Revista DBO | Bons números de um ano do projeto de redução de marca a fogo
Eficiência de leitura, necessidade de remarcação e efeitos no animal e no ambiente foram mensurados em estudo
Medição de temperatura mostra intensidade da queimadura.
Por Moacir José
Depois de implementado em quatro fazendas, no ano passado, o projeto de redução de marca a fogo, da empresa BE.Animal e capitaneado pelo professor Mateus Paranhos, da Unesp de Jaboticabal, segue em 2022 com planos de expansão do conceito para outras fazendas, em regiões diferentes, e com pretensão de, minimizado o risco de maiores danos pelo novo coronavírus, fazer dias de campo nas fazendas precursoras do projeto.
“Queremos levar o projeto para fazendas do norte do Mato Grosso, para o norte de Minas e da Bahia, e para os Estados do Tocantins, Pará e da região sul do Brasil”, lista o professor.
Além da redução significativa de marca a fogo – para praticamente só a marca da fazenda –, os argumentos que serão esgrimidos pela BE.Animal ganharam o reforço de duas ações complementares que visaram comparar a marca a fogo e os outros dispositivos de identificação, em termos de tempo de aplicação, eficiência de leitura, necessidade de remarcação e efeitos dos equipamentos de marca a fogo sobre os animais e os trabalhadores que operam o sistema.
Essas ações aconteceram na Fazenda Orvalho das Flores (Araguaiana, MT), da criadora Carmen Perez, pioneira na aplicação da medida, e na Fazenda Fortaleza (Barra do Garças), de Frederico Simioni, selecionador de gado Nelore PO. Na primeira, foram quatro dias de trabalho (11 a 14 de outubro de 2021); na segunda, oito dias (24 de novembro a 1º de dezembro de 2020). Seus resultados servirão de base para dissertação de mestrado da zootecnista Jaira de Oliveira, integrante do Programa de Pós-Graduação em Zootecnia da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, da Unesp de Jaboticabal.
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Medição de temperatura mostra intensidade da queimadura.
Por Moacir José
Depois de implementado em quatro fazendas, no ano passado, o projeto de redução de marca a fogo, da empresa BE.Animal e capitaneado pelo professor Mateus Paranhos, da Unesp de Jaboticabal, segue em 2022 com planos de expansão do conceito para outras fazendas, em regiões diferentes, e com pretensão de, minimizado o risco de maiores danos pelo novo coronavírus, fazer dias de campo nas fazendas precursoras do projeto.
“Queremos levar o projeto para fazendas do norte do Mato Grosso, para o norte de Minas e da Bahia, e para os Estados do Tocantins, Pará e da região sul do Brasil”, lista o professor.
Além da redução significativa de marca a fogo – para praticamente só a marca da fazenda –, os argumentos que serão esgrimidos pela BE.Animal ganharam o reforço de duas ações complementares que visaram comparar a marca a fogo e os outros dispositivos de identificação, em termos de tempo de aplicação, eficiência de leitura, necessidade de remarcação e efeitos dos equipamentos de marca a fogo sobre os animais e os trabalhadores que operam o sistema.
Essas ações aconteceram na Fazenda Orvalho das Flores (Araguaiana, MT), da criadora Carmen Perez, pioneira na aplicação da medida, e na Fazenda Fortaleza (Barra do Garças), de Frederico Simioni, selecionador de gado Nelore PO. Na primeira, foram quatro dias de trabalho (11 a 14 de outubro de 2021); na segunda, oito dias (24 de novembro a 1º de dezembro de 2020). Seus resultados servirão de base para dissertação de mestrado da zootecnista Jaira de Oliveira, integrante do Programa de Pós-Graduação em Zootecnia da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, da Unesp de Jaboticabal.
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Eficiência de leitura, necessidade de remarcação e efeitos no animal e no ambiente foram mensurados em estudo
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“Queremos levar o projeto para fazendas do norte do Mato Grosso, para o norte de Minas e da Bahia, e para os Estados do Tocantins, Pará e da região sul do Brasil”, lista o professor.
