Empresa usa “sequestro” e suplementação com sal aditivado nas águas para intensificar a recria, aumentando o giro do gado e poupando pastagens
Bezerrada em “sequestro” no confinamento da Campanário, que que está intensificando a recria.
Por Ariosto Mesquita
Seu nome se confunde com a história do ciclo da erva mate na América do Sul e com a Companhia Matte Laranjeira, empresa fruto de concessão imperial, que, nos séculos XIX e XX, ajudou a desenvolver a parte sul do então Estado de Grosso Grosso, hoje pertencente ao Mato Grosso do Sul. Além de ter história secular, a Fazenda Campanário, com seus 37.515 ha, em Laguna Carapã (MS), vem assumindo novo protagonismo, dessa vez na pecuária. Seu projeto de recria/engorda tem incorporado tecnologia para compensar a perda de área para a agricultura – de 4.500 para 2.570 ha (redução de 40%). O rebanho também diminuiu, passando de 12.000 para 6.800 UAs, mas é bastante gado para a área de pastagem disponível.
“Hoje, plantamos 19.970 ha de lavoura, mas trata-se de uma decisão comercial. A agricultura tem dado mais dinheiro, mas somos versáteis, podemos mudar de rumo a qualquer momento, se for economicamente interessante”, avisa Gentil José Martin Fernandes, gestor de pecuária da propriedade.
A redução da área de pecuária, contudo, trouxe consigo um grande desafio de produtividade, exigindo adoção de novas estratégias nutricionais na recria, para acelerar o desempenho dos garrotes e desafogar os pastos na seca. A meta da empresa é fazer com que os animais cheguem à terminação com uma arroba a mais por cabeça, o que significa 20 dias a menos no confinamento.
Para isso, decidiu-se “sequestrar” parte dos bezerros no final da seca de 2019, por um período curto (37 dias, no caso das fêmeas, e 45 dias, nos machos). Eles foram colocados no confinamento, recebendo ração para ganho de quase 1 kg/cab/dia, mas era preciso evitar queda de desempenho quando voltassem ao pasto. Essa segunda etapa de recria (pós-sequestro), que se estende até o final das águas, é feita a pasto, com mineral aditivado. Na última fase (pré-confinamento), são feitas as avaliações e ajustes dos lotes para três destinações: suplementação pré-confinamento, terminação intensiva a pasto (TIP) e confinamento.
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“Hoje, plantamos 19.970 ha de lavoura, mas trata-se de uma decisão comercial. A agricultura tem dado mais dinheiro, mas somos versáteis, podemos mudar de rumo a qualquer momento, se for economicamente interessante”, avisa Gentil José Martin Fernandes, gestor de pecuária da propriedade.
A redução da área de pecuária, contudo, trouxe consigo um grande desafio de produtividade, exigindo adoção de novas estratégias nutricionais na recria, para acelerar o desempenho dos garrotes e desafogar os pastos na seca. A meta da empresa é fazer com que os animais cheguem à terminação com uma arroba a mais por cabeça, o que significa 20 dias a menos no confinamento.
Para isso, decidiu-se “sequestrar” parte dos bezerros no final da seca de 2019, por um período curto (37 dias, no caso das fêmeas, e 45 dias, nos machos). Eles foram colocados no confinamento, recebendo ração para ganho de quase 1 kg/cab/dia, mas era preciso evitar queda de desempenho quando voltassem ao pasto. Essa segunda etapa de recria (pós-sequestro), que se estende até o final das águas, é feita a pasto, com mineral aditivado. Na última fase (pré-confinamento), são feitas as avaliações e ajustes dos lotes para três destinações: suplementação pré-confinamento, terminação intensiva a pasto (TIP) e confinamento.
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Empresa usa “sequestro” e suplementação com sal aditivado nas águas para intensificar a recria, aumentando o giro do gado e poupando pastagens
Bezerrada em “sequestro” no confinamento da Campanário, que que está intensificando a recria.
Por Ariosto Mesquita
Seu nome se confunde com a história do ciclo da erva mate na América do Sul e com a Companhia Matte Laranjeira, empresa fruto de concessão imperial, que, nos séculos XIX e XX, ajudou a desenvolver a parte sul do então Estado de Grosso Grosso, hoje pertencente ao Mato Grosso do Sul. Além de ter história secular, a Fazenda Campanário, com seus 37.515 ha, em Laguna Carapã (MS), vem assumindo novo protagonismo, dessa vez na pecuária. Seu projeto de recria/engorda tem incorporado tecnologia para compensar a perda de área para a agricultura – de 4.500 para 2.570 ha (redução de 40%). O rebanho também diminuiu, passando de 12.000 para 6.800 UAs, mas é bastante gado para a área de pastagem disponível.
