O poder de compra da reposição para os pecuaristas que atuam na fase de recria e engorda segue apresentado melhora, informa a Agrifatto.
“Entramos em 2024 com uma relação de troca entre o boi gordo (20 arrobas) e o bezerro (6,5 arrobas) de 2,52 cab/cab (parcial de janeiro), o maior patamar para este mês desde 2019 e 5,94% acima da média histórica”, relata a consultoria.
Ao longo deste mês, o animal terminado apresentou valorização, principalmente nos primeiros dias de janeiro, relembra a Agrifatto.
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Por sua vez, em igual período, o preço da reposição foi pressionado em boa parte das regiões brasileiras, um reflexo das irregularidades climáticas que resultaram em piorada na qualidade e disponibilidade de pastagens.
Paralelamente, diz a Agrifatto, o ágio entre o bezerro e o boi gordo ficou abaixo da média histórica para o período, indicando que o preço do animal desmamado ainda está baixo em relação ao boi gordo.
Atualmente, informa a consultoria, este indicador encontra-se próximo de 21,80%, 1,12 ponto percentual acima do registrado em janeiro em 2023.
Porém, na avaliação da Agrifatto, o preço do bezerro pode voltar a valorizar de maneira mais intensa no decorrer de 2024. “Ou seja, os melhores preços para a compra podem ter ficado em 2023”, observa a consultoria.
Ainda assim, pondera a Agrifatto, ainda é possível encontrar boas oportunidades no mercado para aqueles que possuem caixa e boa oferta de pastagem, entre outros ingredientes nutricionais.
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“A partir de agora, a safra de bezerros de 2023/24 começa a aparecer de maneira mais volumosa, com a realização das desmamas. E a compra desses animais com foco na entrega deles como bois gordos em 2025 é uma das estratégias mais assertivas”, alerta a Agrifatto.




