Em artigo, o zootecnista Adilson de Paula Almeida Aguiar apresenta alguns casos de estratégias de adubação para a safra 2022/2023

Por Adilson de Paula Almeida Aguiar – Zootecnista, professor em cursos de pós-graduação do Rehagro e das Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu); consultor associado da Consupec (Consultoria e Planejamento Pecuário), de MG, e investidor nas atividades de pecuária de corte e leite.
Uma das vantagens de somar anos à nossa vida é que já vimos alguns “filmes” e conhecemos seu final. Um desses “filmes” é o da alta nos preços dos fertilizantes, enquanto a arroba apresenta movimento de baixa. Para iniciar este artigo, convido você a analisar os dados da Tabela 1.

Usarei como exemplo a ureia, fonte de nitrogênio, um “acelerador” da produção de forragem em pastagens formadas com gramíneas. Entre 2019 e 2022, o preço deste insumo passou de R$ 1.735 para R$ 6.112 a tonelada, um incremento de 252,3% ou 3,52 vezes. No mesmo período, a arroba, no Mato Grosso do Sul, por exemplo, foi de R$ 150 para R$ 305, aumentando 103,3% ou 2,03 vezes. Em 2019, o pecuarista gastou 11,57@ de boi gordo para comprar uma tonelada de ureia, enquanto, em 2022, precisou de 20,04@.
Em 31 anos de vida profissional, ouvi várias vezes a pergunta: “Neste contexto, ainda é economicamente viável corrigir e adubar pastagens para produção de carne bovina?” Nesse mesmo período, vi muitos pecuaristas deixarem de fazer correção e adubação de pastagens. Mas, e aqueles que continuaram adotando essa tecnologia? Quais estratégias adotaram? Ainda se mantiveram competitivos na atividade? Ainda atendo pecuaristas que vêm corrigindo e adubando pastagens desde 1994. O objetivo deste artigo é apresentar alguns casos de estratégias de adubação para a safra 2022/2023.
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Por Adilson de Paula Almeida Aguiar – Zootecnista, professor em cursos de pós-graduação do Rehagro e das Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu); consultor associado da Consupec (Consultoria e Planejamento Pecuário), de MG, e investidor nas atividades de pecuária de corte e leite.
Uma das vantagens de somar anos à nossa vida é que já vimos alguns “filmes” e conhecemos seu final. Um desses “filmes” é o da alta nos preços dos fertilizantes, enquanto a arroba apresenta movimento de baixa. Para iniciar este artigo, convido você a analisar os dados da Tabela 1.

Usarei como exemplo a ureia, fonte de nitrogênio, um “acelerador” da produção de forragem em pastagens formadas com gramíneas. Entre 2019 e 2022, o preço deste insumo passou de R$ 1.735 para R$ 6.112 a tonelada, um incremento de 252,3% ou 3,52 vezes. No mesmo período, a arroba, no Mato Grosso do Sul, por exemplo, foi de R$ 150 para R$ 305, aumentando 103,3% ou 2,03 vezes. Em 2019, o pecuarista gastou 11,57@ de boi gordo para comprar uma tonelada de ureia, enquanto, em 2022, precisou de 20,04@.
Em 31 anos de vida profissional, ouvi várias vezes a pergunta: “Neste contexto, ainda é economicamente viável corrigir e adubar pastagens para produção de carne bovina?” Nesse mesmo período, vi muitos pecuaristas deixarem de fazer correção e adubação de pastagens. Mas, e aqueles que continuaram adotando essa tecnologia? Quais estratégias adotaram? Ainda se mantiveram competitivos na atividade? Ainda atendo pecuaristas que vêm corrigindo e adubando pastagens desde 1994. O objetivo deste artigo é apresentar alguns casos de estratégias de adubação para a safra 2022/2023.
Por Adilson de Paula Almeida Aguiar – Zootecnista, professor em cursos de pós-graduação do Rehagro e das Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu); consultor associado da Consupec (Consultoria e Planejamento Pecuário), de MG, e investidor nas atividades de pecuária de corte e leite.




