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Revista DBO | A inflação e o consumo de carnes em 2021

No acumulado do ano, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 10%, o pior resultado desde 2015; LEIA o artigo de Alcides Torres Jr., diretor-proprietário da Scot Consultoria (Bebedouro, SP)

Foto: Victor Moriyama/Bloomberg via Getty Images

Por Alcides Torres Jr. – Engenheiro agrônomo e diretor-proprietário da Scot Consultoria, de Bebedouro, SP.

Ainda sob forte impacto da pandemia, a população brasileira viu os preços dos produtos essenciais decolarem em 2021. No acumulado do ano, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), termômetro da inflação brasileira no orçamento familiar, subiu 10%, o pior resultado desde 2015 e uma das maiores altas desde o lançamento do Plano Real em 1994.

O preço dos combustíveis disparou (+ 49%) e as cotações do grupo dos alimentos e bebidas, que responde por 19% do IPCA, aumentaram 7,9%, puxadas pela alta das commodities no mercado externo, além de quebras de safra e dólar valorizado. Em 2021, novembro foi o único mês em que esse grupo apresentou queda, devido à baixa de 0,25% na alimentação fora do domicílio (veja o gráfico).

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Por Alcides Torres Jr. – Engenheiro agrônomo e diretor-proprietário da Scot Consultoria, de Bebedouro, SP.

Ainda sob forte impacto da pandemia, a população brasileira viu os preços dos produtos essenciais decolarem em 2021. No acumulado do ano, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), termômetro da inflação brasileira no orçamento familiar, subiu 10%, o pior resultado desde 2015 e uma das maiores altas desde o lançamento do Plano Real em 1994.

O preço dos combustíveis disparou (+ 49%) e as cotações do grupo dos alimentos e bebidas, que responde por 19% do IPCA, aumentaram 7,9%, puxadas pela alta das commodities no mercado externo, além de quebras de safra e dólar valorizado. Em 2021, novembro foi o único mês em que esse grupo apresentou queda, devido à baixa de 0,25% na alimentação fora do domicílio (veja o gráfico).

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Por Alcides Torres Jr. – Engenheiro agrônomo e diretor-proprietário da Scot Consultoria, de Bebedouro, SP.

Ainda sob forte impacto da pandemia, a população brasileira viu os preços dos produtos essenciais decolarem em 2021. No acumulado do ano, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), termômetro da inflação brasileira no orçamento familiar, subiu 10%, o pior resultado desde 2015 e uma das maiores altas desde o lançamento do Plano Real em 1994.

O preço dos combustíveis disparou (+ 49%) e as cotações do grupo dos alimentos e bebidas, que responde por 19% do IPCA, aumentaram 7,9%, puxadas pela alta das commodities no mercado externo, além de quebras de safra e dólar valorizado. Em 2021, novembro foi o único mês em que esse grupo apresentou queda, devido à baixa de 0,25% na alimentação fora do domicílio (veja o gráfico).

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O preço dos combustíveis disparou (+ 49%) e as cotações do grupo dos alimentos e bebidas, que responde por 19% do IPCA, aumentaram 7,9%, puxadas pela alta das commodities no mercado externo, além de quebras de safra e dólar valorizado. Em 2021, novembro foi o único mês em que esse grupo apresentou queda, devido à baixa de 0,25% na alimentação fora do domicílio (veja o gráfico).

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O preço dos combustíveis disparou (+ 49%) e as cotações do grupo dos alimentos e bebidas, que responde por 19% do IPCA, aumentaram 7,9%, puxadas pela alta das commodities no mercado externo, além de quebras de safra e dólar valorizado. Em 2021, novembro foi o único mês em que esse grupo apresentou queda, devido à baixa de 0,25% na alimentação fora do domicílio (veja o gráfico).

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