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Mais atenção à diarreia e à inflamação no umbigo

Fazendas ainda carecem de uma boa gestão para essas duas enfermidades, de grande importância para os bezerros neonatos

Neanatos exigem cuidados redobrados. Incidência de doenças é maior nos fins de semana e dias de folga dos funcionários.

Por Renato Villela

Dentre as doenças que podem acometer os bezerros neonatos, duas têm especial relevância: as diarreias, de origem multifatorial e natureza multietiológica (vários agentes causadores), e as onfaloflebites, inflamação provocada por infecção no cordão umbilical.

A prevenção e o combate a essas enfermidades, principais causas de mortalidade dos bezerros até os dois meses de idade, demandam um conjunto de medidas que não são exatamente novidade para os produtores. A maioria reconhece a importância dos protocolos vacinais, da cura de umbigo e da colostragem.

Por que razão, afinal, os índices de mortalidade continuam altos? A resposta para essa pergunta pode estar na falta de gestão operacional, área capaz de monitorar a adoção de boas práticas e avaliar sua eficácia.

Para Iveraldo Santos Dutra, professor da Unesp de Araçatuba, SP, é preciso treinar a equipe para que os vaqueiros reconheçam os problemas sanitários, saibam como proceder e atuem com agilidade. Casos de diarreia, por exemplo, muitas vezes requerem reidratação do bezerro. “Essa é uma prática comum no gado de leite, mas que gera uma dificuldade enorme no gado de corte. Será que o vaqueiro sabe como aplicar o soro por via intravenosa?”, questiona.

A visualização de infecções umbilicais, por sua vez, também costuma ser um problema.

“O produtor dá mais importância para a miíase, porque associa a bicheira no umbigo a relaxo (displicência), mas ele não aprendeu ainda a identificar a infecção umbilical, que pode causar septicemia e levar o bezerro à morte”, diz.

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Por Renato Villela

Dentre as doenças que podem acometer os bezerros neonatos, duas têm especial relevância: as diarreias, de origem multifatorial e natureza multietiológica (vários agentes causadores), e as onfaloflebites, inflamação provocada por infecção no cordão umbilical.

A prevenção e o combate a essas enfermidades, principais causas de mortalidade dos bezerros até os dois meses de idade, demandam um conjunto de medidas que não são exatamente novidade para os produtores. A maioria reconhece a importância dos protocolos vacinais, da cura de umbigo e da colostragem.

Por que razão, afinal, os índices de mortalidade continuam altos? A resposta para essa pergunta pode estar na falta de gestão operacional, área capaz de monitorar a adoção de boas práticas e avaliar sua eficácia.

Para Iveraldo Santos Dutra, professor da Unesp de Araçatuba, SP, é preciso treinar a equipe para que os vaqueiros reconheçam os problemas sanitários, saibam como proceder e atuem com agilidade. Casos de diarreia, por exemplo, muitas vezes requerem reidratação do bezerro. “Essa é uma prática comum no gado de leite, mas que gera uma dificuldade enorme no gado de corte. Será que o vaqueiro sabe como aplicar o soro por via intravenosa?”, questiona.

A visualização de infecções umbilicais, por sua vez, também costuma ser um problema.

“O produtor dá mais importância para a miíase, porque associa a bicheira no umbigo a relaxo (displicência), mas ele não aprendeu ainda a identificar a infecção umbilical, que pode causar septicemia e levar o bezerro à morte”, diz.

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A prevenção e o combate a essas enfermidades, principais causas de mortalidade dos bezerros até os dois meses de idade, demandam um conjunto de medidas que não são exatamente novidade para os produtores. A maioria reconhece a importância dos protocolos vacinais, da cura de umbigo e da colostragem.

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Para Iveraldo Santos Dutra, professor da Unesp de Araçatuba, SP, é preciso treinar a equipe para que os vaqueiros reconheçam os problemas sanitários, saibam como proceder e atuem com agilidade. Casos de diarreia, por exemplo, muitas vezes requerem reidratação do bezerro. “Essa é uma prática comum no gado de leite, mas que gera uma dificuldade enorme no gado de corte. Será que o vaqueiro sabe como aplicar o soro por via intravenosa?”, questiona.

A visualização de infecções umbilicais, por sua vez, também costuma ser um problema.

“O produtor dá mais importância para a miíase, porque associa a bicheira no umbigo a relaxo (displicência), mas ele não aprendeu ainda a identificar a infecção umbilical, que pode causar septicemia e levar o bezerro à morte”, diz.

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A prevenção e o combate a essas enfermidades, principais causas de mortalidade dos bezerros até os dois meses de idade, demandam um conjunto de medidas que não são exatamente novidade para os produtores. A maioria reconhece a importância dos protocolos vacinais, da cura de umbigo e da colostragem.

