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Revista DBO | Patinho, um recheio de primeira para a empanada

Rafael Amaral e Maíra Serrano, proprietários do “La Chica Empanadas Artesanais”, contam que devido a pouca gordura, o patinho, moído, é ideal para o recheio das empanadas

Por Rafael Amaral e Maíra Serrano – Proprietários do “La Chica Empanadas Artesanais”, com fábrica no bairro de Pirituba e loja no bairro da Pompeia, ambos na zona oeste da capital paulista. A receita atual é um aprimoramento da receita da avó de Maíra, espanhola, passada para o pai, uruguaio.

O ato de envolver um recheio com uma massa – o “empanar” (do dicionário Aurélio, “cobrir com panos, encobrir, esconder”) – é que deu nome a este quitute delicioso. Desde sua origem – ou quando passou a ter o propósito de funcionar como uma marmita, tornando-se um verdadeiro êxito –, era o prato dos trabalhadores do campo, pois, com a empanada, se aproveitava o que havia sobrado da refeição anterior.

Desde a Grécia antiga, e também no Oriente Médio, há relatos de pães recheados. Podemos concluir que eram uma espécie de “bisavós e avós” das empanadas como as conhecemos hoje. Historiadores de gastronomia relatam que a receita mais próxima surgiu na Espanha e foi trazida para a América Latina durante o período da colonização, difundindo-se por todos os países da região.

Cada qual com sua receita típica, que varia em termos de tamanho, formato, massa, recheio, repulgues (aquelas “dobrinhas” das bordas) e também no jeito como as empanadas são preparadas, se fritas ou assadas. As variantes deste salgado não param por aí. A diversidade é gigantesca.

É fácil imaginar, caros leitores: se cada país tem as suas empanadas típicas, cada cidade, cada família, cada tia, cada avó também as têm. Na mesma Espanha que citamos como a “avó” das empanadas, podemos encontrar, na região da Galícia, empanadas que mais se assemelham a tortas. Já nas Islas Baleares [arquipélago da costa leste, onde se encontra a famosa Ilha de Maiorca, a maior delas], esses quitute se assemelham muito às nossas empadinhas. Na Venezuela, sua massa é feita de milho e eles são fritos.

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Por Rafael Amaral e Maíra Serrano – Proprietários do “La Chica Empanadas Artesanais”, com fábrica no bairro de Pirituba e loja no bairro da Pompeia, ambos na zona oeste da capital paulista. A receita atual é um aprimoramento da receita da avó de Maíra, espanhola, passada para o pai, uruguaio.

O ato de envolver um recheio com uma massa – o “empanar” (do dicionário Aurélio, “cobrir com panos, encobrir, esconder”) – é que deu nome a este quitute delicioso. Desde sua origem – ou quando passou a ter o propósito de funcionar como uma marmita, tornando-se um verdadeiro êxito –, era o prato dos trabalhadores do campo, pois, com a empanada, se aproveitava o que havia sobrado da refeição anterior.

Desde a Grécia antiga, e também no Oriente Médio, há relatos de pães recheados. Podemos concluir que eram uma espécie de “bisavós e avós” das empanadas como as conhecemos hoje. Historiadores de gastronomia relatam que a receita mais próxima surgiu na Espanha e foi trazida para a América Latina durante o período da colonização, difundindo-se por todos os países da região.

Cada qual com sua receita típica, que varia em termos de tamanho, formato, massa, recheio, repulgues (aquelas “dobrinhas” das bordas) e também no jeito como as empanadas são preparadas, se fritas ou assadas. As variantes deste salgado não param por aí. A diversidade é gigantesca.

É fácil imaginar, caros leitores: se cada país tem as suas empanadas típicas, cada cidade, cada família, cada tia, cada avó também as têm. Na mesma Espanha que citamos como a “avó” das empanadas, podemos encontrar, na região da Galícia, empanadas que mais se assemelham a tortas. Já nas Islas Baleares [arquipélago da costa leste, onde se encontra a famosa Ilha de Maiorca, a maior delas], esses quitute se assemelham muito às nossas empadinhas. Na Venezuela, sua massa é feita de milho e eles são fritos.

