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Anuário DBO | Produção e consumo mundial de carnes seguem avançando

Segundo o USDA, a produção global das três principais proteínas (bovina, suína e de frango) cresceu 2,4% em 2022, mas deve avançar só 1% este ano

Foto: Reprodução.

Por Denis Cardoso

As incertezas em relação aos rumos da economia global, os altos custos dos insumos, as condições climáticas desfavoráveis em alguns países e a proliferação de doenças infecciosas em certas regiões podem reduzir o ritmo de crescimento da produção mundial de carnes em 2023, alertam os analistas que acompanham o setor pecuário.

Estimativa do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA,relatório de janeiro/23) aponta para um avanço anual de 1% na oferta geral das três principais proteínas (bovina, suína e de frango) em 2023, chegando a 276,2 milhões de toneladas em equivalente carcaça (t.eq). Em 2022, projeta o USDA, a produção global ficou em 273 milhões de t.eq, o que representou acréscimo de 2,4% sobre o total de 2021 (266,5 milhões de t.eq) e evolução de 8% em relação ao resultado de 2020 (252,7 milhões de t.eq).

A desaceleração na oferta de carnes projetada para 2023 será puxada sobretudo pela esperada estagnação da produção mundial da proteína bovina, que pode sofrer um ligeiro recuo de 0,3%, atingindo 59,2 milhões de t.eq, de acordo com dados do USDA. Em 2022, a oferta global de carne bovina cresceu 1,8% sobre 2021, para 59,4 milhões de t.eq.

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Estimativa do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA,relatório de janeiro/23) aponta para um avanço anual de 1% na oferta geral das três principais proteínas (bovina, suína e de frango) em 2023, chegando a 276,2 milhões de toneladas em equivalente carcaça (t.eq). Em 2022, projeta o USDA, a produção global ficou em 273 milhões de t.eq, o que representou acréscimo de 2,4% sobre o total de 2021 (266,5 milhões de t.eq) e evolução de 8% em relação ao resultado de 2020 (252,7 milhões de t.eq).

A desaceleração na oferta de carnes projetada para 2023 será puxada sobretudo pela esperada estagnação da produção mundial da proteína bovina, que pode sofrer um ligeiro recuo de 0,3%, atingindo 59,2 milhões de t.eq, de acordo com dados do USDA. Em 2022, a oferta global de carne bovina cresceu 1,8% sobre 2021, para 59,4 milhões de t.eq.

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Estimativa do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA,relatório de janeiro/23) aponta para um avanço anual de 1% na oferta geral das três principais proteínas (bovina, suína e de frango) em 2023, chegando a 276,2 milhões de toneladas em equivalente carcaça (t.eq). Em 2022, projeta o USDA, a produção global ficou em 273 milhões de t.eq, o que representou acréscimo de 2,4% sobre o total de 2021 (266,5 milhões de t.eq) e evolução de 8% em relação ao resultado de 2020 (252,7 milhões de t.eq).

A desaceleração na oferta de carnes projetada para 2023 será puxada sobretudo pela esperada estagnação da produção mundial da proteína bovina, que pode sofrer um ligeiro recuo de 0,3%, atingindo 59,2 milhões de t.eq, de acordo com dados do USDA. Em 2022, a oferta global de carne bovina cresceu 1,8% sobre 2021, para 59,4 milhões de t.eq.

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Estimativa do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA,relatório de janeiro/23) aponta para um avanço anual de 1% na oferta geral das três principais proteínas (bovina, suína e de frango) em 2023, chegando a 276,2 milhões de toneladas em equivalente carcaça (t.eq). Em 2022, projeta o USDA, a produção global ficou em 273 milhões de t.eq, o que representou acréscimo de 2,4% sobre o total de 2021 (266,5 milhões de t.eq) e evolução de 8% em relação ao resultado de 2020 (252,7 milhões de t.eq).

A desaceleração na oferta de carnes projetada para 2023 será puxada sobretudo pela esperada estagnação da produção mundial da proteína bovina, que pode sofrer um ligeiro recuo de 0,3%, atingindo 59,2 milhões de t.eq, de acordo com dados do USDA. Em 2022, a oferta global de carne bovina cresceu 1,8% sobre 2021, para 59,4 milhões de t.eq.

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