Além da redução significativa de marca a fogo – para praticamente só a marca da fazenda –, os argumentos que serão esgrimidos pela BE.Animal ganharam o reforço de duas ações complementares que visaram comparar a marca a fogo e os outros dispositivos de identificação, em termos de tempo de aplicação, eficiência de leitura, necessidade de remarcação e efeitos dos equipamentos de marca a fogo sobre os animais e os trabalhadores que operam o sistema.
Essas ações aconteceram na Fazenda Orvalho das Flores (Araguaiana, MT), da criadora Carmen Perez, pioneira na aplicação da medida, e na Fazenda Fortaleza (Barra do Garças), de Frederico Simioni, selecionador de gado Nelore PO. Na primeira, foram quatro dias de trabalho (11 a 14 de outubro de 2021); na segunda, oito dias (24 de novembro a 1º de dezembro de 2020). Seus resultados servirão de base para dissertação de mestrado da zootecnista Jaira de Oliveira, integrante do Programa de Pós-Graduação em Zootecnia da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, da Unesp de Jaboticabal.
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“Queremos levar o projeto para fazendas do norte do Mato Grosso, para o norte de Minas e da Bahia, e para os Estados do Tocantins, Pará e da região sul do Brasil”, lista o professor.
Além da redução significativa de marca a fogo – para praticamente só a marca da fazenda –, os argumentos que serão esgrimidos pela BE.Animal ganharam o reforço de duas ações complementares que visaram comparar a marca a fogo e os outros dispositivos de identificação, em termos de tempo de aplicação, eficiência de leitura, necessidade de remarcação e efeitos dos equipamentos de marca a fogo sobre os animais e os trabalhadores que operam o sistema.
Essas ações aconteceram na Fazenda Orvalho das Flores (Araguaiana, MT), da criadora Carmen Perez, pioneira na aplicação da medida, e na Fazenda Fortaleza (Barra do Garças), de Frederico Simioni, selecionador de gado Nelore PO. Na primeira, foram quatro dias de trabalho (11 a 14 de outubro de 2021); na segunda, oito dias (24 de novembro a 1º de dezembro de 2020). Seus resultados servirão de base para dissertação de mestrado da zootecnista Jaira de Oliveira, integrante do Programa de Pós-Graduação em Zootecnia da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, da Unesp de Jaboticabal.
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Daniel Gaia, zootecnista e proprietário da DG Assessoria Pecuária, comenta os preços da reposição, a oferta de boi magro e as tendências do mercado pecuário no Tocantins.
César de Castro Alves, consultor do Itaú BBA, analisa os impactos da possível interrupção das exportações para a China, a capacidade de absorção do mercado interno e os riscos para o mercado do boi gordo nos próximos meses.
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“Queremos levar o projeto para fazendas do norte do Mato Grosso, para o norte de Minas e da Bahia, e para os Estados do Tocantins, Pará e da região sul do Brasil”, lista o professor.
Além da redução significativa de marca a fogo – para praticamente só a marca da fazenda –, os argumentos que serão esgrimidos pela BE.Animal ganharam o reforço de duas ações complementares que visaram comparar a marca a fogo e os outros dispositivos de identificação, em termos de tempo de aplicação, eficiência de leitura, necessidade de remarcação e efeitos dos equipamentos de marca a fogo sobre os animais e os trabalhadores que operam o sistema.
Essas ações aconteceram na Fazenda Orvalho das Flores (Araguaiana, MT), da criadora Carmen Perez, pioneira na aplicação da medida, e na Fazenda Fortaleza (Barra do Garças), de Frederico Simioni, selecionador de gado Nelore PO. Na primeira, foram quatro dias de trabalho (11 a 14 de outubro de 2021); na segunda, oito dias (24 de novembro a 1º de dezembro de 2020). Seus resultados servirão de base para dissertação de mestrado da zootecnista Jaira de Oliveira, integrante do Programa de Pós-Graduação em Zootecnia da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, da Unesp de Jaboticabal.
