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Monitorando o gado em home office

Pesquisador da Embrapa conduz experimento sobre efeito do sombreamento em bovinos à distância, usando rede mesh, colares eletrônicos e inteligência artificial

Por Ariosto Mesquita

Em isolamento social desde a primeira quinzena de março, como medida preventiva contra a covid-19, o pesquisador Alexandre Rosseto vem acompanhando, de casa, o comportamento a campo de 80 bovinos empregados em um de seus experimentos, na Fazenda Canchim, sede da Embrapa Pecuária Sudeste, em São Carlos, SP. Neste monitoramento, usa tecnologia já disponível para emprego em escala comercial. Tempos de pandemia sugerem mudanças de processos e o pesquisador comprova, em seu dia-a-dia profissional, que os pecuaristas, gestores e gerentes de propriedades podem monitorar parte ou a totalidade dos rebanhos à distância, em “home office”, seja na sede de outra fazenda, seja em residências urbanas ou durante viagens.

Isso é possível, segundo Rosseto, graças aos princípios da internet das coisas (IoT, na sigla em inglês) que prevê a conexão entre diferentes objetos e a operação remota a partir de dispositivo conectado à rede mundial de computadores. No seu caso, Rosseto ainda não conta com elementos que lhe permitam intervir digitalmente no que ocorre nos pastos da fazenda, mas ele consegue identificar eventuais irregularidades no comportamento individual de qualquer animal e acionar a equipe de plantão da Embrapa para checar eventuais problemas in loco.

O pesquisador explica que seu trabalho consiste no uso de ferramentas de pecuária de precisão (pp), que ele conceitua como “gestão da produção animal baseada no uso dos fundamentos e de tecnologias de engenharia de processos”. Rosseto considera um erro relacionar a pecuária de precisão apenas com o uso de sensores: “Além dos dispositivos físicos, temos modelos matemáticos preditivos, sem contar os softwares que são desenvolvidos para trabalhar de forma associada à inteligência artificial”.

Graças a essa engrenagem, ele consegue dar andamento, de casa, a um projeto de monitoramento de gado de corte na Fazenda Canchim. Em seu celular ou no computador, ele tem acesso a informações detalhadas sobre o desempenho dos animais a campo.

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Isso é possível, segundo Rosseto, graças aos princípios da internet das coisas (IoT, na sigla em inglês) que prevê a conexão entre diferentes objetos e a operação remota a partir de dispositivo conectado à rede mundial de computadores. No seu caso, Rosseto ainda não conta com elementos que lhe permitam intervir digitalmente no que ocorre nos pastos da fazenda, mas ele consegue identificar eventuais irregularidades no comportamento individual de qualquer animal e acionar a equipe de plantão da Embrapa para checar eventuais problemas in loco.

O pesquisador explica que seu trabalho consiste no uso de ferramentas de pecuária de precisão (pp), que ele conceitua como “gestão da produção animal baseada no uso dos fundamentos e de tecnologias de engenharia de processos”. Rosseto considera um erro relacionar a pecuária de precisão apenas com o uso de sensores: “Além dos dispositivos físicos, temos modelos matemáticos preditivos, sem contar os softwares que são desenvolvidos para trabalhar de forma associada à inteligência artificial”.

Graças a essa engrenagem, ele consegue dar andamento, de casa, a um projeto de monitoramento de gado de corte na Fazenda Canchim. Em seu celular ou no computador, ele tem acesso a informações detalhadas sobre o desempenho dos animais a campo.

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Isso é possível, segundo Rosseto, graças aos princípios da internet das coisas (IoT, na sigla em inglês) que prevê a conexão entre diferentes objetos e a operação remota a partir de dispositivo conectado à rede mundial de computadores. No seu caso, Rosseto ainda não conta com elementos que lhe permitam intervir digitalmente no que ocorre nos pastos da fazenda, mas ele consegue identificar eventuais irregularidades no comportamento individual de qualquer animal e acionar a equipe de plantão da Embrapa para checar eventuais problemas in loco.

O pesquisador explica que seu trabalho consiste no uso de ferramentas de pecuária de precisão (pp), que ele conceitua como “gestão da produção animal baseada no uso dos fundamentos e de tecnologias de engenharia de processos”. Rosseto considera um erro relacionar a pecuária de precisão apenas com o uso de sensores: “Além dos dispositivos físicos, temos modelos matemáticos preditivos, sem contar os softwares que são desenvolvidos para trabalhar de forma associada à inteligência artificial”.

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Isso é possível, segundo Rosseto, graças aos princípios da internet das coisas (IoT, na sigla em inglês) que prevê a conexão entre diferentes objetos e a operação remota a partir de dispositivo conectado à rede mundial de computadores. No seu caso, Rosseto ainda não conta com elementos que lhe permitam intervir digitalmente no que ocorre nos pastos da fazenda, mas ele consegue identificar eventuais irregularidades no comportamento individual de qualquer animal e acionar a equipe de plantão da Embrapa para checar eventuais problemas in loco.

O pesquisador explica que seu trabalho consiste no uso de ferramentas de pecuária de precisão (pp), que ele conceitua como “gestão da produção animal baseada no uso dos fundamentos e de tecnologias de engenharia de processos”. Rosseto considera um erro relacionar a pecuária de precisão apenas com o uso de sensores: “Além dos dispositivos físicos, temos modelos matemáticos preditivos, sem contar os softwares que são desenvolvidos para trabalhar de forma associada à inteligência artificial”.

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O pesquisador explica que seu trabalho consiste no uso de ferramentas de pecuária de precisão (pp), que ele conceitua como “gestão da produção animal baseada no uso dos fundamentos e de tecnologias de engenharia de processos”. Rosseto considera um erro relacionar a pecuária de precisão apenas com o uso de sensores: “Além dos dispositivos físicos, temos modelos matemáticos preditivos, sem contar os softwares que são desenvolvidos para trabalhar de forma associada à inteligência artificial”.

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Confira os destaques da seção ‘Giro Rápido’ da Revista DBO de maio

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

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Isso é possível, segundo Rosseto, graças aos princípios da internet das coisas (IoT, na sigla em inglês) que prevê a conexão entre diferentes objetos e a operação remota a partir de dispositivo conectado à rede mundial de computadores. No seu caso, Rosseto ainda não conta com elementos que lhe permitam intervir digitalmente no que ocorre nos pastos da fazenda, mas ele consegue identificar eventuais irregularidades no comportamento individual de qualquer animal e acionar a equipe de plantão da Embrapa para checar eventuais problemas in loco.

O pesquisador explica que seu trabalho consiste no uso de ferramentas de pecuária de precisão (pp), que ele conceitua como “gestão da produção animal baseada no uso dos fundamentos e de tecnologias de engenharia de processos”. Rosseto considera um erro relacionar a pecuária de precisão apenas com o uso de sensores: “Além dos dispositivos físicos, temos modelos matemáticos preditivos, sem contar os softwares que são desenvolvidos para trabalhar de forma associada à inteligência artificial”.

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