Mesmo com inúmeros riscos na formação do pasto, vendas ilegais crescem e já podem representar 50% do total, preocupando cada vez mais pesquisadores, empresas e governo
Fiscalização de sementes no Estado de São Paulo.
Por Larissa Vieira
No país que mais produz sementes forrageiras no mundo _ 60.000 toneladas em 2022, segundo estimativa da Associação para o Fomento à Pesquisa de Melhoramento de Forrageiras (Unipasto) _, a pirataria é um fantasma que assombra cada vez mais pesquisadores, empresas e governo. Segundo a entidade, as sementes sem origem conhecida já ocupariam perto de 50% do mercado nacional. Um prejuízo não somente para a cadeia produtiva pecuária, mas também para a economia brasileira, já que o governo deixa de arrecadar impostos.
São consideradas sementes piratas aquelas produzidas e comercializadas fora do Sistema Nacional de Sementes e Mudas (SNSM), instituído pela Lei n° 10.711, de 5 de agosto de 2003, regulamentada pelo Decreto 10.586/2020. Ele compreende desde o registro de cultivares até a produção, certificação, análise, comercialização, fiscalização e uso das sementes. Para produzi-las, além de ter a licença do detentor da tecnologia, é preciso seguir o padrão estabelecido pelo SNSM.
No fim de outubro, uma força-tarefa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) suspendeu, de forma cautelar, a comercialização de 15 toneladas de sementes no Estado de São Paulo. Ao todo, 33 estabelecimentos foram fiscalizados, resultando em 10 autuações. Os fiscais avaliaram a produção, reembalagem e venda de sementes de espécies forrageiras tropicais em 15 municípios nas regiões de Presidente Prudente e Ribeirão Preto, respectivamente noroeste e norte de São Paulo.
Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.
Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO
No país que mais produz sementes forrageiras no mundo _ 60.000 toneladas em 2022, segundo estimativa da Associação para o Fomento à Pesquisa de Melhoramento de Forrageiras (Unipasto) _, a pirataria é um fantasma que assombra cada vez mais pesquisadores, empresas e governo. Segundo a entidade, as sementes sem origem conhecida já ocupariam perto de 50% do mercado nacional. Um prejuízo não somente para a cadeia produtiva pecuária, mas também para a economia brasileira, já que o governo deixa de arrecadar impostos.
São consideradas sementes piratas aquelas produzidas e comercializadas fora do Sistema Nacional de Sementes e Mudas (SNSM), instituído pela Lei n° 10.711, de 5 de agosto de 2003, regulamentada pelo Decreto 10.586/2020. Ele compreende desde o registro de cultivares até a produção, certificação, análise, comercialização, fiscalização e uso das sementes. Para produzi-las, além de ter a licença do detentor da tecnologia, é preciso seguir o padrão estabelecido pelo SNSM.
No fim de outubro, uma força-tarefa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) suspendeu, de forma cautelar, a comercialização de 15 toneladas de sementes no Estado de São Paulo. Ao todo, 33 estabelecimentos foram fiscalizados, resultando em 10 autuações. Os fiscais avaliaram a produção, reembalagem e venda de sementes de espécies forrageiras tropicais em 15 municípios nas regiões de Presidente Prudente e Ribeirão Preto, respectivamente noroeste e norte de São Paulo.
Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.
Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO
Mesmo com inúmeros riscos na formação do pasto, vendas ilegais crescem e já podem representar 50% do total, preocupando cada vez mais pesquisadores, empresas e governo
Fiscalização de sementes no Estado de São Paulo.
Por Larissa Vieira
No país que mais produz sementes forrageiras no mundo _ 60.000 toneladas em 2022, segundo estimativa da Associação para o Fomento à Pesquisa de Melhoramento de Forrageiras (Unipasto) _, a pirataria é um fantasma que assombra cada vez mais pesquisadores, empresas e governo. Segundo a entidade, as sementes sem origem conhecida já ocupariam perto de 50% do mercado nacional. Um prejuízo não somente para a cadeia produtiva pecuária, mas também para a economia brasileira, já que o governo deixa de arrecadar impostos.