Por que razão, afinal, os índices de mortalidade continuam altos? A resposta para essa pergunta pode estar na falta de gestão operacional, área capaz de monitorar a adoção de boas práticas e avaliar sua eficácia.

Para Iveraldo Santos Dutra, professor da Unesp de Araçatuba, SP, é preciso treinar a equipe para que os vaqueiros reconheçam os problemas sanitários, saibam como proceder e atuem com agilidade. Casos de diarreia, por exemplo, muitas vezes requerem reidratação do bezerro. “Essa é uma prática comum no gado de leite, mas que gera uma dificuldade enorme no gado de corte. Será que o vaqueiro sabe como aplicar o soro por via intravenosa?”, questiona.

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A prevenção e o combate a essas enfermidades, principais causas de mortalidade dos bezerros até os dois meses de idade, demandam um conjunto de medidas que não são exatamente novidade para os produtores. A maioria reconhece a importância dos protocolos vacinais, da cura de umbigo e da colostragem.

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Para Iveraldo Santos Dutra, professor da Unesp de Araçatuba, SP, é preciso treinar a equipe para que os vaqueiros reconheçam os problemas sanitários, saibam como proceder e atuem com agilidade. Casos de diarreia, por exemplo, muitas vezes requerem reidratação do bezerro. “Essa é uma prática comum no gado de leite, mas que gera uma dificuldade enorme no gado de corte. Será que o vaqueiro sabe como aplicar o soro por via intravenosa?”, questiona.

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A prevenção e o combate a essas enfermidades, principais causas de mortalidade dos bezerros até os dois meses de idade, demandam um conjunto de medidas que não são exatamente novidade para os produtores. A maioria reconhece a importância dos protocolos vacinais, da cura de umbigo e da colostragem.

Por que razão, afinal, os índices de mortalidade continuam altos? A resposta para essa pergunta pode estar na falta de gestão operacional, área capaz de monitorar a adoção de boas práticas e avaliar sua eficácia.

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Confira os destaques da seção ‘Giro Rápido’ da Revista DBO de maio

Neanatos exigem cuidados redobrados. Incidência de doenças é maior nos fins de semana e dias de folga dos funcionários.

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

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A prevenção e o combate a essas enfermidades, principais causas de mortalidade dos bezerros até os dois meses de idade, demandam um conjunto de medidas que não são exatamente novidade para os produtores. A maioria reconhece a importância dos protocolos vacinais, da cura de umbigo e da colostragem.

Por que razão, afinal, os índices de mortalidade continuam altos? A resposta para essa pergunta pode estar na falta de gestão operacional, área capaz de monitorar a adoção de boas práticas e avaliar sua eficácia.

Para Iveraldo Santos Dutra, professor da Unesp de Araçatuba, SP, é preciso treinar a equipe para que os vaqueiros reconheçam os problemas sanitários, saibam como proceder e atuem com agilidade. Casos de diarreia, por exemplo, muitas vezes requerem reidratação do bezerro. “Essa é uma prática comum no gado de leite, mas que gera uma dificuldade enorme no gado de corte. Será que o vaqueiro sabe como aplicar o soro por via intravenosa?”, questiona.

A visualização de infecções umbilicais, por sua vez, também costuma ser um problema.

“O produtor dá mais importância para a miíase, porque associa a bicheira no umbigo a relaxo (displicência), mas ele não aprendeu ainda a identificar a infecção umbilical, que pode causar septicemia e levar o bezerro à morte”, diz.

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A prevenção e o combate a essas enfermidades, principais causas de mortalidade dos bezerros até os dois meses de idade, demandam um conjunto de medidas que não são exatamente novidade para os produtores. A maioria reconhece a importância dos protocolos vacinais, da cura de umbigo e da colostragem.

Por que razão, afinal, os índices de mortalidade continuam altos? A resposta para essa pergunta pode estar na falta de gestão operacional, área capaz de monitorar a adoção de boas práticas e avaliar sua eficácia.

Para Iveraldo Santos Dutra, professor da Unesp de Araçatuba, SP, é preciso treinar a equipe para que os vaqueiros reconheçam os problemas sanitários, saibam como proceder e atuem com agilidade. Casos de diarreia, por exemplo, muitas vezes requerem reidratação do bezerro. “Essa é uma prática comum no gado de leite, mas que gera uma dificuldade enorme no gado de corte. Será que o vaqueiro sabe como aplicar o soro por via intravenosa?”, questiona.

A visualização de infecções umbilicais, por sua vez, também costuma ser um problema.

“O produtor dá mais importância para a miíase, porque associa a bicheira no umbigo a relaxo (displicência), mas ele não aprendeu ainda a identificar a infecção umbilical, que pode causar septicemia e levar o bezerro à morte”, diz.

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