Ganho no creep feeding pode cair pela metade se a recria também não for intensificada
Pesquisa mostra que intensificação tem de ser contínua para que o animal (sobretudo o macho) não perca o ganho adicional obtido na primeira fase
Creep feeding da UFLA, com bezerros Tabapuã: quatro anos de pesquisa.
Por Ariosto Mesquita
O aviso é para quem entra (ou pretende entrar) com a bezerrada no creep feeding para, depois, fazer animal magro ou gordo: uma vez usada suplementação na cria, não desacelere na recria. Caso a intensificação sofra descontinuidade, o desempenho adicional obtido na primeira fase da vida do animal pode cair pela metade na etapa seguinte.
O alerta vem de um estudo concluído este ano pelos pesquisadores Mateus Pies Giombelli e Daniel Rume Casagrande, professores do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Lavras (UFLA), MG. Na avaliação, a diferença da média de peso entre o animal suplementado e não suplementado obtida na cria, despencou de 25 kg, nesta primeira fase, para 13 kg ao final de um ano de recria (período em que todos receberam a mesma suplementação de águas e seca).
O creep feeding consiste em um sistema estrutural que permite uma alimentação adicional ao bezerro que ainda está mamando. Geralmente envolve a oferta de uma ração concentrada em um cocho ao qual somente a bezerrada tem acesso.
O estudo levou quatro anos para ser concluído. O trabalho a campo, com animais da raça Tabapuã (do rebanho da Ufla) foi concentrado entre 2017 e 2019.
A pesquisa contou com 36 pares de vacas e bezerros (23 fêmeas e 13 machos). A bezerrada do grupo controle (consumo de pasto + leite) reuniu 11 fêmeas e sete machos. No grupo de creep feeding (consumo de leite + pasto + suplementação, fornecida a partir dos 30 dias de vida) ficaram 12 bezerras e seis bezerros. A forrageira pastejada foi a braquiária Marandu. No desmame, aos sete meses, a média de peso foi de 240 kg (suplementados) e 215 kg (não suplementados). Na recria, com os dois grupos recebendo a mesma suplementação nas águas e na seca, o peso médio final atingiu 390 kg e 377 kg, respectivamente.
Os pesquisadores constataram uma boa diferença no efeito da suplementação de cria sobre o sexo dos animais. De acordo com números da pesquisa, os machos responderam melhor ao uso do creep, atingindo, no desmame, peso médio de 257 kg ante 220 kg dos bezerros não suplementados. O ganho médio diário (GMD) ficou em 1,029 kg/dia e 0,889 kg/dia, respectivamente. Entre as fêmeas, esta desigualdade foi menor: 223 kg e 210 kg no peso ao desmame e 0,901 kg e 0,829 kg em GMD.
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O alerta vem de um estudo concluído este ano pelos pesquisadores Mateus Pies Giombelli e Daniel Rume Casagrande, professores do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Lavras (UFLA), MG. Na avaliação, a diferença da média de peso entre o animal suplementado e não suplementado obtida na cria, despencou de 25 kg, nesta primeira fase, para 13 kg ao final de um ano de recria (período em que todos receberam a mesma suplementação de águas e seca).
O creep feeding consiste em um sistema estrutural que permite uma alimentação adicional ao bezerro que ainda está mamando. Geralmente envolve a oferta de uma ração concentrada em um cocho ao qual somente a bezerrada tem acesso.
O estudo levou quatro anos para ser concluído. O trabalho a campo, com animais da raça Tabapuã (do rebanho da Ufla) foi concentrado entre 2017 e 2019.
A pesquisa contou com 36 pares de vacas e bezerros (23 fêmeas e 13 machos). A bezerrada do grupo controle (consumo de pasto + leite) reuniu 11 fêmeas e sete machos. No grupo de creep feeding (consumo de leite + pasto + suplementação, fornecida a partir dos 30 dias de vida) ficaram 12 bezerras e seis bezerros. A forrageira pastejada foi a braquiária Marandu. No desmame, aos sete meses, a média de peso foi de 240 kg (suplementados) e 215 kg (não suplementados). Na recria, com os dois grupos recebendo a mesma suplementação nas águas e na seca, o peso médio final atingiu 390 kg e 377 kg, respectivamente.
