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Anuário DBO | Aftosa: o vagão mais pesado se movimenta

Sete Estados do bloco IV deixam de vacinar contra aftosa em 2023; estima-se que a medida trará economia de R$ 250 milhões por ano aos produtores desses Estados

Por Renato Villela

Em 2022 o Brasil deu mais um importante passo em sua longa caminhada para retirar de vez a vacinação contra a febre aftosa. Sete integrantes do bloco IV, onde estão algumas das principais praças pecuárias do País ‒ Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Goiás e Tocantins, além do Espírito Santo e Distrito Federal ‒, vacinaram seu rebanho pela última vez na etapa de novembro do ano passado.

Estima-se que a medida trará uma economia de R$ 250 milhões/ano para os produtores desses Estados. O setor comemorou o avanço, mas o reconhecimento internacional por parte da OMSA – Organização Mundial de Saúde Animal só deve vir daqui a dois anos, em 2025.

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Estima-se que a medida trará uma economia de R$ 250 milhões/ano para os produtores desses Estados. O setor comemorou o avanço, mas o reconhecimento internacional por parte da OMSA – Organização Mundial de Saúde Animal só deve vir daqui a dois anos, em 2025.

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Sete Estados do bloco IV deixam de vacinar contra aftosa em 2023; estima-se que a medida trará economia de R$ 250 milhões por ano aos produtores desses Estados

Por Renato Villela

Em 2022 o Brasil deu mais um importante passo em sua longa caminhada para retirar de vez a vacinação contra a febre aftosa. Sete integrantes do bloco IV, onde estão algumas das principais praças pecuárias do País ‒ Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Goiás e Tocantins, além do Espírito Santo e Distrito Federal ‒, vacinaram seu rebanho pela última vez na etapa de novembro do ano passado.

Estima-se que a medida trará uma economia de R$ 250 milhões/ano para os produtores desses Estados. O setor comemorou o avanço, mas o reconhecimento internacional por parte da OMSA – Organização Mundial de Saúde Animal só deve vir daqui a dois anos, em 2025.

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