Com elevado potencial destrutivo, a pulguinha-do-arroz e a “nova cochonilha” já foram registradas em vários Estados brasileiros e são de difícil controle
Capim após ataque da pulguinha-do-arroz na Fazenda Itaúba, no Acre.
Por Larissa Vieira
Desde 2018, duas pragas vêm chamando a atenção dos pesquisadores da Embrapa: a “pulguinha-do-arroz”, também conhecida como “pulguinha saltona” (Chaetocnema sp) e a “nova cochonilha” (Duplachionaspis divergens). A primeira é um pequeno besourinho preto, de maior ocorrência no Acre, mas já registrado no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Maranhão, Minas Gerais, São Paulo, Tocantins e Distrito Federal. Conforme o entomologista Rodrigo Souza Santos, pesquisador da Embrapa Acre, os primeiros relatos dessa praga no Estado datam de 2014, ainda que o primeiro ataque tenha sido registrado em 1996, em áreas de plantio de arroz de sequeiro (daí no nome pulguinha do arroz).
Já a “nova cochonilha” foi identificada pela primeira vez no Brasil em 2018, com reinfestações em 2019 e 2020. Um dos ataques mais severos ocorreu em área da Embrapa Gado de Corte (Campo Grande, MS), formada com o híbrido BRS Ipyporã (resistente à cigarrinha), segundo relata a agrônoma Fabrícia Zimermann Vilela Torres, pesquisadora em Entomologia de Plantas Forrageiras Tropicais daquela unidade.
Segundo ela, a praga também foi detectada em cultivos de cana-de-açúcar, em São Paulo e, depois, alastrou-se para propriedades pecuárias do Estado e também do Norte do País. Ela pode ocorrer tanto no período das águas quanto da seca. Estudos de laboratório mostraram que as folhas atacadas secam totalmente em 30 dias.
“Infelizmente, não há registros de produtos químicos para combater o inseto, nem em pastagem nem em cana de açúcar”, diz a pesquisadora. Apesar de recente por aqui, o inseto-praga já foi detectado em 18 países, atacando 18 gêneros de gramíneas.
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Desde 2018, duas pragas vêm chamando a atenção dos pesquisadores da Embrapa: a “pulguinha-do-arroz”, também conhecida como “pulguinha saltona” (Chaetocnema sp) e a “nova cochonilha” (Duplachionaspis divergens). A primeira é um pequeno besourinho preto, de maior ocorrência no Acre, mas já registrado no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Maranhão, Minas Gerais, São Paulo, Tocantins e Distrito Federal. Conforme o entomologista Rodrigo Souza Santos, pesquisador da Embrapa Acre, os primeiros relatos dessa praga no Estado datam de 2014, ainda que o primeiro ataque tenha sido registrado em 1996, em áreas de plantio de arroz de sequeiro (daí no nome pulguinha do arroz).
Já a “nova cochonilha” foi identificada pela primeira vez no Brasil em 2018, com reinfestações em 2019 e 2020. Um dos ataques mais severos ocorreu em área da Embrapa Gado de Corte (Campo Grande, MS), formada com o híbrido BRS Ipyporã (resistente à cigarrinha), segundo relata a agrônoma Fabrícia Zimermann Vilela Torres, pesquisadora em Entomologia de Plantas Forrageiras Tropicais daquela unidade.
Segundo ela, a praga também foi detectada em cultivos de cana-de-açúcar, em São Paulo e, depois, alastrou-se para propriedades pecuárias do Estado e também do Norte do País. Ela pode ocorrer tanto no período das águas quanto da seca. Estudos de laboratório mostraram que as folhas atacadas secam totalmente em 30 dias.
“Infelizmente, não há registros de produtos químicos para combater o inseto, nem em pastagem nem em cana de açúcar”, diz a pesquisadora. Apesar de recente por aqui, o inseto-praga já foi detectado em 18 países, atacando 18 gêneros de gramíneas.