“Hoje, plantamos 19.970 ha de lavoura, mas trata-se de uma decisão comercial. A agricultura tem dado mais dinheiro, mas somos versáteis, podemos mudar de rumo a qualquer momento, se for economicamente interessante”, avisa Gentil José Martin Fernandes, gestor de pecuária da propriedade.
A redução da área de pecuária, contudo, trouxe consigo um grande desafio de produtividade, exigindo adoção de novas estratégias nutricionais na recria, para acelerar o desempenho dos garrotes e desafogar os pastos na seca. A meta da empresa é fazer com que os animais cheguem à terminação com uma arroba a mais por cabeça, o que significa 20 dias a menos no confinamento.
Para isso, decidiu-se “sequestrar” parte dos bezerros no final da seca de 2019, por um período curto (37 dias, no caso das fêmeas, e 45 dias, nos machos). Eles foram colocados no confinamento, recebendo ração para ganho de quase 1 kg/cab/dia, mas era preciso evitar queda de desempenho quando voltassem ao pasto. Essa segunda etapa de recria (pós-sequestro), que se estende até o final das águas, é feita a pasto, com mineral aditivado. Na última fase (pré-confinamento), são feitas as avaliações e ajustes dos lotes para três destinações: suplementação pré-confinamento, terminação intensiva a pasto (TIP) e confinamento.
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“Hoje, plantamos 19.970 ha de lavoura, mas trata-se de uma decisão comercial. A agricultura tem dado mais dinheiro, mas somos versáteis, podemos mudar de rumo a qualquer momento, se for economicamente interessante”, avisa Gentil José Martin Fernandes, gestor de pecuária da propriedade.
A redução da área de pecuária, contudo, trouxe consigo um grande desafio de produtividade, exigindo adoção de novas estratégias nutricionais na recria, para acelerar o desempenho dos garrotes e desafogar os pastos na seca. A meta da empresa é fazer com que os animais cheguem à terminação com uma arroba a mais por cabeça, o que significa 20 dias a menos no confinamento.
Para isso, decidiu-se “sequestrar” parte dos bezerros no final da seca de 2019, por um período curto (37 dias, no caso das fêmeas, e 45 dias, nos machos). Eles foram colocados no confinamento, recebendo ração para ganho de quase 1 kg/cab/dia, mas era preciso evitar queda de desempenho quando voltassem ao pasto. Essa segunda etapa de recria (pós-sequestro), que se estende até o final das águas, é feita a pasto, com mineral aditivado. Na última fase (pré-confinamento), são feitas as avaliações e ajustes dos lotes para três destinações: suplementação pré-confinamento, terminação intensiva a pasto (TIP) e confinamento.
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Daniel Gaia, zootecnista e proprietário da DG Assessoria Pecuária, comenta os preços da reposição, a oferta de boi magro e as tendências do mercado pecuário no Tocantins.
César de Castro Alves, consultor do Itaú BBA, analisa os impactos da possível interrupção das exportações para a China, a capacidade de absorção do mercado interno e os riscos para o mercado do boi gordo nos próximos meses.
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“Hoje, plantamos 19.970 ha de lavoura, mas trata-se de uma decisão comercial. A agricultura tem dado mais dinheiro, mas somos versáteis, podemos mudar de rumo a qualquer momento, se for economicamente interessante”, avisa Gentil José Martin Fernandes, gestor de pecuária da propriedade.
A redução da área de pecuária, contudo, trouxe consigo um grande desafio de produtividade, exigindo adoção de novas estratégias nutricionais na recria, para acelerar o desempenho dos garrotes e desafogar os pastos na seca. A meta da empresa é fazer com que os animais cheguem à terminação com uma arroba a mais por cabeça, o que significa 20 dias a menos no confinamento.
Para isso, decidiu-se “sequestrar” parte dos bezerros no final da seca de 2019, por um período curto (37 dias, no caso das fêmeas, e 45 dias, nos machos). Eles foram colocados no confinamento, recebendo ração para ganho de quase 1 kg/cab/dia, mas era preciso evitar queda de desempenho quando voltassem ao pasto. Essa segunda etapa de recria (pós-sequestro), que se estende até o final das águas, é feita a pasto, com mineral aditivado. Na última fase (pré-confinamento), são feitas as avaliações e ajustes dos lotes para três destinações: suplementação pré-confinamento, terminação intensiva a pasto (TIP) e confinamento.
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“Hoje, plantamos 19.970 ha de lavoura, mas trata-se de uma decisão comercial. A agricultura tem dado mais dinheiro, mas somos versáteis, podemos mudar de rumo a qualquer momento, se for economicamente interessante”, avisa Gentil José Martin Fernandes, gestor de pecuária da propriedade.
A redução da área de pecuária, contudo, trouxe consigo um grande desafio de produtividade, exigindo adoção de novas estratégias nutricionais na recria, para acelerar o desempenho dos garrotes e desafogar os pastos na seca. A meta da empresa é fazer com que os animais cheguem à terminação com uma arroba a mais por cabeça, o que significa 20 dias a menos no confinamento.
