia de criação de um programa único de avaliação genética para animais da espécie Bos Indicus (originários da Índia e responsáveis por mais 80% do rebanho bovino brasileiro). Trata-se da aplicação do conceito de “seleção multirracial”, que já é bastante difundido em alguns outros países fortes em pecuária, como Estados Unidos e Canadá.

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Segundo ele, o modelo proposto pela ANCP não é um assunto novo, embora seja inédita no mundo a ideia de criação de um programa único de avaliação genética para animais da espécie Bos Indicus (originários da Índia e responsáveis por mais 80% do rebanho bovino brasileiro). Trata-se da aplicação do conceito de “seleção multirracial”, que já é bastante difundido em alguns outros países fortes em pecuária, como Estados Unidos e Canadá.

Teoricamente, a lógica do novo projeto parte do princípio de que, apesar das grandes diferenças nos dados de pedigree e fenotípicos entre as subespécies zebuínas, essas raças ainda conservam uma certa proximidade genética, pois compartilham ancestrais em comum. Tal argumento científico abre espaço para que os pesquisadores utilizem a ferramenta disponível de avaliação genômica para “capturar” essa ancestralidade em comum entre as espécies Bos Indicus predominantes no Brasil, já que isso não é possível apenas por meio de avaliações de pedigree/fenotípicas.

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