O movimento de queda dos preços domésticos do milho perdeu força nos últimos dias. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), diante da irregularidade das chuvas e de possíveis impactos sobre a produtividade da segunda safra, muitos produtores diminuíram a oferta no spot e elevaram os valores pedidos.
No entanto, a instituição aponta que os preços internacionais em queda e a cautela de compradores em adquirir grandes lotes ainda impedem valorizações domésticas do cereal.
Quanto às negociações, predomina a cautela de compradores, devido ao atual cenário econômico. Esses agentes optam por adquirir apenas lotes pontuais para curto prazo.
Entre os dias 23 e 30 de abril, o Indicador Esalq/BM&FBovespa (base Campinas-SP) avançou 0,3%, a R$ 48,35 a saca de 60 kg na quinta-feira, 30 de abril.
Nessa região paulista, produtores e cooperativas limitaram o volume ofertado e elevaram o preço pedido pelo cereal. A disponibilidade de milho de outros estados em São Paulo também diminuiu.