Os pesquisadores constataram uma boa diferença no efeito da suplementação de cria sobre o sexo dos animais. De acordo com números da pesquisa, os machos responderam melhor ao uso do creep, atingindo, no desmame, peso médio de 257 kg ante 220 kg dos bezerros não suplementados. O ganho médio diário (GMD) ficou em 1,029 kg/dia e 0,889 kg/dia, respectivamente. Entre as fêmeas, esta desigualdade foi menor: 223 kg e 210 kg no peso ao desmame e 0,901 kg e 0,829 kg em GMD.
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O alerta vem de um estudo concluído este ano pelos pesquisadores Mateus Pies Giombelli e Daniel Rume Casagrande, professores do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Lavras (UFLA), MG. Na avaliação, a diferença da média de peso entre o animal suplementado e não suplementado obtida na cria, despencou de 25 kg, nesta primeira fase, para 13 kg ao final de um ano de recria (período em que todos receberam a mesma suplementação de águas e seca).
O creep feeding consiste em um sistema estrutural que permite uma alimentação adicional ao bezerro que ainda está mamando. Geralmente envolve a oferta de uma ração concentrada em um cocho ao qual somente a bezerrada tem acesso.
O estudo levou quatro anos para ser concluído. O trabalho a campo, com animais da raça Tabapuã (do rebanho da Ufla) foi concentrado entre 2017 e 2019.
A pesquisa contou com 36 pares de vacas e bezerros (23 fêmeas e 13 machos). A bezerrada do grupo controle (consumo de pasto + leite) reuniu 11 fêmeas e sete machos. No grupo de creep feeding (consumo de leite + pasto + suplementação, fornecida a partir dos 30 dias de vida) ficaram 12 bezerras e seis bezerros. A forrageira pastejada foi a braquiária Marandu. No desmame, aos sete meses, a média de peso foi de 240 kg (suplementados) e 215 kg (não suplementados). Na recria, com os dois grupos recebendo a mesma suplementação nas águas e na seca, o peso médio final atingiu 390 kg e 377 kg, respectivamente.
Os pesquisadores constataram uma boa diferença no efeito da suplementação de cria sobre o sexo dos animais. De acordo com números da pesquisa, os machos responderam melhor ao uso do creep, atingindo, no desmame, peso médio de 257 kg ante 220 kg dos bezerros não suplementados. O ganho médio diário (GMD) ficou em 1,029 kg/dia e 0,889 kg/dia, respectivamente. Entre as fêmeas, esta desigualdade foi menor: 223 kg e 210 kg no peso ao desmame e 0,901 kg e 0,829 kg em GMD.
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O alerta vem de um estudo concluído este ano pelos pesquisadores Mateus Pies Giombelli e Daniel Rume Casagrande, professores do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Lavras (UFLA), MG. Na avaliação, a diferença da média de peso entre o animal suplementado e não suplementado obtida na cria, despencou de 25 kg, nesta primeira fase, para 13 kg ao final de um ano de recria (período em que todos receberam a mesma suplementação de águas e seca).
O creep feeding consiste em um sistema estrutural que permite uma alimentação adicional ao bezerro que ainda está mamando. Geralmente envolve a oferta de uma ração concentrada em um cocho ao qual somente a bezerrada tem acesso.
O estudo levou quatro anos para ser concluído. O trabalho a campo, com animais da raça Tabapuã (do rebanho da Ufla) foi concentrado entre 2017 e 2019.
A pesquisa contou com 36 pares de vacas e bezerros (23 fêmeas e 13 machos). A bezerrada do grupo controle (consumo de pasto + leite) reuniu 11 fêmeas e sete machos. No grupo de creep feeding (consumo de leite + pasto + suplementação, fornecida a partir dos 30 dias de vida) ficaram 12 bezerras e seis bezerros. A forrageira pastejada foi a braquiária Marandu. No desmame, aos sete meses, a média de peso foi de 240 kg (suplementados) e 215 kg (não suplementados). Na recria, com os dois grupos recebendo a mesma suplementação nas águas e na seca, o peso médio final atingiu 390 kg e 377 kg, respectivamente.
Os pesquisadores constataram uma boa diferença no efeito da suplementação de cria sobre o sexo dos animais. De acordo com números da pesquisa, os machos responderam melhor ao uso do creep, atingindo, no desmame, peso médio de 257 kg ante 220 kg dos bezerros não suplementados. O ganho médio diário (GMD) ficou em 1,029 kg/dia e 0,889 kg/dia, respectivamente. Entre as fêmeas, esta desigualdade foi menor: 223 kg e 210 kg no peso ao desmame e 0,901 kg e 0,829 kg em GMD.
