Preço do boi segue estável na maioria das praças
A oferta de boiadas melhorou nesta quarta-feira, mas não foi suficiente para que as indústrias pressionassem o mercado, informa na manhã desta quinta-feira a Scot Consultoria.
Com isso, o valor da arroba segue andando de lado na maioria das praças pecuárias.
“A desova final de safra ocorrendo compassadamente este ano colabora com este cenário”, ressalta a Scot.
Em São Paulo, o Indicador boi gordo Esalq/B3/Cepea fechou ontem a R$ 151,05/@, à vista, com desvalorização diária de 1,4%.
Agrifatto: Escalas de abate ainda confortáveis
Boletim pecuário desta manhã da consultoria Agrifatto também aponta estabilidade no mercado físico do boi gordo, “apesar das escalas alongadas e do consumo doméstico mais lento”.
Na média dos Estados levantados pela Agrifatto, as escalas de abate atendem a 8 dias e registraram um recuo de 3% no comparativo semanal. Em São Paulo e Mato Grosso do Sul, por exemplo, as programações estão em 8,1 e 7,8 dias, respectivamente.
“Uma reação tímida do consumo no início de junho, somada a uma oferta crescente de animais terminados, pode pressionar as cotações no próximo mês”, prevê a consultoria.
Indústria paga R$ 4 a mais pela arroba do boi exportação
Em São Paulo, os frigoríficos que exportam carne bovina chegam a pagar até R$ 4 a mais por arroba em relação ao preço pago pelas indústrias que trabalham especificamente com o mercado interno, relata a Informa Economics FNP.
A oferta de animais melhorou nesta quinta-feira e, após um bom volume de compras, muitos frigoríficos já estão com escalas de abate garantidas até o início do próximo mês, acrescenta a consultoria paulista.