Para isso, decidiu-se “sequestrar” parte dos bezerros no final da seca de 2019, por um período curto (37 dias, no caso das fêmeas, e 45 dias, nos machos). Eles foram colocados no confinamento, recebendo ração para ganho de quase 1 kg/cab/dia, mas era preciso evitar queda de desempenho quando voltassem ao pasto. Essa segunda etapa de recria (pós-sequestro), que se estende até o final das águas, é feita a pasto, com mineral aditivado. Na última fase (pré-confinamento), são feitas as avaliações e ajustes dos lotes para três destinações: suplementação pré-confinamento, terminação intensiva a pasto (TIP) e confinamento.
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“Hoje, plantamos 19.970 ha de lavoura, mas trata-se de uma decisão comercial. A agricultura tem dado mais dinheiro, mas somos versáteis, podemos mudar de rumo a qualquer momento, se for economicamente interessante”, avisa Gentil José Martin Fernandes, gestor de pecuária da propriedade.
A redução da área de pecuária, contudo, trouxe consigo um grande desafio de produtividade, exigindo adoção de novas estratégias nutricionais na recria, para acelerar o desempenho dos garrotes e desafogar os pastos na seca. A meta da empresa é fazer com que os animais cheguem à terminação com uma arroba a mais por cabeça, o que significa 20 dias a menos no confinamento.
Para isso, decidiu-se “sequestrar” parte dos bezerros no final da seca de 2019, por um período curto (37 dias, no caso das fêmeas, e 45 dias, nos machos). Eles foram colocados no confinamento, recebendo ração para ganho de quase 1 kg/cab/dia, mas era preciso evitar queda de desempenho quando voltassem ao pasto. Essa segunda etapa de recria (pós-sequestro), que se estende até o final das águas, é feita a pasto, com mineral aditivado. Na última fase (pré-confinamento), são feitas as avaliações e ajustes dos lotes para três destinações: suplementação pré-confinamento, terminação intensiva a pasto (TIP) e confinamento.
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“Hoje, plantamos 19.970 ha de lavoura, mas trata-se de uma decisão comercial. A agricultura tem dado mais dinheiro, mas somos versáteis, podemos mudar de rumo a qualquer momento, se for economicamente interessante”, avisa Gentil José Martin Fernandes, gestor de pecuária da propriedade.
A redução da área de pecuária, contudo, trouxe consigo um grande desafio de produtividade, exigindo adoção de novas estratégias nutricionais na recria, para acelerar o desempenho dos garrotes e desafogar os pastos na seca. A meta da empresa é fazer com que os animais cheguem à terminação com uma arroba a mais por cabeça, o que significa 20 dias a menos no confinamento.
Para isso, decidiu-se “sequestrar” parte dos bezerros no final da seca de 2019, por um período curto (37 dias, no caso das fêmeas, e 45 dias, nos machos). Eles foram colocados no confinamento, recebendo ração para ganho de quase 1 kg/cab/dia, mas era preciso evitar queda de desempenho quando voltassem ao pasto. Essa segunda etapa de recria (pós-sequestro), que se estende até o final das águas, é feita a pasto, com mineral aditivado. Na última fase (pré-confinamento), são feitas as avaliações e ajustes dos lotes para três destinações: suplementação pré-confinamento, terminação intensiva a pasto (TIP) e confinamento.
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“Hoje, plantamos 19.970 ha de lavoura, mas trata-se de uma decisão comercial. A agricultura tem dado mais dinheiro, mas somos versáteis, podemos mudar de rumo a qualquer momento, se for economicamente interessante”, avisa Gentil José Martin Fernandes, gestor de pecuária da propriedade.
A redução da área de pecuária, contudo, trouxe consigo um grande desafio de produtividade, exigindo adoção de novas estratégias nutricionais na recria, para acelerar o desempenho dos garrotes e desafogar os pastos na seca. A meta da empresa é fazer com que os animais cheguem à terminação com uma arroba a mais por cabeça, o que significa 20 dias a menos no confinamento.
Para isso, decidiu-se “sequestrar” parte dos bezerros no final da seca de 2019, por um período curto (37 dias, no caso das fêmeas, e 45 dias, nos machos). Eles foram colocados no confinamento, recebendo ração para ganho de quase 1 kg/cab/dia, mas era preciso evitar queda de desempenho quando voltassem ao pasto. Essa segunda etapa de recria (pós-sequestro), que se estende até o final das águas, é feita a pasto, com mineral aditivado. Na última fase (pré-confinamento), são feitas as avaliações e ajustes dos lotes para três destinações: suplementação pré-confinamento, terminação intensiva a pasto (TIP) e confinamento.
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