São consideradas sementes piratas aquelas produzidas e comercializadas fora do Sistema Nacional de Sementes e Mudas (SNSM), instituído pela Lei n° 10.711, de 5 de agosto de 2003, regulamentada pelo Decreto 10.586/2020. Ele compreende desde o registro de cultivares até a produção, certificação, análise, comercialização, fiscalização e uso das sementes. Para produzi-las, além de ter a licença do detentor da tecnologia, é preciso seguir o padrão estabelecido pelo SNSM.
No fim de outubro, uma força-tarefa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) suspendeu, de forma cautelar, a comercialização de 15 toneladas de sementes no Estado de São Paulo. Ao todo, 33 estabelecimentos foram fiscalizados, resultando em 10 autuações. Os fiscais avaliaram a produção, reembalagem e venda de sementes de espécies forrageiras tropicais em 15 municípios nas regiões de Presidente Prudente e Ribeirão Preto, respectivamente noroeste e norte de São Paulo.
Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.
Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO
No país que mais produz sementes forrageiras no mundo _ 60.000 toneladas em 2022, segundo estimativa da Associação para o Fomento à Pesquisa de Melhoramento de Forrageiras (Unipasto) _, a pirataria é um fantasma que assombra cada vez mais pesquisadores, empresas e governo. Segundo a entidade, as sementes sem origem conhecida já ocupariam perto de 50% do mercado nacional. Um prejuízo não somente para a cadeia produtiva pecuária, mas também para a economia brasileira, já que o governo deixa de arrecadar impostos.
São consideradas sementes piratas aquelas produzidas e comercializadas fora do Sistema Nacional de Sementes e Mudas (SNSM), instituído pela Lei n° 10.711, de 5 de agosto de 2003, regulamentada pelo Decreto 10.586/2020. Ele compreende desde o registro de cultivares até a produção, certificação, análise, comercialização, fiscalização e uso das sementes. Para produzi-las, além de ter a licença do detentor da tecnologia, é preciso seguir o padrão estabelecido pelo SNSM.
No fim de outubro, uma força-tarefa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) suspendeu, de forma cautelar, a comercialização de 15 toneladas de sementes no Estado de São Paulo. Ao todo, 33 estabelecimentos foram fiscalizados, resultando em 10 autuações. Os fiscais avaliaram a produção, reembalagem e venda de sementes de espécies forrageiras tropicais em 15 municípios nas regiões de Presidente Prudente e Ribeirão Preto, respectivamente noroeste e norte de São Paulo.
Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.
Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO
A zootecnista Janaina Martuscello apresenta cinco estratégias essenciais para aumentar a eficiência do diferimento de pastagens e garantir oferta de forragem durante o período seco do ano.
Sindan critica proposta de banimento dos ionóforos e alerta para riscos à saúde animal, à produtividade e às exportações brasileiras. Confira a entrevista.
No país que mais produz sementes forrageiras no mundo _ 60.000 toneladas em 2022, segundo estimativa da Associação para o Fomento à Pesquisa de Melhoramento de Forrageiras (Unipasto) _, a pirataria é um fantasma que assombra cada vez mais pesquisadores, empresas e governo. Segundo a entidade, as sementes sem origem conhecida já ocupariam perto de 50% do mercado nacional. Um prejuízo não somente para a cadeia produtiva pecuária, mas também para a economia brasileira, já que o governo deixa de arrecadar impostos.
São consideradas sementes piratas aquelas produzidas e comercializadas fora do Sistema Nacional de Sementes e Mudas (SNSM), instituído pela Lei n° 10.711, de 5 de agosto de 2003, regulamentada pelo Decreto 10.586/2020. Ele compreende desde o registro de cultivares até a produção, certificação, análise, comercialização, fiscalização e uso das sementes. Para produzi-las, além de ter a licença do detentor da tecnologia, é preciso seguir o padrão estabelecido pelo SNSM.
