Nesta quinta-feira, 27 de julho, a morosidade de negócios persistiu no mercado físico do boi gordo.
“Embora as escalas de abate tenham crescido de forma paulatina, as indústrias frigoríficas brasileiras continuam limitando a realização de novas compras de gado gordo com intuito de se adequar ao descompasso entre oferta e demanda na carne bovina”, afirmam os analistas da S&P Global Commodity Insights.
“A pressão baixista, porém, esbarra na enxuta oferta de animais prontos para abate, onde há uma lacuna entre o primeiro e segundo giro de confinamento”, acrescenta a consultoria.
“No interior paulista, as indicações de preços estão variando entre R$ 235/@ e R$ 240/@ (valor bruto), isso mesmo para boi padrão-China”, informa a S&P Global, que acrescenta: “Porém, os poucos reportes de negócios ocorreram em torno de R$ 245/@”.
No entanto, continua a consultoria, logo que se fixou as novas operações, os frigoríficos paulistas saíram imediatamente das compras de gado gordo, sinalizando valores mais baixos.
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Segundo a S&P Global, também foram registrados recuos nas cotações do boi gordo nas praças de Goiás, Minas Gerais, Pará, Rondônia e Maranhão.
Pela avaliação da Scot Consultoria, “a pressão baixista ainda ronda o mercado paulista, com ofertas abaixo da referência, mas sem negócios até o momento”.
Com isso, o boi gordo está sendo negociado em R$ 235/@, a vaca em R$ 207/@ e a novilha em R$ 225/@ (preços brutos e a prazo).
O “boi-China” segue em R$ 240@ (preço bruto e a prazo), com ágio de R$ 5/@ sobre o animal comum.
No mercado atacadista da carne bovina, a movimentação de negócios segue abaixo das expectativas do setor.
“A oferta de mercadoria disponível nas câmaras frigorificas segue elevada, mas, a redução no ritmo dos abates diários e a chegada do mês de agosto (marcada pelo fim das férias escolares) deve ajudar a enxugar estoques”, prevê a S&P Global.
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Na B3, os preços dos contratos futuros do boi gordo seguem em trajetória de queda.
Cotações máximas de machos e fêmeas na quinta-feira, 27/7
(Fonte: S&P Global)
SP-Noroeste:
boi a R$ 241/@ (prazo)
vaca a R$ 212/@ (prazo)
MS-Dourados:
boi a R$ 236/@ (à vista)
vaca a R$ 207/@ (à vista)
MS-C.Grande:
boi a R$ 238/@ (prazo)
vaca a R$ 209/@ (prazo)
MT-Cáceres:
boi a R$ 212/@ (prazo)
vaca a R$ 187/@ (prazo)
MT-Cuiabá:
boi a R$ 210/@ (à vista)
vaca a R$ 185/@ (à vista)
MT-Colíder:
boi a R$ 207/@ (à vista)
vaca a R$ 190/@ (à vista)
GO-Goiânia:
boi a R$ 222/@ (prazo)
vaca R$ 202/@ (prazo)
GO-Sul:
boi a R$ 222/@ (prazo)
vaca a R$ 197/@ (prazo)
PR-Maringá:
boi a R$ 236/@ (à vista)
vaca a R$ 207/@ (à vista)
MG-Triângulo:
boi a R$ 232/@ (prazo)
vaca a R$ 202/@ (prazo)
MG-B.H.:
boi a R$ 207/@ (prazo)
vaca a R$ 197/@ (prazo)
BA-F. Santana:
boi a R$ 205/@ (à vista)
vaca a R$ 195/@ (à vista)
RS-Fronteira:
boi a R$ 255/@ (à vista)
vaca a R$ 228/@ (à vista)
PA-Marabá:
boi a R$ 199/@ (prazo)
vaca a R$ 182/@ (prazo)
PA-Redenção:
boi a R$ 199/@ (prazo)
vaca a R$ 175/@ (prazo)
PA-Paragominas:
boi a R$ 212/@ (prazo)
vaca a R$ 194/@ (prazo)
TO-Araguaína:
boi a R$ 207/@ (prazo)
vaca a R$ 192/@ (prazo)
RO-Cacoal:
boi a R$ 195/@ (à vista)
vaca a R$ 180/@ (à vista)
MA-Açailândia:
boi a R$ 297/@ (à vista)
vaca a R$ 187/@ (à vista)




