Cocho de suplementação é um dos locais onde elas mais acontecem; algumas medidas simples podem reduzir sua incidência pela metade
Disputa por acesso à suplementação. Por falta de espaço, nem se vê o cocho e muitos bois não comem direito.
Por Moacir José
Estar com fome e precisar disputar comida é um duplo desconforto, pois a disputa causa estresse, medo e, no limite, confronto. No caso dos bovinos, além de gerar mal-estar, essas situações resultam em ganho de peso insatisfatório. As disputas ocorrem principalmente em lotes grandes, com animais heterogêneos (em termos de idade, raça, origem, tamanho) ou quando os cochos não têm dimensão adequada. Neste último caso, os indivíduos dominantes dificultam ou impedem o acesso dos demais ao alimento, ao mesmo tempo em que podem consumir suplemento além do desejável.
Segundo o zootecnista Adriano Gomes Páscoa, proprietário da empresa BEA Consultoria e Treinamento, de Sacramento (MG), especializada em bem-estar animal, esta é uma das principais causas de brigas entre os bovinos, prejudicando seu desempenho e saúde. “Animais que não comem direito têm uma produção maior de cortisol, o que deprime seu sistema imunológico, aumentando a chance de ficarem doentes”, explica Páscoa. Além disso, essas brigas podem causar estragos maiores, como contusões e até fraturas, que obrigam os veterinários a sacrificar os animais atingidos.
“Ao identificar indivíduos muito reativos, é preciso avaliar se vale a pena mantê-los no lote. Eles podem estar engordando, mas à custa da perda de peso de outros quatro ou cinco companheiros. Às vezes, é melhor transferi-los de lote ou mesmo descartá-los”, sugere o zootecnista. Outra alternativa eficaz é aumentar a área de cocho, conforme mostrou um experimento conduzido em 2008, na Apta-Colina, em SP, com 100 novilhas Nelore de 18 meses, pesando cerca de 327 kg.
Foram testados dois diferentes níveis de suplementação (0,1% e 0,33% do peso vivo), com três espaçamentos de cocho para cada um (veja tabela).
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Por Moacir José
Estar com fome e precisar disputar comida é um duplo desconforto, pois a disputa causa estresse, medo e, no limite, confronto. No caso dos bovinos, além de gerar mal-estar, essas situações resultam em ganho de peso insatisfatório. As disputas ocorrem principalmente em lotes grandes, com animais heterogêneos (em termos de idade, raça, origem, tamanho) ou quando os cochos não têm dimensão adequada. Neste último caso, os indivíduos dominantes dificultam ou impedem o acesso dos demais ao alimento, ao mesmo tempo em que podem consumir suplemento além do desejável.
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“Ao identificar indivíduos muito reativos, é preciso avaliar se vale a pena mantê-los no lote. Eles podem estar engordando, mas à custa da perda de peso de outros quatro ou cinco companheiros. Às vezes, é melhor transferi-los de lote ou mesmo descartá-los”, sugere o zootecnista. Outra alternativa eficaz é aumentar a área de cocho, conforme mostrou um experimento conduzido em 2008, na Apta-Colina, em SP, com 100 novilhas Nelore de 18 meses, pesando cerca de 327 kg.
Foram testados dois diferentes níveis de suplementação (0,1% e 0,33% do peso vivo), com três espaçamentos de cocho para cada um (veja tabela).
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Segundo o zootecnista Adriano Gomes Páscoa, proprietário da empresa BEA Consultoria e Treinamento, de Sacramento (MG), especializada em bem-estar animal, esta é uma das principais causas de brigas entre os bovinos, prejudicando seu desempenho e saúde. “Animais que não comem direito têm uma produção maior de cortisol, o que deprime seu sistema imunológico, aumentando a chance de ficarem doentes”, explica Páscoa. Além disso, essas brigas podem causar estragos maiores, como contusões e até fraturas, que obrigam os veterinários a sacrificar os animais atingidos.
“Ao identificar indivíduos muito reativos, é preciso avaliar se vale a pena mantê-los no lote. Eles podem estar engordando, mas à custa da perda de peso de outros quatro ou cinco companheiros. Às vezes, é melhor transferi-los de lote ou mesmo descartá-los”, sugere o zootecnista. Outra alternativa eficaz é aumentar a área de cocho, conforme mostrou um experimento conduzido em 2008, na Apta-Colina, em SP, com 100 novilhas Nelore de 18 meses, pesando cerca de 327 kg.
Foram testados dois diferentes níveis de suplementação (0,1% e 0,33% do peso vivo), com três espaçamentos de cocho para cada um (veja tabela).
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Segundo o zootecnista Adriano Gomes Páscoa, proprietário da empresa BEA Consultoria e Treinamento, de Sacramento (MG), especializada em bem-estar animal, esta é uma das principais causas de brigas entre os bovinos, prejudicando seu desempenho e saúde. “Animais que não comem direito têm uma produção maior de cortisol, o que deprime seu sistema imunológico, aumentando a chance de ficarem doentes”, explica Páscoa. Além disso, essas brigas podem causar estragos maiores, como contusões e até fraturas, que obrigam os veterinários a sacrificar os animais atingidos.
“Ao identificar indivíduos muito reativos, é preciso avaliar se vale a pena mantê-los no lote. Eles podem estar engordando, mas à custa da perda de peso de outros quatro ou cinco companheiros. Às vezes, é melhor transferi-los de lote ou mesmo descartá-los”, sugere o zootecnista. Outra alternativa eficaz é aumentar a área de cocho, conforme mostrou um experimento conduzido em 2008, na Apta-Colina, em SP, com 100 novilhas Nelore de 18 meses, pesando cerca de 327 kg.
