O dia em que o boi gordo parou…

Mercado fora do eixo põe cotações em viés baixista e frigoríficos saem das compras

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Sem referência de preço, os pecuaristas brasileiros resistem em vender o gado terminado. Por sua vez, os frigoríficos se ausentam das compras de boiada, optando pela redução na capacidade produtiva ou até mesmo a paralisação total dos abates de algumas unidades. Diante deste cenário, os negócios no mercado do boi gordo foram praticamente nulos nesta quinta-feira, permanecendo o viés baixista no valor da arroba.

Segundo dados da Informa Economics FNP, na praça de São Paulo, os poucos e isolados negócios efetivados nesta quinta-feira envolveram pequenos lotes, com ajustes negativos nos valores pagos por animais terminados.


Na região do Mato Grosso, os frigoríficos enfrentam dificuldades para comprar boiada gorda e operar com capacidade reduzida. Porém, de acordo com levantamento da FNP, os poucos registros de negócios computados ocorreram em patamares mais baixos de preço.

Em Belo Horizonte, segundo a consultoria, há registro de plantas frigoríficas que diminuíram o fluxo de abate em 20% e, mesmo com as poucas ofertas de compra de gado terminado, a arroba da boiada gorda também se desvalorizou.

No Pará, as indústrias conseguiram preencher as programações de abate para a semana que vem e passaram a oferecer valores muito menores que as máximas vigentes, sem conseguir comprar grandes lotes, segundo a consultoria FNP.

Na região de Tocantins, os frigoríficos conseguiram emplacar preços menores e estenderam suas escalas até a semana que vem.

No Mato Grosso do Sul, relata a FNP, mesmo com a pressão baixista por parte dos compradores, os preços do gado terminado resistem a maiores quedas, sustentados pela restrita oferta de animais.

Situação semelhante é registrada em Goiás, onde há um baixo volume de negócios – no Estado, os preços da arroba se mantêm estáveis.

Em Rondônia, as indústrias operam com cautela diante das expectativas sobre o escoamento de carne bovina. As plantas frigorificas da região diminuíram o ritmo de abates e optam por não estender as escalas, o que contribuiu para queda nos preços da boiada gorda.

Acompanhe aqui as cotações do boi gordo nas principais regiões do Brasil desta quinta-feira, de acordo com dados da FNP:

SP-Noroeste: R$ 200/@ a (prazo)

MS-Dourados: R$ 187/@ (à vista)

MS-C. Grande: R$ 187/@ (prazo)

MS-Três Lagoas: R$ 187/@ (prazo)

MT-Cáceres: R$ 172/@ (prazo)

MT-Tangará: R$ 172/@ (prazo)

MT-B. Garças: R$ 172/@ (prazo)

MT-Cuiabá: R$ 170/@ (à vista)

MT-Colíder: R$ 167/@ (à vista)

GO-Goiânia: R$ 187/@ (prazo)

GO-Sul: R$ 185/@ (prazo)

PR-Maringá: R$ 192/@ (à vista)

MG-Triângulo: R$ 187/@ (prazo)

MG-B.H.: R$ 182/@ (prazo)

BA-F. Santana: R$ 190/@ (à vista)

RS-P.Alegre: R$ 194/@ (à vista)

RS-Fronteira: R$ 192/@ (à vista)

PA-Marabá: R$ 187/@ (prazo)

PA-Redenção: R$ 184/@ (à vista)

PA-Paragominas: R$ 187/@ (prazo)

TO-Araguaína: R$ 179/@ (prazo)

TO-Gurupi: R$ 177/@ (à vista)

RO-Cacoal: R$ 164/@ (à vista)

RJ-Campos: R$ 182/@ (prazo)

MA-Açailândia: R$ 182/@ (à vista)

 

 

 

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