Os primeiros meses do ano são marcados, tradicionalmente, pelos aumentos dos abates de fêmeas, devido ao movimento de descarte das vacas que não emprenharam na estação de monta. O Imea (Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária) chama a atenção para a grande quantidade de fêmeas descartadas nos dois primeiros meses de 2019 no Mato Grosso, o maior o maior volume para o período desde 2016.
No primeiro bimestre deste ano, foram abatidas pelos frigoríficos do MT quase 475 mil fêmeas, um crescimento ao redor de 15% em relação ao volume de abates registrado em igual período de 2018 (em torno de 415 mil cabeça), informa o Imea.
O abate de fêmeas está associado à redução de matrizes, o que tende a puxar os preços de reposição no médio e longo prazo.




