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Abramilho: menos verba à Ciência e Tecnologia traz riscos à pesquisa agropecuária

Associação criticou a aprovação de projeto pelo Congresso Nacional, a pedido do Executivo, que prevê o corte de cerca de R$ 600 milhões em recursos
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A agricultura brasileira se transformou em uma das mais avançadas e competitivas do mundo graças, sobretudo aos investimentos feitos na Ciência.

Nesse sentido, a Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho) criticou em comunicado a aprovação de projeto pelo Congresso Nacional, a pedido do Executivo, que prevê o corte de cerca de R$ 600 milhões nos recursos previstos para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI).

Foto: Beto Moussalli/Fiesp

De acordo com o presidente institucional da entidade, Cesario Ramalho, “foi a combinação de Ciência, recursos naturais, crédito e talento e trabalho do produtor rural, que tornou viável o pacote de inovações tecnológicas, que culminou no desenvolvimento do modelo de agricultura tropical sustentável de maior sucesso no planeta”. Segundo ele, “somente novos achados científicos manterão o protagonismo da agricultura nacional”.

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Na nova formatação, já aprovada pelos parlamentares, os recursos para projetos de ciência e tecnologia caíram de R$ 655,421 milhões para apenas R$ 7,222 milhões, ou seja, 1,10% da proposta original.

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