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Revista DBO | Estimulação elétrica avança nos frigoríficos

Técnica não é nova, mas tem despertado interesse da indústria, porque melhora a cor e a maciez da carne bovina

Por Maristela Franco
Carcaças recebendo estimulação elétrica, tecnologia que contribui para uma melhor coloração da carne (veja contraste na foto).

Na edição de abril de 2001, a DBO publicou uma reportagem do jornalista Gitânio Fortes sobre estimulação elétrica de carcaças bovinas, que já era usada há décadas na Austrália, mas não deslanchava no Brasil, apesar de contribuir para a melhoria da maciez da carne, segundo o especialista Pedro Eduardo de Felício, então professor da Unicamp (hoje aposentado). Transcorridos 21 anos, esse cenário parece estar finalmente mudando, devido à crescente demanda por carne de qualidade, tanto no mercado interno quanto externo.

Um breve levantamento feito por DBO mostrou que pelo menos 10 empresas frigoríficas já usam ou preparam-se para usar a tecnologia em mais de 50 plantas. Trata-se, evidentemente, de um número parcial, mas indica forte interesse da indústria pela tecnologia, cujo custo de implementação pode variar de R$ 350.000 a R$ 2 milhões por planta, dependendo do modelo usado e das adequações exigidas.

Uma das pioneiras na estimulação elétrica de carcaças bovinas no Brasil é a JBS, que começou a adotá-la há mais de 10 anos e já a emprega regularmente em 30 de suas 36 unidades. Nas demais empresas, trata-se de tecnologia recente. A Minerva Foods, por exemplo, deu os primeiros passos na estimulação há três anos, instalando equipamentos em cinco unidades (Barretos, Araguaína, Rolim de Moura, Janaúba e Palmeiras de Goiás), com previsão de equipar outras três neste semestre. O Frigol, conforme explica Ulisses Oliveira, gerente industrial corporativo da empresa, fez testes em 2021 e iniciou a instalação de um equipamento na planta de Água Azul do Norte (PA). A Marfrig também já estaria disposta a testar a tecnologia.

Além desses grandes grupos, empresas que comercializam estimuladores apontam investimentos ou testes em unidades dos frigoríficos Frizelo, Plena, Frisa, Cara Preta, Astra, Barra Mansa e Estrela.

 

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Carcaças recebendo estimulação elétrica, tecnologia que contribui para uma melhor coloração da carne (veja contraste na foto).

Na edição de abril de 2001, a DBO publicou uma reportagem do jornalista Gitânio Fortes sobre estimulação elétrica de carcaças bovinas, que já era usada há décadas na Austrália, mas não deslanchava no Brasil, apesar de contribuir para a melhoria da maciez da carne, segundo o especialista Pedro Eduardo de Felício, então professor da Unicamp (hoje aposentado). Transcorridos 21 anos, esse cenário parece estar finalmente mudando, devido à crescente demanda por carne de qualidade, tanto no mercado interno quanto externo.

Um breve levantamento feito por DBO mostrou que pelo menos 10 empresas frigoríficas já usam ou preparam-se para usar a tecnologia em mais de 50 plantas. Trata-se, evidentemente, de um número parcial, mas indica forte interesse da indústria pela tecnologia, cujo custo de implementação pode variar de R$ 350.000 a R$ 2 milhões por planta, dependendo do modelo usado e das adequações exigidas.

Uma das pioneiras na estimulação elétrica de carcaças bovinas no Brasil é a JBS, que começou a adotá-la há mais de 10 anos e já a emprega regularmente em 30 de suas 36 unidades. Nas demais empresas, trata-se de tecnologia recente. A Minerva Foods, por exemplo, deu os primeiros passos na estimulação há três anos, instalando equipamentos em cinco unidades (Barretos, Araguaína, Rolim de Moura, Janaúba e Palmeiras de Goiás), com previsão de equipar outras três neste semestre. O Frigol, conforme explica Ulisses Oliveira, gerente industrial corporativo da empresa, fez testes em 2021 e iniciou a instalação de um equipamento na planta de Água Azul do Norte (PA). A Marfrig também já estaria disposta a testar a tecnologia.

Além desses grandes grupos, empresas que comercializam estimuladores apontam investimentos ou testes em unidades dos frigoríficos Frizelo, Plena, Frisa, Cara Preta, Astra, Barra Mansa e Estrela.