Foram testados dois diferentes níveis de suplementação (0,1% e 0,33% do peso vivo), com três espaçamentos de cocho para cada um (veja tabela).
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Segundo o zootecnista Adriano Gomes Páscoa, proprietário da empresa BEA Consultoria e Treinamento, de Sacramento (MG), especializada em bem-estar animal, esta é uma das principais causas de brigas entre os bovinos, prejudicando seu desempenho e saúde. “Animais que não comem direito têm uma produção maior de cortisol, o que deprime seu sistema imunológico, aumentando a chance de ficarem doentes”, explica Páscoa. Além disso, essas brigas podem causar estragos maiores, como contusões e até fraturas, que obrigam os veterinários a sacrificar os animais atingidos.
“Ao identificar indivíduos muito reativos, é preciso avaliar se vale a pena mantê-los no lote. Eles podem estar engordando, mas à custa da perda de peso de outros quatro ou cinco companheiros. Às vezes, é melhor transferi-los de lote ou mesmo descartá-los”, sugere o zootecnista. Outra alternativa eficaz é aumentar a área de cocho, conforme mostrou um experimento conduzido em 2008, na Apta-Colina, em SP, com 100 novilhas Nelore de 18 meses, pesando cerca de 327 kg.
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Segundo o zootecnista Adriano Gomes Páscoa, proprietário da empresa BEA Consultoria e Treinamento, de Sacramento (MG), especializada em bem-estar animal, esta é uma das principais causas de brigas entre os bovinos, prejudicando seu desempenho e saúde. “Animais que não comem direito têm uma produção maior de cortisol, o que deprime seu sistema imunológico, aumentando a chance de ficarem doentes”, explica Páscoa. Além disso, essas brigas podem causar estragos maiores, como contusões e até fraturas, que obrigam os veterinários a sacrificar os animais atingidos.
“Ao identificar indivíduos muito reativos, é preciso avaliar se vale a pena mantê-los no lote. Eles podem estar engordando, mas à custa da perda de peso de outros quatro ou cinco companheiros. Às vezes, é melhor transferi-los de lote ou mesmo descartá-los”, sugere o zootecnista. Outra alternativa eficaz é aumentar a área de cocho, conforme mostrou um experimento conduzido em 2008, na Apta-Colina, em SP, com 100 novilhas Nelore de 18 meses, pesando cerca de 327 kg.
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“Ao identificar indivíduos muito reativos, é preciso avaliar se vale a pena mantê-los no lote. Eles podem estar engordando, mas à custa da perda de peso de outros quatro ou cinco companheiros. Às vezes, é melhor transferi-los de lote ou mesmo descartá-los”, sugere o zootecnista. Outra alternativa eficaz é aumentar a área de cocho, conforme mostrou um experimento conduzido em 2008, na Apta-Colina, em SP, com 100 novilhas Nelore de 18 meses, pesando cerca de 327 kg.
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Segundo o zootecnista Adriano Gomes Páscoa, proprietário da empresa BEA Consultoria e Treinamento, de Sacramento (MG), especializada em bem-estar animal, esta é uma das principais causas de brigas entre os bovinos, prejudicando seu desempenho e saúde. “Animais que não comem direito têm uma produção maior de cortisol, o que deprime seu sistema imunológico, aumentando a chance de ficarem doentes”, explica Páscoa. Além disso, essas brigas podem causar estragos maiores, como contusões e até fraturas, que obrigam os veterinários a sacrificar os animais atingidos.
“Ao identificar indivíduos muito reativos, é preciso avaliar se vale a pena mantê-los no lote. Eles podem estar engordando, mas à custa da perda de peso de outros quatro ou cinco companheiros. Às vezes, é melhor transferi-los de lote ou mesmo descartá-los”, sugere o zootecnista. Outra alternativa eficaz é aumentar a área de cocho, conforme mostrou um experimento conduzido em 2008, na Apta-Colina, em SP, com 100 novilhas Nelore de 18 meses, pesando cerca de 327 kg.
Foram testados dois diferentes níveis de suplementação (0,1% e 0,33% do peso vivo), com três espaçamentos de cocho para cada um (veja tabela).
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Segundo o zootecnista Adriano Gomes Páscoa, proprietário da empresa BEA Consultoria e Treinamento, de Sacramento (MG), especializada em bem-estar animal, esta é uma das principais causas de brigas entre os bovinos, prejudicando seu desempenho e saúde. “Animais que não comem direito têm uma produção maior de cortisol, o que deprime seu sistema imunológico, aumentando a chance de ficarem doentes”, explica Páscoa. Além disso, essas brigas podem causar estragos maiores, como contusões e até fraturas, que obrigam os veterinários a sacrificar os animais atingidos.
“Ao identificar indivíduos muito reativos, é preciso avaliar se vale a pena mantê-los no lote. Eles podem estar engordando, mas à custa da perda de peso de outros quatro ou cinco companheiros. Às vezes, é melhor transferi-los de lote ou mesmo descartá-los”, sugere o zootecnista. Outra alternativa eficaz é aumentar a área de cocho, conforme mostrou um experimento conduzido em 2008, na Apta-Colina, em SP, com 100 novilhas Nelore de 18 meses, pesando cerca de 327 kg.
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