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Por Larissa Vieira
Desde 2018, duas pragas vêm chamando a atenção dos pesquisadores da Embrapa: a “pulguinha-do-arroz”, também conhecida como “pulguinha saltona” (Chaetocnema sp) e a “nova cochonilha” (Duplachionaspis divergens). A primeira é um pequeno besourinho preto, de maior ocorrência no Acre, mas já registrado no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Maranhão, Minas Gerais, São Paulo, Tocantins e Distrito Federal. Conforme o entomologista Rodrigo Souza Santos, pesquisador da Embrapa Acre, os primeiros relatos dessa praga no Estado datam de 2014, ainda que o primeiro ataque tenha sido registrado em 1996, em áreas de plantio de arroz de sequeiro (daí no nome pulguinha do arroz).
Já a “nova cochonilha” foi identificada pela primeira vez no Brasil em 2018, com reinfestações em 2019 e 2020. Um dos ataques mais severos ocorreu em área da Embrapa Gado de Corte (Campo Grande, MS), formada com o híbrido BRS Ipyporã (resistente à cigarrinha), segundo relata a agrônoma Fabrícia Zimermann Vilela Torres, pesquisadora em Entomologia de Plantas Forrageiras Tropicais daquela unidade.
Segundo ela, a praga também foi detectada em cultivos de cana-de-açúcar, em São Paulo e, depois, alastrou-se para propriedades pecuárias do Estado e também do Norte do País. Ela pode ocorrer tanto no período das águas quanto da seca. Estudos de laboratório mostraram que as folhas atacadas secam totalmente em 30 dias.
“Infelizmente, não há registros de produtos químicos para combater o inseto, nem em pastagem nem em cana de açúcar”, diz a pesquisadora. Apesar de recente por aqui, o inseto-praga já foi detectado em 18 países, atacando 18 gêneros de gramíneas.
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Já a “nova cochonilha” foi identificada pela primeira vez no Brasil em 2018, com reinfestações em 2019 e 2020. Um dos ataques mais severos ocorreu em área da Embrapa Gado de Corte (Campo Grande, MS), formada com o híbrido BRS Ipyporã (resistente à cigarrinha), segundo relata a agrônoma Fabrícia Zimermann Vilela Torres, pesquisadora em Entomologia de Plantas Forrageiras Tropicais daquela unidade.
Segundo ela, a praga também foi detectada em cultivos de cana-de-açúcar, em São Paulo e, depois, alastrou-se para propriedades pecuárias do Estado e também do Norte do País. Ela pode ocorrer tanto no período das águas quanto da seca. Estudos de laboratório mostraram que as folhas atacadas secam totalmente em 30 dias.
“Infelizmente, não há registros de produtos químicos para combater o inseto, nem em pastagem nem em cana de açúcar”, diz a pesquisadora. Apesar de recente por aqui, o inseto-praga já foi detectado em 18 países, atacando 18 gêneros de gramíneas.
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Já a “nova cochonilha” foi identificada pela primeira vez no Brasil em 2018, com reinfestações em 2019 e 2020. Um dos ataques mais severos ocorreu em área da Embrapa Gado de Corte (Campo Grande, MS), formada com o híbrido BRS Ipyporã (resistente à cigarrinha), segundo relata a agrônoma Fabrícia Zimermann Vilela Torres, pesquisadora em Entomologia de Plantas Forrageiras Tropicais daquela unidade.
Segundo ela, a praga também foi detectada em cultivos de cana-de-açúcar, em São Paulo e, depois, alastrou-se para propriedades pecuárias do Estado e também do Norte do País. Ela pode ocorrer tanto no período das águas quanto da seca. Estudos de laboratório mostraram que as folhas atacadas secam totalmente em 30 dias.
“Infelizmente, não há registros de produtos químicos para combater o inseto, nem em pastagem nem em cana de açúcar”, diz a pesquisadora. Apesar de recente por aqui, o inseto-praga já foi detectado em 18 países, atacando 18 gêneros de gramíneas.