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O ato de envolver um recheio com uma massa – o “empanar” (do dicionário Aurélio, “cobrir com panos, encobrir, esconder”) – é que deu nome a este quitute delicioso. Desde sua origem – ou quando passou a ter o propósito de funcionar como uma marmita, tornando-se um verdadeiro êxito –, era o prato dos trabalhadores do campo, pois, com a empanada, se aproveitava o que havia sobrado da refeição anterior.

Desde a Grécia antiga, e também no Oriente Médio, há relatos de pães recheados. Podemos concluir que eram uma espécie de “bisavós e avós” das empanadas como as conhecemos hoje. Historiadores de gastronomia relatam que a receita mais próxima surgiu na Espanha e foi trazida para a América Latina durante o período da colonização, difundindo-se por todos os países da região.

Cada qual com sua receita típica, que varia em termos de tamanho, formato, massa, recheio, repulgues (aquelas “dobrinhas” das bordas) e também no jeito como as empanadas são preparadas, se fritas ou assadas. As variantes deste salgado não param por aí. A diversidade é gigantesca.

É fácil imaginar, caros leitores: se cada país tem as suas empanadas típicas, cada cidade, cada família, cada tia, cada avó também as têm. Na mesma Espanha que citamos como a “avó” das empanadas, podemos encontrar, na região da Galícia, empanadas que mais se assemelham a tortas. Já nas Islas Baleares [arquipélago da costa leste, onde se encontra a famosa Ilha de Maiorca, a maior delas], esses quitute se assemelham muito às nossas empadinhas. Na Venezuela, sua massa é feita de milho e eles são fritos.

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O ato de envolver um recheio com uma massa – o “empanar” (do dicionário Aurélio, “cobrir com panos, encobrir, esconder”) – é que deu nome a este quitute delicioso. Desde sua origem – ou quando passou a ter o propósito de funcionar como uma marmita, tornando-se um verdadeiro êxito –, era o prato dos trabalhadores do campo, pois, com a empanada, se aproveitava o que havia sobrado da refeição anterior.

Desde a Grécia antiga, e também no Oriente Médio, há relatos de pães recheados. Podemos concluir que eram uma espécie de “bisavós e avós” das empanadas como as conhecemos hoje. Historiadores de gastronomia relatam que a receita mais próxima surgiu na Espanha e foi trazida para a América Latina durante o período da colonização, difundindo-se por todos os países da região.

Cada qual com sua receita típica, que varia em termos de tamanho, formato, massa, recheio, repulgues (aquelas “dobrinhas” das bordas) e também no jeito como as empanadas são preparadas, se fritas ou assadas. As variantes deste salgado não param por aí. A diversidade é gigantesca.

É fácil imaginar, caros leitores: se cada país tem as suas empanadas típicas, cada cidade, cada família, cada tia, cada avó também as têm. Na mesma Espanha que citamos como a “avó” das empanadas, podemos encontrar, na região da Galícia, empanadas que mais se assemelham a tortas. Já nas Islas Baleares [arquipélago da costa leste, onde se encontra a famosa Ilha de Maiorca, a maior delas], esses quitute se assemelham muito às nossas empadinhas. Na Venezuela, sua massa é feita de milho e eles são fritos.

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Desde a Grécia antiga, e também no Oriente Médio, há relatos de pães recheados. Podemos concluir que eram uma espécie de “bisavós e avós” das empanadas como as conhecemos hoje. Historiadores de gastronomia relatam que a receita mais próxima surgiu na Espanha e foi trazida para a América Latina durante o período da colonização, difundindo-se por todos os países da região.

Cada qual com sua receita típica, que varia em termos de tamanho, formato, massa, recheio, repulgues (aquelas “dobrinhas” das bordas) e também no jeito como as empanadas são preparadas, se fritas ou assadas. As variantes deste salgado não param por aí. A diversidade é gigantesca.

É fácil imaginar, caros leitores: se cada país tem as suas empanadas típicas, cada cidade, cada família, cada tia, cada avó também as têm. Na mesma Espanha que citamos como a “avó” das empanadas, podemos encontrar, na região da Galícia, empanadas que mais se assemelham a tortas. Já nas Islas Baleares [arquipélago da costa leste, onde se encontra a famosa Ilha de Maiorca, a maior delas], esses quitute se assemelham muito às nossas empadinhas. Na Venezuela, sua massa é feita de milho e eles são fritos.