No fim de outubro, uma força-tarefa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) suspendeu, de forma cautelar, a comercialização de 15 toneladas de sementes no Estado de São Paulo. Ao todo, 33 estabelecimentos foram fiscalizados, resultando em 10 autuações. Os fiscais avaliaram a produção, reembalagem e venda de sementes de espécies forrageiras tropicais em 15 municípios nas regiões de Presidente Prudente e Ribeirão Preto, respectivamente noroeste e norte de São Paulo.
Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.
Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO
No país que mais produz sementes forrageiras no mundo _ 60.000 toneladas em 2022, segundo estimativa da Associação para o Fomento à Pesquisa de Melhoramento de Forrageiras (Unipasto) _, a pirataria é um fantasma que assombra cada vez mais pesquisadores, empresas e governo. Segundo a entidade, as sementes sem origem conhecida já ocupariam perto de 50% do mercado nacional. Um prejuízo não somente para a cadeia produtiva pecuária, mas também para a economia brasileira, já que o governo deixa de arrecadar impostos.
São consideradas sementes piratas aquelas produzidas e comercializadas fora do Sistema Nacional de Sementes e Mudas (SNSM), instituído pela Lei n° 10.711, de 5 de agosto de 2003, regulamentada pelo Decreto 10.586/2020. Ele compreende desde o registro de cultivares até a produção, certificação, análise, comercialização, fiscalização e uso das sementes. Para produzi-las, além de ter a licença do detentor da tecnologia, é preciso seguir o padrão estabelecido pelo SNSM.
No fim de outubro, uma força-tarefa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) suspendeu, de forma cautelar, a comercialização de 15 toneladas de sementes no Estado de São Paulo. Ao todo, 33 estabelecimentos foram fiscalizados, resultando em 10 autuações. Os fiscais avaliaram a produção, reembalagem e venda de sementes de espécies forrageiras tropicais em 15 municípios nas regiões de Presidente Prudente e Ribeirão Preto, respectivamente noroeste e norte de São Paulo.
Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.
Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO
No país que mais produz sementes forrageiras no mundo _ 60.000 toneladas em 2022, segundo estimativa da Associação para o Fomento à Pesquisa de Melhoramento de Forrageiras (Unipasto) _, a pirataria é um fantasma que assombra cada vez mais pesquisadores, empresas e governo. Segundo a entidade, as sementes sem origem conhecida já ocupariam perto de 50% do mercado nacional. Um prejuízo não somente para a cadeia produtiva pecuária, mas também para a economia brasileira, já que o governo deixa de arrecadar impostos.
São consideradas sementes piratas aquelas produzidas e comercializadas fora do Sistema Nacional de Sementes e Mudas (SNSM), instituído pela Lei n° 10.711, de 5 de agosto de 2003, regulamentada pelo Decreto 10.586/2020. Ele compreende desde o registro de cultivares até a produção, certificação, análise, comercialização, fiscalização e uso das sementes. Para produzi-las, além de ter a licença do detentor da tecnologia, é preciso seguir o padrão estabelecido pelo SNSM.
No fim de outubro, uma força-tarefa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) suspendeu, de forma cautelar, a comercialização de 15 toneladas de sementes no Estado de São Paulo. Ao todo, 33 estabelecimentos foram fiscalizados, resultando em 10 autuações. Os fiscais avaliaram a produção, reembalagem e venda de sementes de espécies forrageiras tropicais em 15 municípios nas regiões de Presidente Prudente e Ribeirão Preto, respectivamente noroeste e norte de São Paulo.
Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.
Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO
No país que mais produz sementes forrageiras no mundo _ 60.000 toneladas em 2022, segundo estimativa da Associação para o Fomento à Pesquisa de Melhoramento de Forrageiras (Unipasto) _, a pirataria é um fantasma que assombra cada vez mais pesquisadores, empresas e governo. Segundo a entidade, as sementes sem origem conhecida já ocupariam perto de 50% do mercado nacional. Um prejuízo não somente para a cadeia produtiva pecuária, mas também para a economia brasileira, já que o governo deixa de arrecadar impostos.