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“Infelizmente, não há registros de produtos químicos para combater o inseto, nem em pastagem nem em cana de açúcar”, diz a pesquisadora. Apesar de recente por aqui, o inseto-praga já foi detectado em 18 países, atacando 18 gêneros de gramíneas.
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Já a “nova cochonilha” foi identificada pela primeira vez no Brasil em 2018, com reinfestações em 2019 e 2020. Um dos ataques mais severos ocorreu em área da Embrapa Gado de Corte (Campo Grande, MS), formada com o híbrido BRS Ipyporã (resistente à cigarrinha), segundo relata a agrônoma Fabrícia Zimermann Vilela Torres, pesquisadora em Entomologia de Plantas Forrageiras Tropicais daquela unidade.
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Já a “nova cochonilha” foi identificada pela primeira vez no Brasil em 2018, com reinfestações em 2019 e 2020. Um dos ataques mais severos ocorreu em área da Embrapa Gado de Corte (Campo Grande, MS), formada com o híbrido BRS Ipyporã (resistente à cigarrinha), segundo relata a agrônoma Fabrícia Zimermann Vilela Torres, pesquisadora em Entomologia de Plantas Forrageiras Tropicais daquela unidade.
Segundo ela, a praga também foi detectada em cultivos de cana-de-açúcar, em São Paulo e, depois, alastrou-se para propriedades pecuárias do Estado e também do Norte do País. Ela pode ocorrer tanto no período das águas quanto da seca. Estudos de laboratório mostraram que as folhas atacadas secam totalmente em 30 dias.
“Infelizmente, não há registros de produtos químicos para combater o inseto, nem em pastagem nem em cana de açúcar”, diz a pesquisadora. Apesar de recente por aqui, o inseto-praga já foi detectado em 18 países, atacando 18 gêneros de gramíneas.
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“Infelizmente, não há registros de produtos químicos para combater o inseto, nem em pastagem nem em cana de açúcar”, diz a pesquisadora. Apesar de recente por aqui, o inseto-praga já foi detectado em 18 países, atacando 18 gêneros de gramíneas.
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Já a “nova cochonilha” foi identificada pela primeira vez no Brasil em 2018, com reinfestações em 2019 e 2020. Um dos ataques mais severos ocorreu em área da Embrapa Gado de Corte (Campo Grande, MS), formada com o híbrido BRS Ipyporã (resistente à cigarrinha), segundo relata a agrônoma Fabrícia Zimermann Vilela Torres, pesquisadora em Entomologia de Plantas Forrageiras Tropicais daquela unidade.
Segundo ela, a praga também foi detectada em cultivos de cana-de-açúcar, em São Paulo e, depois, alastrou-se para propriedades pecuárias do Estado e também do Norte do País. Ela pode ocorrer tanto no período das águas quanto da seca. Estudos de laboratório mostraram que as folhas atacadas secam totalmente em 30 dias.
“Infelizmente, não há registros de produtos químicos para combater o inseto, nem em pastagem nem em cana de açúcar”, diz a pesquisadora. Apesar de recente por aqui, o inseto-praga já foi detectado em 18 países, atacando 18 gêneros de gramíneas.
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“Infelizmente, não há registros de produtos químicos para combater o inseto, nem em pastagem nem em cana de açúcar”, diz a pesquisadora. Apesar de recente por aqui, o inseto-praga já foi detectado em 18 países, atacando 18 gêneros de gramíneas.
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Já a “nova cochonilha” foi identificada pela primeira vez no Brasil em 2018, com reinfestações em 2019 e 2020. Um dos ataques mais severos ocorreu em área da Embrapa Gado de Corte (Campo Grande, MS), formada com o híbrido BRS Ipyporã (resistente à cigarrinha), segundo relata a agrônoma Fabrícia Zimermann Vilela Torres, pesquisadora em Entomologia de Plantas Forrageiras Tropicais daquela unidade.
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