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O ato de envolver um recheio com uma massa – o “empanar” (do dicionário Aurélio, “cobrir com panos, encobrir, esconder”) – é que deu nome a este quitute delicioso. Desde sua origem – ou quando passou a ter o propósito de funcionar como uma marmita, tornando-se um verdadeiro êxito –, era o prato dos trabalhadores do campo, pois, com a empanada, se aproveitava o que havia sobrado da refeição anterior.

Desde a Grécia antiga, e também no Oriente Médio, há relatos de pães recheados. Podemos concluir que eram uma espécie de “bisavós e avós” das empanadas como as conhecemos hoje. Historiadores de gastronomia relatam que a receita mais próxima surgiu na Espanha e foi trazida para a América Latina durante o período da colonização, difundindo-se por todos os países da região.

Cada qual com sua receita típica, que varia em termos de tamanho, formato, massa, recheio, repulgues (aquelas “dobrinhas” das bordas) e também no jeito como as empanadas são preparadas, se fritas ou assadas. As variantes deste salgado não param por aí. A diversidade é gigantesca.

É fácil imaginar, caros leitores: se cada país tem as suas empanadas típicas, cada cidade, cada família, cada tia, cada avó também as têm. Na mesma Espanha que citamos como a “avó” das empanadas, podemos encontrar, na região da Galícia, empanadas que mais se assemelham a tortas. Já nas Islas Baleares [arquipélago da costa leste, onde se encontra a famosa Ilha de Maiorca, a maior delas], esses quitute se assemelham muito às nossas empadinhas. Na Venezuela, sua massa é feita de milho e eles são fritos.

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Confira os destaques da seção ‘Giro Rápido’ da Revista DBO de maio

Por Rafael Amaral e Maíra Serrano – Proprietários do “La Chica Empanadas Artesanais”, com fábrica no bairro de Pirituba e loja no bairro da Pompeia, ambos na zona oeste da capital paulista. A receita atual é um aprimoramento da receita da avó de Maíra, espanhola, passada para o pai, uruguaio.

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Desde a Grécia antiga, e também no Oriente Médio, há relatos de pães recheados. Podemos concluir que eram uma espécie de “bisavós e avós” das empanadas como as conhecemos hoje. Historiadores de gastronomia relatam que a receita mais próxima surgiu na Espanha e foi trazida para a América Latina durante o período da colonização, difundindo-se por todos os países da região.

Cada qual com sua receita típica, que varia em termos de tamanho, formato, massa, recheio, repulgues (aquelas “dobrinhas” das bordas) e também no jeito como as empanadas são preparadas, se fritas ou assadas. As variantes deste salgado não param por aí. A diversidade é gigantesca.

É fácil imaginar, caros leitores: se cada país tem as suas empanadas típicas, cada cidade, cada família, cada tia, cada avó também as têm. Na mesma Espanha que citamos como a “avó” das empanadas, podemos encontrar, na região da Galícia, empanadas que mais se assemelham a tortas. Já nas Islas Baleares [arquipélago da costa leste, onde se encontra a famosa Ilha de Maiorca, a maior delas], esses quitute se assemelham muito às nossas empadinhas. Na Venezuela, sua massa é feita de milho e eles são fritos.

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O ato de envolver um recheio com uma massa – o “empanar” (do dicionário Aurélio, “cobrir com panos, encobrir, esconder”) – é que deu nome a este quitute delicioso. Desde sua origem – ou quando passou a ter o propósito de funcionar como uma marmita, tornando-se um verdadeiro êxito –, era o prato dos trabalhadores do campo, pois, com a empanada, se aproveitava o que havia sobrado da refeição anterior.

Desde a Grécia antiga, e também no Oriente Médio, há relatos de pães recheados. Podemos concluir que eram uma espécie de “bisavós e avós” das empanadas como as conhecemos hoje. Historiadores de gastronomia relatam que a receita mais próxima surgiu na Espanha e foi trazida para a América Latina durante o período da colonização, difundindo-se por todos os países da região.

Cada qual com sua receita típica, que varia em termos de tamanho, formato, massa, recheio, repulgues (aquelas “dobrinhas” das bordas) e também no jeito como as empanadas são preparadas, se fritas ou assadas. As variantes deste salgado não param por aí. A diversidade é gigantesca.

