Nesta quinta-feira (17/4), véspera do feriado prolongando, o preço do boi gordo “comum” e do “boi-China” subiram R$ 3/@ na praça de São Paulo, para R$ 330/@, R$ 335/@, no prazo, refletindo a melhora no escoamento de carne bovina (tanto interno quanto no mercado externo) e, consequentemente, um avanço da procura por bovinos machos, segundo apuração da Scot Consultoria.
Confira as cotações dos animais terminados, apurados no dia 17/4 pela Agrifatto: clique AQUI.
Ainda nas regiões paulistas, a vaca e a novilha gordas são negociadas por R$ 290/@ e R$ 310/@, acrescenta a Scot.
Segundo levantamento da Agrifatto, os negócios entre frigoríficos e pecuaristas avançaram um pouco ao longo desta semana, especialmente na terça-feira (15/4), quando 9 das 17 regiões monitoradas pela consultoria registraram elevação nos preços do boi gordo (AC, BA, ES, MS, MT, PR, RJ, RO e SC)
Essa maior movimentação nos balcões de negociação, diz a Agrifatto, teve efeito imediato: as escalas de abate dos frigoríficos subiram, e passaram a atender, em média, entre 6 e 7 dias, considerando a média nacional das principais praças pecuárias do País.
Com o término da semana nesta quinta-feira, véspera do feriado prologando, as atenções agora se voltam para a próxima terça-feira (22/04), quando as atividades de compra e venda de boiadas gordas serão retomadas.
“A expectativa é de que os frigoríficos busquem alongar as escalas em um primeiro momento para, em seguida, intensificar a pressão baixista sobre a arroba durante a definição das programações de abate para maio/25, período tradicionalmente marcado por maior oferta devido à proximidade do fim da safra”, antecipam os analistas da Agrifatto.
No mercado futuro do boi gordo, pelo segundo dia seguido, o clima de pessimismo tomou conta da B3 na quarta-feira (16/4).
O destaque, relata a Agrifatto, ficou para o contrato com vencimento em junho/25, que encerrou o pregão cotado a R$ 322,45/@, com queda diária de 1,27%.