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O creep feeding consiste em um sistema estrutural que permite uma alimentação adicional ao bezerro que ainda está mamando. Geralmente envolve a oferta de uma ração concentrada em um cocho ao qual somente a bezerrada tem acesso.
O estudo levou quatro anos para ser concluído. O trabalho a campo, com animais da raça Tabapuã (do rebanho da Ufla) foi concentrado entre 2017 e 2019.
A pesquisa contou com 36 pares de vacas e bezerros (23 fêmeas e 13 machos). A bezerrada do grupo controle (consumo de pasto + leite) reuniu 11 fêmeas e sete machos. No grupo de creep feeding (consumo de leite + pasto + suplementação, fornecida a partir dos 30 dias de vida) ficaram 12 bezerras e seis bezerros. A forrageira pastejada foi a braquiária Marandu. No desmame, aos sete meses, a média de peso foi de 240 kg (suplementados) e 215 kg (não suplementados). Na recria, com os dois grupos recebendo a mesma suplementação nas águas e na seca, o peso médio final atingiu 390 kg e 377 kg, respectivamente.
Os pesquisadores constataram uma boa diferença no efeito da suplementação de cria sobre o sexo dos animais. De acordo com números da pesquisa, os machos responderam melhor ao uso do creep, atingindo, no desmame, peso médio de 257 kg ante 220 kg dos bezerros não suplementados. O ganho médio diário (GMD) ficou em 1,029 kg/dia e 0,889 kg/dia, respectivamente. Entre as fêmeas, esta desigualdade foi menor: 223 kg e 210 kg no peso ao desmame e 0,901 kg e 0,829 kg em GMD.
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O alerta vem de um estudo concluído este ano pelos pesquisadores Mateus Pies Giombelli e Daniel Rume Casagrande, professores do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Lavras (UFLA), MG. Na avaliação, a diferença da média de peso entre o animal suplementado e não suplementado obtida na cria, despencou de 25 kg, nesta primeira fase, para 13 kg ao final de um ano de recria (período em que todos receberam a mesma suplementação de águas e seca).
O creep feeding consiste em um sistema estrutural que permite uma alimentação adicional ao bezerro que ainda está mamando. Geralmente envolve a oferta de uma ração concentrada em um cocho ao qual somente a bezerrada tem acesso.
O estudo levou quatro anos para ser concluído. O trabalho a campo, com animais da raça Tabapuã (do rebanho da Ufla) foi concentrado entre 2017 e 2019.
A pesquisa contou com 36 pares de vacas e bezerros (23 fêmeas e 13 machos). A bezerrada do grupo controle (consumo de pasto + leite) reuniu 11 fêmeas e sete machos. No grupo de creep feeding (consumo de leite + pasto + suplementação, fornecida a partir dos 30 dias de vida) ficaram 12 bezerras e seis bezerros. A forrageira pastejada foi a braquiária Marandu. No desmame, aos sete meses, a média de peso foi de 240 kg (suplementados) e 215 kg (não suplementados). Na recria, com os dois grupos recebendo a mesma suplementação nas águas e na seca, o peso médio final atingiu 390 kg e 377 kg, respectivamente.
Os pesquisadores constataram uma boa diferença no efeito da suplementação de cria sobre o sexo dos animais. De acordo com números da pesquisa, os machos responderam melhor ao uso do creep, atingindo, no desmame, peso médio de 257 kg ante 220 kg dos bezerros não suplementados. O ganho médio diário (GMD) ficou em 1,029 kg/dia e 0,889 kg/dia, respectivamente. Entre as fêmeas, esta desigualdade foi menor: 223 kg e 210 kg no peso ao desmame e 0,901 kg e 0,829 kg em GMD.
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O creep feeding consiste em um sistema estrutural que permite uma alimentação adicional ao bezerro que ainda está mamando. Geralmente envolve a oferta de uma ração concentrada em um cocho ao qual somente a bezerrada tem acesso.
O estudo levou quatro anos para ser concluído. O trabalho a campo, com animais da raça Tabapuã (do rebanho da Ufla) foi concentrado entre 2017 e 2019.
A pesquisa contou com 36 pares de vacas e bezerros (23 fêmeas e 13 machos). A bezerrada do grupo controle (consumo de pasto + leite) reuniu 11 fêmeas e sete machos. No grupo de creep feeding (consumo de leite + pasto + suplementação, fornecida a partir dos 30 dias de vida) ficaram 12 bezerras e seis bezerros. A forrageira pastejada foi a braquiária Marandu. No desmame, aos sete meses, a média de peso foi de 240 kg (suplementados) e 215 kg (não suplementados). Na recria, com os dois grupos recebendo a mesma suplementação nas águas e na seca, o peso médio final atingiu 390 kg e 377 kg, respectivamente.