É fácil imaginar, caros leitores: se cada país tem as suas empanadas típicas, cada cidade, cada família, cada tia, cada avó também as têm. Na mesma Espanha que citamos como a “avó” das empanadas, podemos encontrar, na região da Galícia, empanadas que mais se assemelham a tortas. Já nas Islas Baleares [arquipélago da costa leste, onde se encontra a famosa Ilha de Maiorca, a maior delas], esses quitute se assemelham muito às nossas empadinhas. Na Venezuela, sua massa é feita de milho e eles são fritos.

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

Por Rafael Amaral e Maíra Serrano – Proprietários do “La Chica Empanadas Artesanais”, com fábrica no bairro de Pirituba e loja no bairro da Pompeia, ambos na zona oeste da capital paulista. A receita atual é um aprimoramento da receita da avó de Maíra, espanhola, passada para o pai, uruguaio.

O ato de envolver um recheio com uma massa – o “empanar” (do dicionário Aurélio, “cobrir com panos, encobrir, esconder”) – é que deu nome a este quitute delicioso. Desde sua origem – ou quando passou a ter o propósito de funcionar como uma marmita, tornando-se um verdadeiro êxito –, era o prato dos trabalhadores do campo, pois, com a empanada, se aproveitava o que havia sobrado da refeição anterior.

Desde a Grécia antiga, e também no Oriente Médio, há relatos de pães recheados. Podemos concluir que eram uma espécie de “bisavós e avós” das empanadas como as conhecemos hoje. Historiadores de gastronomia relatam que a receita mais próxima surgiu na Espanha e foi trazida para a América Latina durante o período da colonização, difundindo-se por todos os países da região.

Cada qual com sua receita típica, que varia em termos de tamanho, formato, massa, recheio, repulgues (aquelas “dobrinhas” das bordas) e também no jeito como as empanadas são preparadas, se fritas ou assadas. As variantes deste salgado não param por aí. A diversidade é gigantesca.

É fácil imaginar, caros leitores: se cada país tem as suas empanadas típicas, cada cidade, cada família, cada tia, cada avó também as têm. Na mesma Espanha que citamos como a “avó” das empanadas, podemos encontrar, na região da Galícia, empanadas que mais se assemelham a tortas. Já nas Islas Baleares [arquipélago da costa leste, onde se encontra a famosa Ilha de Maiorca, a maior delas], esses quitute se assemelham muito às nossas empadinhas. Na Venezuela, sua massa é feita de milho e eles são fritos.

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O ato de envolver um recheio com uma massa – o “empanar” (do dicionário Aurélio, “cobrir com panos, encobrir, esconder”) – é que deu nome a este quitute delicioso. Desde sua origem – ou quando passou a ter o propósito de funcionar como uma marmita, tornando-se um verdadeiro êxito –, era o prato dos trabalhadores do campo, pois, com a empanada, se aproveitava o que havia sobrado da refeição anterior.

Desde a Grécia antiga, e também no Oriente Médio, há relatos de pães recheados. Podemos concluir que eram uma espécie de “bisavós e avós” das empanadas como as conhecemos hoje. Historiadores de gastronomia relatam que a receita mais próxima surgiu na Espanha e foi trazida para a América Latina durante o período da colonização, difundindo-se por todos os países da região.

Cada qual com sua receita típica, que varia em termos de tamanho, formato, massa, recheio, repulgues (aquelas “dobrinhas” das bordas) e também no jeito como as empanadas são preparadas, se fritas ou assadas. As variantes deste salgado não param por aí. A diversidade é gigantesca.

É fácil imaginar, caros leitores: se cada país tem as suas empanadas típicas, cada cidade, cada família, cada tia, cada avó também as têm. Na mesma Espanha que citamos como a “avó” das empanadas, podemos encontrar, na região da Galícia, empanadas que mais se assemelham a tortas. Já nas Islas Baleares [arquipélago da costa leste, onde se encontra a famosa Ilha de Maiorca, a maior delas], esses quitute se assemelham muito às nossas empadinhas. Na Venezuela, sua massa é feita de milho e eles são fritos.

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