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“Queremos levar o projeto para fazendas do norte do Mato Grosso, para o norte de Minas e da Bahia, e para os Estados do Tocantins, Pará e da região sul do Brasil”, lista o professor.
Além da redução significativa de marca a fogo – para praticamente só a marca da fazenda –, os argumentos que serão esgrimidos pela BE.Animal ganharam o reforço de duas ações complementares que visaram comparar a marca a fogo e os outros dispositivos de identificação, em termos de tempo de aplicação, eficiência de leitura, necessidade de remarcação e efeitos dos equipamentos de marca a fogo sobre os animais e os trabalhadores que operam o sistema.
Essas ações aconteceram na Fazenda Orvalho das Flores (Araguaiana, MT), da criadora Carmen Perez, pioneira na aplicação da medida, e na Fazenda Fortaleza (Barra do Garças), de Frederico Simioni, selecionador de gado Nelore PO. Na primeira, foram quatro dias de trabalho (11 a 14 de outubro de 2021); na segunda, oito dias (24 de novembro a 1º de dezembro de 2020). Seus resultados servirão de base para dissertação de mestrado da zootecnista Jaira de Oliveira, integrante do Programa de Pós-Graduação em Zootecnia da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, da Unesp de Jaboticabal.
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“Queremos levar o projeto para fazendas do norte do Mato Grosso, para o norte de Minas e da Bahia, e para os Estados do Tocantins, Pará e da região sul do Brasil”, lista o professor.
Além da redução significativa de marca a fogo – para praticamente só a marca da fazenda –, os argumentos que serão esgrimidos pela BE.Animal ganharam o reforço de duas ações complementares que visaram comparar a marca a fogo e os outros dispositivos de identificação, em termos de tempo de aplicação, eficiência de leitura, necessidade de remarcação e efeitos dos equipamentos de marca a fogo sobre os animais e os trabalhadores que operam o sistema.
Essas ações aconteceram na Fazenda Orvalho das Flores (Araguaiana, MT), da criadora Carmen Perez, pioneira na aplicação da medida, e na Fazenda Fortaleza (Barra do Garças), de Frederico Simioni, selecionador de gado Nelore PO. Na primeira, foram quatro dias de trabalho (11 a 14 de outubro de 2021); na segunda, oito dias (24 de novembro a 1º de dezembro de 2020). Seus resultados servirão de base para dissertação de mestrado da zootecnista Jaira de Oliveira, integrante do Programa de Pós-Graduação em Zootecnia da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, da Unesp de Jaboticabal.
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“Queremos levar o projeto para fazendas do norte do Mato Grosso, para o norte de Minas e da Bahia, e para os Estados do Tocantins, Pará e da região sul do Brasil”, lista o professor.
Além da redução significativa de marca a fogo – para praticamente só a marca da fazenda –, os argumentos que serão esgrimidos pela BE.Animal ganharam o reforço de duas ações complementares que visaram comparar a marca a fogo e os outros dispositivos de identificação, em termos de tempo de aplicação, eficiência de leitura, necessidade de remarcação e efeitos dos equipamentos de marca a fogo sobre os animais e os trabalhadores que operam o sistema.
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“Queremos levar o projeto para fazendas do norte do Mato Grosso, para o norte de Minas e da Bahia, e para os Estados do Tocantins, Pará e da região sul do Brasil”, lista o professor.
Além da redução significativa de marca a fogo – para praticamente só a marca da fazenda –, os argumentos que serão esgrimidos pela BE.Animal ganharam o reforço de duas ações complementares que visaram comparar a marca a fogo e os outros dispositivos de identificação, em termos de tempo de aplicação, eficiência de leitura, necessidade de remarcação e efeitos dos equipamentos de marca a fogo sobre os animais e os trabalhadores que operam o sistema.
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