 

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Na edição de abril de 2001, a DBO publicou uma reportagem do jornalista Gitânio Fortes sobre estimulação elétrica de carcaças bovinas, que já era usada há décadas na Austrália, mas não deslanchava no Brasil, apesar de contribuir para a melhoria da maciez da carne, segundo o especialista Pedro Eduardo de Felício, então professor da Unicamp (hoje aposentado). Transcorridos 21 anos, esse cenário parece estar finalmente mudando, devido à crescente demanda por carne de qualidade, tanto no mercado interno quanto externo.

Um breve levantamento feito por DBO mostrou que pelo menos 10 empresas frigoríficas já usam ou preparam-se para usar a tecnologia em mais de 50 plantas. Trata-se, evidentemente, de um número parcial, mas indica forte interesse da indústria pela tecnologia, cujo custo de implementação pode variar de R$ 350.000 a R$ 2 milhões por planta, dependendo do modelo usado e das adequações exigidas.

Uma das pioneiras na estimulação elétrica de carcaças bovinas no Brasil é a JBS, que começou a adotá-la há mais de 10 anos e já a emprega regularmente em 30 de suas 36 unidades. Nas demais empresas, trata-se de tecnologia recente. A Minerva Foods, por exemplo, deu os primeiros passos na estimulação há três anos, instalando equipamentos em cinco unidades (Barretos, Araguaína, Rolim de Moura, Janaúba e Palmeiras de Goiás), com previsão de equipar outras três neste semestre. O Frigol, conforme explica Ulisses Oliveira, gerente industrial corporativo da empresa, fez testes em 2021 e iniciou a instalação de um equipamento na planta de Água Azul do Norte (PA). A Marfrig também já estaria disposta a testar a tecnologia.

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Um breve levantamento feito por DBO mostrou que pelo menos 10 empresas frigoríficas já usam ou preparam-se para usar a tecnologia em mais de 50 plantas. Trata-se, evidentemente, de um número parcial, mas indica forte interesse da indústria pela tecnologia, cujo custo de implementação pode variar de R$ 350.000 a R$ 2 milhões por planta, dependendo do modelo usado e das adequações exigidas.

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Confira os destaques da seção ‘Giro Rápido’ da Revista DBO de maio

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Um breve levantamento feito por DBO mostrou que pelo menos 10 empresas frigoríficas já usam ou preparam-se para usar a tecnologia em mais de 50 plantas. Trata-se, evidentemente, de um número parcial, mas indica forte interesse da indústria pela tecnologia, cujo custo de implementação pode variar de R$ 350.000 a R$ 2 milhões por planta, dependendo do modelo usado e das adequações exigidas.

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

Por Maristela Franco
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Na edição de abril de 2001, a DBO publicou uma reportagem do jornalista Gitânio Fortes sobre estimulação elétrica de carcaças bovinas, que já era usada há décadas na Austrália, mas não deslanchava no Brasil, apesar de contribuir para a melhoria da maciez da carne, segundo o especialista Pedro Eduardo de Felício, então professor da Unicamp (hoje aposentado). Transcorridos 21 anos, esse cenário parece estar finalmente mudando, devido à crescente demanda por carne de qualidade, tanto no mercado interno quanto externo.

Um breve levantamento feito por DBO mostrou que pelo menos 10 empresas frigoríficas já usam ou preparam-se para usar a tecnologia em mais de 50 plantas. Trata-se, evidentemente, de um número parcial, mas indica forte interesse da indústria pela tecnologia, cujo custo de implementação pode variar de R$ 350.000 a R$ 2 milhões por planta, dependendo do modelo usado e das adequações exigidas.

Uma das pioneiras na estimulação elétrica de carcaças bovinas no Brasil é a JBS, que começou a adotá-la há mais de 10 anos e já a emprega regularmente em 30 de suas 36 unidades. Nas demais empresas, trata-se de tecnologia recente. A Minerva Foods, por exemplo, deu os primeiros passos na estimulação há três anos, instalando equipamentos em cinco unidades (Barretos, Araguaína, Rolim de Moura, Janaúba e Palmeiras de Goiás), com previsão de equipar outras três neste semestre. O Frigol, conforme explica Ulisses Oliveira, gerente industrial corporativo da empresa, fez testes em 2021 e iniciou a instalação de um equipamento na planta de Água Azul do Norte (PA). A Marfrig também já estaria disposta a testar a tecnologia.

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