Na primeira campanha de vacinação contra a febre aftosa de 2024 da Argentina, concluída há poucas semanas, foram vacinadas 50,63 milhões de cabeças, 2,17 milhões de cabeças a menos (-4,1%) do que no outono de 2023, informa reportagem do jornal Clarín.
O efetivo bovino do país foi reduzido em 783 mil cabeças (-3,2%) e o número de bezerros vacinados também caiu, para 14,55 milhões de bezerros, ante 15,39 milhões do ano passado – um recuo anual de 5,4%.
Este ano, informa o Clarín, foram desmamados menos 837 mil bezerros em relação à quantidade registrada no ano passado, atingindo, até o momento, o menor desmame desde 2014.
Por sua vez, o rebanho de vacas reprodutoras atingiu este ano o menor patamar dos últimos 12 anos.
Segundo o Clarín, o número de novilhos vacinados nesta primeira campanha caiu para 2,7 milhões de animais, 60% menos que em 2005, e mais baixo da série iniciada em 2004.
De acordo com a reportagem, o rebanho bovino da Argentina gira hoje em torno de 50 milhões de cabeças, número muito inferior aos 60 milhões de cabeças alcançados no final da década de 1970.
Com isso, diz o Clarín, atualmente, a disponibilidade de carne bovina na Argentina (produção/população) é de 68 quilos per capita, em comparação com os 83 kg/pessoa em 2005 e os 94 kg/habitante em 1924.
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