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Revista DBO | Boa gestão da porteira para dentro garante lucro

Benchmarking Nutron/Cargill bate recorde de animais avaliados, com lucro médio de R$ 1.224/cab no grupo Top 10%, e alta no número @ produzidas/animal

Por Carolina Rodrigues

Criado há seis anos com o objetivo de gerar referências para o mercado de animais confinados na América Latina, o Benchmarking Nutron/Cargill chega à sua sexta edição com bons motivos para comemorar. Em 2021, avaliou exatos 1.110.057 bovinos (1.036.949 no Brasil, 31.541 na Bolívia e 41.567 no Paraguai), ante 111.142 em 2016. Desse total, 85% eram machos e 15%, fêmeas.

Trata-se de uma amostragem muito expressiva (no caso do Brasil, representa 15,95% dos 6,5 milhões de cabeças confinadas no País). Somente de 2020 para 2021, houve crescimento de 82% na quantidade de animais avaliados, o que demostra maior interesse do produtor por informações que balizem seu negócio. Em seis anos, o número de confinamentos participantes passou de nove para 120.

“No Brasil, já conseguimos boa abrangência no mercado. Nosso benchmarking reúne projetos das cinco regiões do País e produtores de todos os tamanhos”, frisa Felipe Bortolotto, consultor técnico nacional de bovinos de corte da empresa, que tem trabalhado, nos últimos anos, para “democratizar” sua base de dados.

VEJA TAMBÉM | Os top 20 da engorda a cocho no Brasil

O levantamento de 2021 já contou com 42 confinadores pequenos (que abatem até 3.000 animais/ano), além de 44 que podem ser classificados como médios (3.000 a 10.000 cabeças/ano). Os demais 34 são grandes (mais de 10.000 animais).

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Criado há seis anos com o objetivo de gerar referências para o mercado de animais confinados na América Latina, o Benchmarking Nutron/Cargill chega à sua sexta edição com bons motivos para comemorar. Em 2021, avaliou exatos 1.110.057 bovinos (1.036.949 no Brasil, 31.541 na Bolívia e 41.567 no Paraguai), ante 111.142 em 2016. Desse total, 85% eram machos e 15%, fêmeas.

Trata-se de uma amostragem muito expressiva (no caso do Brasil, representa 15,95% dos 6,5 milhões de cabeças confinadas no País). Somente de 2020 para 2021, houve crescimento de 82% na quantidade de animais avaliados, o que demostra maior interesse do produtor por informações que balizem seu negócio. Em seis anos, o número de confinamentos participantes passou de nove para 120.

“No Brasil, já conseguimos boa abrangência no mercado. Nosso benchmarking reúne projetos das cinco regiões do País e produtores de todos os tamanhos”, frisa Felipe Bortolotto, consultor técnico nacional de bovinos de corte da empresa, que tem trabalhado, nos últimos anos, para “democratizar” sua base de dados.

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O levantamento de 2021 já contou com 42 confinadores pequenos (que abatem até 3.000 animais/ano), além de 44 que podem ser classificados como médios (3.000 a 10.000 cabeças/ano). Os demais 34 são grandes (mais de 10.000 animais).

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Criado há seis anos com o objetivo de gerar referências para o mercado de animais confinados na América Latina, o Benchmarking Nutron/Cargill chega à sua sexta edição com bons motivos para comemorar. Em 2021, avaliou exatos 1.110.057 bovinos (1.036.949 no Brasil, 31.541 na Bolívia e 41.567 no Paraguai), ante 111.142 em 2016. Desse total, 85% eram machos e 15%, fêmeas.

Trata-se de uma amostragem muito expressiva (no caso do Brasil, representa 15,95% dos 6,5 milhões de cabeças confinadas no País). Somente de 2020 para 2021, houve crescimento de 82% na quantidade de animais avaliados, o que demostra maior interesse do produtor por informações que balizem seu negócio. Em seis anos, o número de confinamentos participantes passou de nove para 120.

“No Brasil, já conseguimos boa abrangência no mercado. Nosso benchmarking reúne projetos das cinco regiões do País e produtores de todos os tamanhos”, frisa Felipe Bortolotto, consultor técnico nacional de bovinos de corte da empresa, que tem trabalhado, nos últimos anos, para “democratizar” sua base de dados.

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O levantamento de 2021 já contou com 42 confinadores pequenos (que abatem até 3.000 animais/ano), além de 44 que podem ser classificados como médios (3.000 a 10.000 cabeças/ano). Os demais 34 são grandes (mais de 10.000 animais).

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Trata-se de uma amostragem muito expressiva (no caso do Brasil, representa 15,95% dos 6,5 milhões de cabeças confinadas no País). Somente de 2020 para 2021, houve crescimento de 82% na quantidade de animais avaliados, o que demostra maior interesse do produtor por informações que balizem seu negócio. Em seis anos, o número de confinamentos participantes passou de nove para 120.

“No Brasil, já conseguimos boa abrangência no mercado. Nosso benchmarking reúne projetos das cinco regiões do País e produtores de todos os tamanhos”, frisa Felipe Bortolotto, consultor técnico nacional de bovinos de corte da empresa, que tem trabalhado, nos últimos anos, para “democratizar” sua base de dados.

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O levantamento de 2021 já contou com 42 confinadores pequenos (que abatem até 3.000 animais/ano), além de 44 que podem ser classificados como médios (3.000 a 10.000 cabeças/ano). Os demais 34 são grandes (mais de 10.000 animais).

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Trata-se de uma amostragem muito expressiva (no caso do Brasil, representa 15,95% dos 6,5 milhões de cabeças confinadas no País). Somente de 2020 para 2021, houve crescimento de 82% na quantidade de animais avaliados, o que demostra maior interesse do produtor por informações que balizem seu negócio. Em seis anos, o número de confinamentos participantes passou de nove para 120.

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Trata-se de uma amostragem muito expressiva (no caso do Brasil, representa 15,95% dos 6,5 milhões de cabeças confinadas no País). Somente de 2020 para 2021, houve crescimento de 82% na quantidade de animais avaliados, o que demostra maior interesse do produtor por informações que balizem seu negócio. Em seis anos, o número de confinamentos participantes passou de nove para 120.

“No Brasil, já conseguimos boa abrangência no mercado. Nosso benchmarking reúne projetos das cinco regiões do País e produtores de todos os tamanhos”, frisa Felipe Bortolotto, consultor técnico nacional de bovinos de corte da empresa, que tem trabalhado, nos últimos anos, para “democratizar” sua base de dados.

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

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Trata-se de uma amostragem muito expressiva (no caso do Brasil, representa 15,95% dos 6,5 milhões de cabeças confinadas no País). Somente de 2020 para 2021, houve crescimento de 82% na quantidade de animais avaliados, o que demostra maior interesse do produtor por informações que balizem seu negócio. Em seis anos, o número de confinamentos participantes passou de nove para 120.

“No Brasil, já conseguimos boa abrangência no mercado. Nosso benchmarking reúne projetos das cinco regiões do País e produtores de todos os tamanhos”, frisa Felipe Bortolotto, consultor técnico nacional de bovinos de corte da empresa, que tem trabalhado, nos últimos anos, para “democratizar” sua base de dados.

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