Escalas de abates avançam e a tendência altista pode desacelerar
As programações médias de abate, que iniciaram a semana em 5,3 dias, subiram para 6,8 dias, atualmente, segundo levantamento da Agrifatto.
Em São Paulo e no Mato Grosso do Sul, por exemplo, as programações atendem a 8,6 e 8 dias, respectivamente.
“Os aumentos das indicações de compra de boi gordo dos frigoríficos ampliaram a liquidez do mercado físico, viabilizando um preenchimento mais rápido das escalas, informa nesta sexta-feira a consultoria.
Com isso, continua a Agrifatto, as escalas se estenderam para perto da segunda semana de julho, aliviando um pouco a pressão altista para o boi gordo.
Ontem, o indicador Esalq/B3/Cepea ficou em R$ 154,40/@, alta de 0,29% no comparativo diário. Na B3, o vencimento junho avançou 0,36% ontem e fechou em R$ 153,20/@. Já o contrato futuro para outubro ficou praticamente estável, a R$ 164,05/@.
Uma sexta-feira de bons negócios no mercado de boiada gorda
Nesta sexta-feira, o mercado físico de boi gordo registrou grande movimentação de negócios, relata boletim vespertino da Informa Economics FNP.
“As indústrias frigoríficas atuaram de forma mais firme nas negociações e, em alguns casos, encontraram boas condições de oferta”, analisa a consultoria.
Em muitas praças regionais, já há registro de negócios envolvendo animais oriundos do primeiro giro de confinamento, destaca a FNP.
Em geral, continua a consultoria, a melhora na oferta vem sendo associada à valorização da arroba que ocorreu nesta semana e que ainda demonstra certo fôlego entre as praças pecuárias.