Os pesquisadores constataram uma boa diferença no efeito da suplementação de cria sobre o sexo dos animais. De acordo com números da pesquisa, os machos responderam melhor ao uso do creep, atingindo, no desmame, peso médio de 257 kg ante 220 kg dos bezerros não suplementados. O ganho médio diário (GMD) ficou em 1,029 kg/dia e 0,889 kg/dia, respectivamente. Entre as fêmeas, esta desigualdade foi menor: 223 kg e 210 kg no peso ao desmame e 0,901 kg e 0,829 kg em GMD.
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O alerta vem de um estudo concluído este ano pelos pesquisadores Mateus Pies Giombelli e Daniel Rume Casagrande, professores do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Lavras (UFLA), MG. Na avaliação, a diferença da média de peso entre o animal suplementado e não suplementado obtida na cria, despencou de 25 kg, nesta primeira fase, para 13 kg ao final de um ano de recria (período em que todos receberam a mesma suplementação de águas e seca).
O creep feeding consiste em um sistema estrutural que permite uma alimentação adicional ao bezerro que ainda está mamando. Geralmente envolve a oferta de uma ração concentrada em um cocho ao qual somente a bezerrada tem acesso.
O estudo levou quatro anos para ser concluído. O trabalho a campo, com animais da raça Tabapuã (do rebanho da Ufla) foi concentrado entre 2017 e 2019.
A pesquisa contou com 36 pares de vacas e bezerros (23 fêmeas e 13 machos). A bezerrada do grupo controle (consumo de pasto + leite) reuniu 11 fêmeas e sete machos. No grupo de creep feeding (consumo de leite + pasto + suplementação, fornecida a partir dos 30 dias de vida) ficaram 12 bezerras e seis bezerros. A forrageira pastejada foi a braquiária Marandu. No desmame, aos sete meses, a média de peso foi de 240 kg (suplementados) e 215 kg (não suplementados). Na recria, com os dois grupos recebendo a mesma suplementação nas águas e na seca, o peso médio final atingiu 390 kg e 377 kg, respectivamente.
Os pesquisadores constataram uma boa diferença no efeito da suplementação de cria sobre o sexo dos animais. De acordo com números da pesquisa, os machos responderam melhor ao uso do creep, atingindo, no desmame, peso médio de 257 kg ante 220 kg dos bezerros não suplementados. O ganho médio diário (GMD) ficou em 1,029 kg/dia e 0,889 kg/dia, respectivamente. Entre as fêmeas, esta desigualdade foi menor: 223 kg e 210 kg no peso ao desmame e 0,901 kg e 0,829 kg em GMD.
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O alerta vem de um estudo concluído este ano pelos pesquisadores Mateus Pies Giombelli e Daniel Rume Casagrande, professores do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Lavras (UFLA), MG. Na avaliação, a diferença da média de peso entre o animal suplementado e não suplementado obtida na cria, despencou de 25 kg, nesta primeira fase, para 13 kg ao final de um ano de recria (período em que todos receberam a mesma suplementação de águas e seca).
O creep feeding consiste em um sistema estrutural que permite uma alimentação adicional ao bezerro que ainda está mamando. Geralmente envolve a oferta de uma ração concentrada em um cocho ao qual somente a bezerrada tem acesso.
O estudo levou quatro anos para ser concluído. O trabalho a campo, com animais da raça Tabapuã (do rebanho da Ufla) foi concentrado entre 2017 e 2019.
A pesquisa contou com 36 pares de vacas e bezerros (23 fêmeas e 13 machos). A bezerrada do grupo controle (consumo de pasto + leite) reuniu 11 fêmeas e sete machos. No grupo de creep feeding (consumo de leite + pasto + suplementação, fornecida a partir dos 30 dias de vida) ficaram 12 bezerras e seis bezerros. A forrageira pastejada foi a braquiária Marandu. No desmame, aos sete meses, a média de peso foi de 240 kg (suplementados) e 215 kg (não suplementados). Na recria, com os dois grupos recebendo a mesma suplementação nas águas e na seca, o peso médio final atingiu 390 kg e 377 kg, respectivamente.
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