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Manejo sob nova ótica

Bem-estar terá peso cada vez maior na cadeia produtiva, escreve o zootecnista Rafael Cassiolato de Oliveira, em artigo publicado na Revista DBO; confira!

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Desempenho dos leilões da ExpoZebu encorpa resultados de abril

Instalações adequadas são primeiro passo para se garantir bem-estar aos animais.

Por Rafael Cassiolato de Oliveira – Zootecnista com MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas e promotor técnico da GlobalGen.

Começo este artigo fazendo uma pergunta meramente provocativa aos leitores de DBO, apenas para induzi-los à reflexão: vocês já assistiram ou mesmo postaram, em redes sociais, algum vídeo com a hashtag “Nelore sendo Nelore”? Uma rápida pesquisa na internet expõe várias postagens visualizadas aos milhares de cães atrás da bezerrada, bois enroscados em meio ao arame farpado e outras situações que até geram boas gargalhadas, mas, ao mesmo tempo, expõem certo grau de ineficiência no manejo do gado.

Em minhas andanças por fazendas com distintas realidades, tenho incentivado a capacitação das pessoas que lidam com o rebanho, porque o mundo não está atento apenas às questões ambientais brasileiras, mas também ao bem-estar dos animais durante o ciclo produtivo.

Medidas simples beneficiam todos os elos da cadeia produtiva da carne bovina, inclusive, evitando acidentes graves e prejuízos, além de agilizar o manejo, seja ele alimentar, reprodutivo, sanitário, de embarque ou desembarque. Vou enumerar neste artigo algumas dessas medidas, que considero fundamentais.

A primeira diz respeito à infraestrutura da fazenda, que faz total diferença, com destaque para o tronco de contenção, que impede os animais de se deitar ou pular durante os procedimentos, reduzindo drasticamente o refluxo medicamentoso, por exemplo. Se o produtor tiver equipamento adequado e em boas condições, consegue reduzir o tempo dedicado a cada animal em até 50%.

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Em minhas andanças por fazendas com distintas realidades, tenho incentivado a capacitação das pessoas que lidam com o rebanho, porque o mundo não está atento apenas às questões ambientais brasileiras, mas também ao bem-estar dos animais durante o ciclo produtivo.

Medidas simples beneficiam todos os elos da cadeia produtiva da carne bovina, inclusive, evitando acidentes graves e prejuízos, além de agilizar o manejo, seja ele alimentar, reprodutivo, sanitário, de embarque ou desembarque. Vou enumerar neste artigo algumas dessas medidas, que considero fundamentais.

A primeira diz respeito à infraestrutura da fazenda, que faz total diferença, com destaque para o tronco de contenção, que impede os animais de se deitar ou pular durante os procedimentos, reduzindo drasticamente o refluxo medicamentoso, por exemplo. Se o produtor tiver equipamento adequado e em boas condições, consegue reduzir o tempo dedicado a cada animal em até 50%.

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Confira os destaques da seção ‘Giro Rápido’ da Revista DBO de maio

Instalações adequadas são primeiro passo para se garantir bem-estar aos animais.

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

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