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Revista DBO | Janela de oportunidade

Suplementação de bovinos no período de transição 1 ajuda a maximizar lucro, mas é preciso avaliar previamente as pastagens para conhecer seu potencial

Animais em pasto já começando a amarelar, devido à redução das chuvas, na passagem das águas para a seca.

Por Lauriston Bertelli Fernandes – Criador, zootecnista, ex-presidente da ASBRAM e diretor de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Premix.

Uma pecuária de corte lucrativa e sustentável é o desejo de todo pecuarista. Para isso, é fundamental criar o conceito de “safra bovina”, conceito que norteia planos de trabalho com visão do todo, ou seja, com começo, meio e fim. Considerando-se o conceito de safra, fica evidente a necessidade de se planejar e realizar processos produtivos respeitando as janelas que compõem o ano pecuário. São quatro momentos distintos e todos com sua devida importância. Para ficar mais claro, existem quatro janelas no ciclo pecuário:

Janela 1 – período das águas;
Janela 2 – transição 1: passagem da águas para a seca;
Janela 3 – período da seca;
Janela 4 – transição 2: passagem da seca para as águas.

VEJA TAMBÉM |  Pecuaristas devem se planejar para evitar perdas na estiagem

Neste artigo, vou focar na janela 2 ou de transição 1, que é o momento quando, de fato, se consolida (ou não) a sustentabilidade do ciclo produtivo. Esta é a fase em que termina o período chuvoso (o mais produtivo do sistema de a pasto) e entra no período da seca, que, via de regra, é o “fantasma” que assombra a pecuária brasileira. Este período coincide com o início do outono – fase de diminuição das chuvas, redução do fotoperíodo e das temperaturas médias –, o que induz à limitação de produtividade das forrageiras, encaminhando-as para uma fase de crescimento praticamente nulo.

 

 

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Por Lauriston Bertelli Fernandes – Criador, zootecnista, ex-presidente da ASBRAM e diretor de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Premix.

Uma pecuária de corte lucrativa e sustentável é o desejo de todo pecuarista. Para isso, é fundamental criar o conceito de “safra bovina”, conceito que norteia planos de trabalho com visão do todo, ou seja, com começo, meio e fim. Considerando-se o conceito de safra, fica evidente a necessidade de se planejar e realizar processos produtivos respeitando as janelas que compõem o ano pecuário. São quatro momentos distintos e todos com sua devida importância. Para ficar mais claro, existem quatro janelas no ciclo pecuário:

Janela 1 – período das águas;
Janela 2 – transição 1: passagem da águas para a seca;
Janela 3 – período da seca;
Janela 4 – transição 2: passagem da seca para as águas.

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Neste artigo, vou focar na janela 2 ou de transição 1, que é o momento quando, de fato, se consolida (ou não) a sustentabilidade do ciclo produtivo. Esta é a fase em que termina o período chuvoso (o mais produtivo do sistema de a pasto) e entra no período da seca, que, via de regra, é o “fantasma” que assombra a pecuária brasileira. Este período coincide com o início do outono – fase de diminuição das chuvas, redução do fotoperíodo e das temperaturas médias –, o que induz à limitação de produtividade das forrageiras, encaminhando-as para uma fase de crescimento praticamente nulo.

 

 

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Uma pecuária de corte lucrativa e sustentável é o desejo de todo pecuarista. Para isso, é fundamental criar o conceito de “safra bovina”, conceito que norteia planos de trabalho com visão do todo, ou seja, com começo, meio e fim. Considerando-se o conceito de safra, fica evidente a necessidade de se planejar e realizar processos produtivos respeitando as janelas que compõem o ano pecuário. São quatro momentos distintos e todos com sua devida importância. Para ficar mais claro, existem quatro janelas no ciclo pecuário:

Janela 1 – período das águas;
Janela 2 – transição 1: passagem da águas para a seca;
Janela 3 – período da seca;
Janela 4 – transição 2: passagem da seca para as águas.

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Neste artigo, vou focar na janela 2 ou de transição 1, que é o momento quando, de fato, se consolida (ou não) a sustentabilidade do ciclo produtivo. Esta é a fase em que termina o período chuvoso (o mais produtivo do sistema de a pasto) e entra no período da seca, que, via de regra, é o “fantasma” que assombra a pecuária brasileira. Este período coincide com o início do outono – fase de diminuição das chuvas, redução do fotoperíodo e das temperaturas médias –, o que induz à limitação de produtividade das forrageiras, encaminhando-as para uma fase de crescimento praticamente nulo.

 

 

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Uma pecuária de corte lucrativa e sustentável é o desejo de todo pecuarista. Para isso, é fundamental criar o conceito de “safra bovina”, conceito que norteia planos de trabalho com visão do todo, ou seja, com começo, meio e fim. Considerando-se o conceito de safra, fica evidente a necessidade de se planejar e realizar processos produtivos respeitando as janelas que compõem o ano pecuário. São quatro momentos distintos e todos com sua devida importância. Para ficar mais claro, existem quatro janelas no ciclo pecuário:

Janela 1 – período das águas;
Janela 2 – transição 1: passagem da águas para a seca;
Janela 3 – período da seca;
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Neste artigo, vou focar na janela 2 ou de transição 1, que é o momento quando, de fato, se consolida (ou não) a sustentabilidade do ciclo produtivo. Esta é a fase em que termina o período chuvoso (o mais produtivo do sistema de a pasto) e entra no período da seca, que, via de regra, é o “fantasma” que assombra a pecuária brasileira. Este período coincide com o início do outono – fase de diminuição das chuvas, redução do fotoperíodo e das temperaturas médias –, o que induz à limitação de produtividade das forrageiras, encaminhando-as para uma fase de crescimento praticamente nulo.

 

 

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Confira os destaques da seção ‘Giro Rápido’ da Revista DBO de maio

Animais em pasto já começando a amarelar, devido à redução das chuvas, na passagem das águas para a seca.

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

Animais em pasto já começando a amarelar, devido à redução das chuvas, na passagem das águas para a seca.

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Uma pecuária de corte lucrativa e sustentável é o desejo de todo pecuarista. Para isso, é fundamental criar o conceito de “safra bovina”, conceito que norteia planos de trabalho com visão do todo, ou seja, com começo, meio e fim. Considerando-se o conceito de safra, fica evidente a necessidade de se planejar e realizar processos produtivos respeitando as janelas que compõem o ano pecuário. São quatro momentos distintos e todos com sua devida importância. Para ficar mais claro, existem quatro janelas no ciclo pecuário:

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