A maioria das origens de carne bovina importada reduziram suas colocações no mercado chinês no primeiro bimestre de 2025, segundo dados informados pelo governo de Pequim (informações mais recentes da Administração Geral de Alfândegas da China/GACC) e reportados por agências internacionais.
Com isso, as importações de carne vermelha do país asiático recuaram 11% no acumulado dos dois primeiros meses deste ano, ante igual período do ano passado, para 468.465 toneladas.
No entanto, dois países fornecedores foram contra a corrente: Austrália e Estados Unidos. De acordo com os números oficiais da China, 38.179 toneladas de carne desossada congelada e 11.337 toneladas de carne com osso congelada foram importadas da Austrália entre janeiro e fevereiro, representando aumentos anuais de 53% e 38%, respectivamente.
Enquanto isso, 16.490 toneladas de produtos congelados desossados e 1.745 toneladas de produtos refrigerados chegaram dos Estados Unidos, representando aumentos anuais de 17% e 15%, respectivamente.
Em contraste, as importações de carne bovina de países sul-americanos tiveram um declínio ano a ano. No caso dos produtos brasileiros, as importações recuaram 10% no primeiro bimestre de 2025 em comparação com igual período de 2024.
Por sua vez, de acordo com dados do governo chinês, os embarque de carne sem osso da Argentina caíram 33% em igual intervalo de comparação, embora os produtos com osso tenham aumentado 12%.
Já as importações chinesas de carne congelada com e sem osso do Uruguai caíram 36% e 38%, respectivamente.
Um fato notável é que a carne bovina da Colômbia começou a aparecer como origem nos dados estatísticos da China. Nos dois primeiros meses do ano, 6.144 toneladas de carne bovina congelada chegaram do país caribenho.
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