Pecuaristas colecionam decepções no mercado do boi
Pela primeira vez em 20 anos, as eleições não ajudaram o preço da arroba do boi gordo, que seguiu trajetória inversa ao comportamento histórico
Foto: Wenderson Araujo/CNA
Por Denis Cardoso
Desde 2002, os preços brasileiros do boi gordo sempre subiram em anos de eleições gerais, refletindo a maior distribuição de dinheiro na economia, oriundo dos financiamentos das campanhas eleitorais. Porém, no decorrer deste ano, a arroba vem seguindo trajetória inversa ao comportamento histórico, ignorando completamente o pleito deste ano e o seu “fundão” eleitoral de R$ 4,9 bilhões injetado diretamente na “veia” da economia brasileira.
Pelos dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), nominalmente, o Indicador do Boi Gordo (preço à vista, mercado paulista) fechou setembro/22 valendo R$ 303,95/@, o que representou um recuo nominal de quase 10% (ou R$ 32,55/@) em relação ao preço registrado no último dia útil de dezembro de 2021 (30/12), de R$ 336,50/@.
Segundo dados levantados pela médica veterinária Lygia Pimentel, CEO da Agriffato, consultoria com sede na capital paulista, nas eleições de 2002, por exemplo, a cotação do boi terminado subiu 32% entre o primeiro semestre (período de pré-campanha) e a segunda metade do ano. Na disputa eleitoral de 2006, o avanço da arroba em igual intervalo de comparação foi de 23%, coincidentemente o mesmo percentual de aumento registrado nas Eleições de 2010, segundo a Agrifatto.
O problema maior é que, além das eleições, outros fatores que poderiam contribuir para impulsionar a arroba neste ano também decepcionaram fortemente os pecuaristas. Pelo menos até este momento (início de outubro, data de fechamento desta edição DBO), o tradicional período de entressafra de boiadas criadas em sistema extensivo (época da seca) também teve um efeito nulo nos preços do boi gordo.
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Desde 2002, os preços brasileiros do boi gordo sempre subiram em anos de eleições gerais, refletindo a maior distribuição de dinheiro na economia, oriundo dos financiamentos das campanhas eleitorais. Porém, no decorrer deste ano, a arroba vem seguindo trajetória inversa ao comportamento histórico, ignorando completamente o pleito deste ano e o seu “fundão” eleitoral de R$ 4,9 bilhões injetado diretamente na “veia” da economia brasileira.
Pelos dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), nominalmente, o Indicador do Boi Gordo (preço à vista, mercado paulista) fechou setembro/22 valendo R$ 303,95/@, o que representou um recuo nominal de quase 10% (ou R$ 32,55/@) em relação ao preço registrado no último dia útil de dezembro de 2021 (30/12), de R$ 336,50/@.
Segundo dados levantados pela médica veterinária Lygia Pimentel, CEO da Agriffato, consultoria com sede na capital paulista, nas eleições de 2002, por exemplo, a cotação do boi terminado subiu 32% entre o primeiro semestre (período de pré-campanha) e a segunda metade do ano. Na disputa eleitoral de 2006, o avanço da arroba em igual intervalo de comparação foi de 23%, coincidentemente o mesmo percentual de aumento registrado nas Eleições de 2010, segundo a Agrifatto.
O problema maior é que, além das eleições, outros fatores que poderiam contribuir para impulsionar a arroba neste ano também decepcionaram fortemente os pecuaristas. Pelo menos até este momento (início de outubro, data de fechamento desta edição DBO), o tradicional período de entressafra de boiadas criadas em sistema extensivo (época da seca) também teve um efeito nulo nos preços do boi gordo.
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Pelos dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), nominalmente, o Indicador do Boi Gordo (preço à vista, mercado paulista) fechou setembro/22 valendo R$ 303,95/@, o que representou um recuo nominal de quase 10% (ou R$ 32,55/@) em relação ao preço registrado no último dia útil de dezembro de 2021 (30/12), de R$ 336,50/@.
Segundo dados levantados pela médica veterinária Lygia Pimentel, CEO da Agriffato, consultoria com sede na capital paulista, nas eleições de 2002, por exemplo, a cotação do boi terminado subiu 32% entre o primeiro semestre (período de pré-campanha) e a segunda metade do ano. Na disputa eleitoral de 2006, o avanço da arroba em igual intervalo de comparação foi de 23%, coincidentemente o mesmo percentual de aumento registrado nas Eleições de 2010, segundo a Agrifatto.
O problema maior é que, além das eleições, outros fatores que poderiam contribuir para impulsionar a arroba neste ano também decepcionaram fortemente os pecuaristas. Pelo menos até este momento (início de outubro, data de fechamento desta edição DBO), o tradicional período de entressafra de boiadas criadas em sistema extensivo (época da seca) também teve um efeito nulo nos preços do boi gordo.
