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Exportação de carne suína alcança 68,5 mil t em janeiro

Volume representa alta de 41% em relação ao igual período de 2019, diz ABPA
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As exportações totais de carne suína, incluindo o produto in natura e processado, alcançaram 68,5 mil toneladas em janeiro, alta de 41% em relação ao igual período do ano passado, informou nesta sexta-feira, 7, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

Com os embarques, o País faturou US$ 164,1 milhões, salto de 78,9% ante os US$ 91,7 milhões registrados um ano antes. A China se manteve como o principal destino da proteína brasileira. O país asiático importou 30,6 mil toneladas (45% do total), um expressivo crescimento de 252% na comparação com janeiro de 2019, quando foram adquiridas somente 8,7 mil toneladas.

Os chineses seguem afetados pelo surto da peste suína africana (PSA), que dizimou quase metade do rebanho do país, e elevou a demanda externa por carnes.

Entre outros mercados em destaque, a associação cita o desempenho de Hong Kong, cujas importações aumentaram 93% no mesmo período comparativo. Vietnã também elevou as importações em 330%. Vale destacar que a peste suína também está presente nestes mercados.

Segundo o diretor executivo da ABPA, Ricardo Santin, o resultado das exportações de janeiro “acena para um 2020 positivo” no setor de suínos.

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