São consideradas sementes piratas aquelas produzidas e comercializadas fora do Sistema Nacional de Sementes e Mudas (SNSM), instituído pela Lei n° 10.711, de 5 de agosto de 2003, regulamentada pelo Decreto 10.586/2020. Ele compreende desde o registro de cultivares até a produção, certificação, análise, comercialização, fiscalização e uso das sementes. Para produzi-las, além de ter a licença do detentor da tecnologia, é preciso seguir o padrão estabelecido pelo SNSM.
No fim de outubro, uma força-tarefa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) suspendeu, de forma cautelar, a comercialização de 15 toneladas de sementes no Estado de São Paulo. Ao todo, 33 estabelecimentos foram fiscalizados, resultando em 10 autuações. Os fiscais avaliaram a produção, reembalagem e venda de sementes de espécies forrageiras tropicais em 15 municípios nas regiões de Presidente Prudente e Ribeirão Preto, respectivamente noroeste e norte de São Paulo.
Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.
Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO
No país que mais produz sementes forrageiras no mundo _ 60.000 toneladas em 2022, segundo estimativa da Associação para o Fomento à Pesquisa de Melhoramento de Forrageiras (Unipasto) _, a pirataria é um fantasma que assombra cada vez mais pesquisadores, empresas e governo. Segundo a entidade, as sementes sem origem conhecida já ocupariam perto de 50% do mercado nacional. Um prejuízo não somente para a cadeia produtiva pecuária, mas também para a economia brasileira, já que o governo deixa de arrecadar impostos.
São consideradas sementes piratas aquelas produzidas e comercializadas fora do Sistema Nacional de Sementes e Mudas (SNSM), instituído pela Lei n° 10.711, de 5 de agosto de 2003, regulamentada pelo Decreto 10.586/2020. Ele compreende desde o registro de cultivares até a produção, certificação, análise, comercialização, fiscalização e uso das sementes. Para produzi-las, além de ter a licença do detentor da tecnologia, é preciso seguir o padrão estabelecido pelo SNSM.
No fim de outubro, uma força-tarefa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) suspendeu, de forma cautelar, a comercialização de 15 toneladas de sementes no Estado de São Paulo. Ao todo, 33 estabelecimentos foram fiscalizados, resultando em 10 autuações. Os fiscais avaliaram a produção, reembalagem e venda de sementes de espécies forrageiras tropicais em 15 municípios nas regiões de Presidente Prudente e Ribeirão Preto, respectivamente noroeste e norte de São Paulo.
Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.
Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO
Nós utilizamos cookies para melhorar a sua experiência de navegação de acordo com a nossa Política de Cookies. Você poderá aceitar, rejeitar ou definir as suas preferências clicando em uma das opções.
Este site usa cookies para melhorar a sua experiência enquanto navega pelo site. Destes, os cookies que são categorizados como necessários são armazenados no seu navegador, pois são essenciais para o funcionamento das funcionalidades básicas do site. Também usamos cookies de terceiros que nos ajudam a analisar e entender como você usa este site. Esses cookies serão armazenados em seu navegador apenas com o seu consentimento. Você também tem a opção de cancelar esses cookies. Porém, a desativação de alguns desses cookies pode afetar sua experiência de navegação.
Os cookies funcionais ajudam a realizar certas funcionalidades, como compartilhar o conteúdo do site em plataformas de mídia social, coletar feedbacks e outros recursos de terceiros.
Os cookies de desempenho são usados para entender e analisar os principais índices de desempenho do site, o que ajuda a fornecer uma melhor experiência do usuário para os visitantes.
Cookies analíticos são usados para entender como os visitantes interagem com o site. Esses cookies ajudam a fornecer informações sobre as métricas do número de visitantes, taxa de rejeição, origem do tráfego, etc.
Os cookies de publicidade são usados para fornecer aos visitantes anúncios e campanhas de marketing relevantes. Esses cookies rastreiam os visitantes em sites e coletam informações para fornecer anúncios personalizados.
Os cookies necessários são absolutamente essenciais para o funcionamento adequado do site. Esses cookies garantem funcionalidades básicas e recursos de segurança do site, de forma anônima.