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Desde 2002, os preços brasileiros do boi gordo sempre subiram em anos de eleições gerais, refletindo a maior distribuição de dinheiro na economia, oriundo dos financiamentos das campanhas eleitorais. Porém, no decorrer deste ano, a arroba vem seguindo trajetória inversa ao comportamento histórico, ignorando completamente o pleito deste ano e o seu “fundão” eleitoral de R$ 4,9 bilhões injetado diretamente na “veia” da economia brasileira.
Pelos dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), nominalmente, o Indicador do Boi Gordo (preço à vista, mercado paulista) fechou setembro/22 valendo R$ 303,95/@, o que representou um recuo nominal de quase 10% (ou R$ 32,55/@) em relação ao preço registrado no último dia útil de dezembro de 2021 (30/12), de R$ 336,50/@.
Segundo dados levantados pela médica veterinária Lygia Pimentel, CEO da Agriffato, consultoria com sede na capital paulista, nas eleições de 2002, por exemplo, a cotação do boi terminado subiu 32% entre o primeiro semestre (período de pré-campanha) e a segunda metade do ano. Na disputa eleitoral de 2006, o avanço da arroba em igual intervalo de comparação foi de 23%, coincidentemente o mesmo percentual de aumento registrado nas Eleições de 2010, segundo a Agrifatto.
O problema maior é que, além das eleições, outros fatores que poderiam contribuir para impulsionar a arroba neste ano também decepcionaram fortemente os pecuaristas. Pelo menos até este momento (início de outubro, data de fechamento desta edição DBO), o tradicional período de entressafra de boiadas criadas em sistema extensivo (época da seca) também teve um efeito nulo nos preços do boi gordo.
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Pelos dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), nominalmente, o Indicador do Boi Gordo (preço à vista, mercado paulista) fechou setembro/22 valendo R$ 303,95/@, o que representou um recuo nominal de quase 10% (ou R$ 32,55/@) em relação ao preço registrado no último dia útil de dezembro de 2021 (30/12), de R$ 336,50/@.
Segundo dados levantados pela médica veterinária Lygia Pimentel, CEO da Agriffato, consultoria com sede na capital paulista, nas eleições de 2002, por exemplo, a cotação do boi terminado subiu 32% entre o primeiro semestre (período de pré-campanha) e a segunda metade do ano. Na disputa eleitoral de 2006, o avanço da arroba em igual intervalo de comparação foi de 23%, coincidentemente o mesmo percentual de aumento registrado nas Eleições de 2010, segundo a Agrifatto.
O problema maior é que, além das eleições, outros fatores que poderiam contribuir para impulsionar a arroba neste ano também decepcionaram fortemente os pecuaristas. Pelo menos até este momento (início de outubro, data de fechamento desta edição DBO), o tradicional período de entressafra de boiadas criadas em sistema extensivo (época da seca) também teve um efeito nulo nos preços do boi gordo.
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Pelos dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), nominalmente, o Indicador do Boi Gordo (preço à vista, mercado paulista) fechou setembro/22 valendo R$ 303,95/@, o que representou um recuo nominal de quase 10% (ou R$ 32,55/@) em relação ao preço registrado no último dia útil de dezembro de 2021 (30/12), de R$ 336,50/@.
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Segundo dados levantados pela médica veterinária Lygia Pimentel, CEO da Agriffato, consultoria com sede na capital paulista, nas eleições de 2002, por exemplo, a cotação do boi terminado subiu 32% entre o primeiro semestre (período de pré-campanha) e a segunda metade do ano. Na disputa eleitoral de 2006, o avanço da arroba em igual intervalo de comparação foi de 23%, coincidentemente o mesmo percentual de aumento registrado nas Eleições de 2010, segundo a Agrifatto.
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Pelos dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), nominalmente, o Indicador do Boi Gordo (preço à vista, mercado paulista) fechou setembro/22 valendo R$ 303,95/@, o que representou um recuo nominal de quase 10% (ou R$ 32,55/@) em relação ao preço registrado no último dia útil de dezembro de 2021 (30/12), de R$ 336,50/@.
Segundo dados levantados pela médica veterinária Lygia Pimentel, CEO da Agriffato, consultoria com sede na capital paulista, nas eleições de 2002, por exemplo, a cotação do boi terminado subiu 32% entre o primeiro semestre (período de pré-campanha) e a segunda metade do ano. Na disputa eleitoral de 2006, o avanço da arroba em igual intervalo de comparação foi de 23%, coincidentemente o mesmo percentual de aumento registrado nas Eleições de 2010, segundo a Agrifatto.
O problema maior é que, além das eleições, outros fatores que poderiam contribuir para impulsionar a arroba neste ano também decepcionaram fortemente os pecuaristas. Pelo menos até este momento (início de outubro, data de fechamento desta edição DBO), o tradicional período de entressafra de boiadas criadas em sistema extensivo (época da seca) também teve um efeito nulo nos preços do boi gordo.
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