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Revista DBO | Wessel retoma protagonismo na carne premium

Empresa aposta em parceria com a Brahma e na linha Origem, composta por cortes especiais marmorizados, para crescer no segmento onde fez história

Corte da linha Origen, de carne marmorizada.

Por Maristela Franco

Aos 10 anos, ele atravessou a pé a fronteira da Hungria com a Áustria, acompanhando sua família, que fugia da Revolução de 1956, tentativa frustrada do povo húngaro de separar-se da antiga União Soviética. Após se instalar no Brasil, seu pai, Lászla, encontrou emprego em um frigorífico; depois, no mais famoso açougue de São Paulo, o Vilex, na Rua Augusta, e logo montou um estabelecimento próprio, no bairro do Bixiga, dando prosseguimento, em terras brasileiras, a um ofício exercido pela família há cinco gerações. István Wessel, um dos mais respeitados profissionais da carne no Brasil, faz questão de relembrar esta saga familiar, antes de falar sobre a atual fase da empresa.

Responsável pela introdução, no mercado nacional, de inovações como a técnica de maturação, o carpaccio, o conceito de açougue-boutique, o sistema de porções controladas e o hambúrguer premium, ele informa que a Wessel está estruturando seu processo de governança, sob comando do filho, Daniel, para voltar a crescer a taxas anuais de 20%. Após dois anos consecutivos de valorização da arroba, que coincidiram com a pandemia de Covid 19 (período em que o setor de food service foi duramente castigado), a empresa buscou recompor suas margens e se reposicionar no mercado.

“Hoje, 70% da nossa produção, em quilos, é de hambúrguer e 30% de carne, mas queremos mudar isso; aumentar a participação dos cortes para 50%, aproveitando a força de nossa marca no varejo para conquistar maior capilaridade e distribuição geográfica. Não tem como não pensar em expansão. Empresa que não cresce, decresce”, explica o CEO da Wessel, que deve faturar R$ 150 milhões neste ano.

Para isso, conta com duas novidades: a nova linha Origem (carne premium marmorizada), lançada em São Paulo, durante a APAS Show 2022, em maio, e o Brahminha, corte especial desenvolvido especialmente para a Brahma, tendo como público-alvo os amantes do churrasco.

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Aos 10 anos, ele atravessou a pé a fronteira da Hungria com a Áustria, acompanhando sua família, que fugia da Revolução de 1956, tentativa frustrada do povo húngaro de separar-se da antiga União Soviética. Após se instalar no Brasil, seu pai, Lászla, encontrou emprego em um frigorífico; depois, no mais famoso açougue de São Paulo, o Vilex, na Rua Augusta, e logo montou um estabelecimento próprio, no bairro do Bixiga, dando prosseguimento, em terras brasileiras, a um ofício exercido pela família há cinco gerações. István Wessel, um dos mais respeitados profissionais da carne no Brasil, faz questão de relembrar esta saga familiar, antes de falar sobre a atual fase da empresa.

Responsável pela introdução, no mercado nacional, de inovações como a técnica de maturação, o carpaccio, o conceito de açougue-boutique, o sistema de porções controladas e o hambúrguer premium, ele informa que a Wessel está estruturando seu processo de governança, sob comando do filho, Daniel, para voltar a crescer a taxas anuais de 20%. Após dois anos consecutivos de valorização da arroba, que coincidiram com a pandemia de Covid 19 (período em que o setor de food service foi duramente castigado), a empresa buscou recompor suas margens e se reposicionar no mercado.

“Hoje, 70% da nossa produção, em quilos, é de hambúrguer e 30% de carne, mas queremos mudar isso; aumentar a participação dos cortes para 50%, aproveitando a força de nossa marca no varejo para conquistar maior capilaridade e distribuição geográfica. Não tem como não pensar em expansão. Empresa que não cresce, decresce”, explica o CEO da Wessel, que deve faturar R$ 150 milhões neste ano.

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Aos 10 anos, ele atravessou a pé a fronteira da Hungria com a Áustria, acompanhando sua família, que fugia da Revolução de 1956, tentativa frustrada do povo húngaro de separar-se da antiga União Soviética. Após se instalar no Brasil, seu pai, Lászla, encontrou emprego em um frigorífico; depois, no mais famoso açougue de São Paulo, o Vilex, na Rua Augusta, e logo montou um estabelecimento próprio, no bairro do Bixiga, dando prosseguimento, em terras brasileiras, a um ofício exercido pela família há cinco gerações. István Wessel, um dos mais respeitados profissionais da carne no Brasil, faz questão de relembrar esta saga familiar, antes de falar sobre a atual fase da empresa.

Responsável pela introdução, no mercado nacional, de inovações como a técnica de maturação, o carpaccio, o conceito de açougue-boutique, o sistema de porções controladas e o hambúrguer premium, ele informa que a Wessel está estruturando seu processo de governança, sob comando do filho, Daniel, para voltar a crescer a taxas anuais de 20%. Após dois anos consecutivos de valorização da arroba, que coincidiram com a pandemia de Covid 19 (período em que o setor de food service foi duramente castigado), a empresa buscou recompor suas margens e se reposicionar no mercado.

“Hoje, 70% da nossa produção, em quilos, é de hambúrguer e 30% de carne, mas queremos mudar isso; aumentar a participação dos cortes para 50%, aproveitando a força de nossa marca no varejo para conquistar maior capilaridade e distribuição geográfica. Não tem como não pensar em expansão. Empresa que não cresce, decresce”, explica o CEO da Wessel, que deve faturar R$ 150 milhões neste ano.

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“Hoje, 70% da nossa produção, em quilos, é de hambúrguer e 30% de carne, mas queremos mudar isso; aumentar a participação dos cortes para 50%, aproveitando a força de nossa marca no varejo para conquistar maior capilaridade e distribuição geográfica. Não tem como não pensar em expansão. Empresa que não cresce, decresce”, explica o CEO da Wessel, que deve faturar R$ 150 milhões neste ano.

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“Hoje, 70% da nossa produção, em quilos, é de hambúrguer e 30% de carne, mas queremos mudar isso; aumentar a participação dos cortes para 50%, aproveitando a força de nossa marca no varejo para conquistar maior capilaridade e distribuição geográfica. Não tem como não pensar em expansão. Empresa que não cresce, decresce”, explica o CEO da Wessel, que deve faturar R$ 150 milhões neste ano.

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Responsável pela introdução, no mercado nacional, de inovações como a técnica de maturação, o carpaccio, o conceito de açougue-boutique, o sistema de porções controladas e o hambúrguer premium, ele informa que a Wessel está estruturando seu processo de governança, sob comando do filho, Daniel, para voltar a crescer a taxas anuais de 20%. Após dois anos consecutivos de valorização da arroba, que coincidiram com a pandemia de Covid 19 (período em que o setor de food service foi duramente castigado), a empresa buscou recompor suas margens e se reposicionar no mercado.

“Hoje, 70% da nossa produção, em quilos, é de hambúrguer e 30% de carne, mas queremos mudar isso; aumentar a participação dos cortes para 50%, aproveitando a força de nossa marca no varejo para conquistar maior capilaridade e distribuição geográfica. Não tem como não pensar em expansão. Empresa que não cresce, decresce”, explica o CEO da Wessel, que deve faturar R$ 150 milhões neste ano.

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Confira os destaques da seção ‘Giro Rápido’ da Revista DBO de maio

Corte da linha Origen, de carne marmorizada.

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“Hoje, 70% da nossa produção, em quilos, é de hambúrguer e 30% de carne, mas queremos mudar isso; aumentar a participação dos cortes para 50%, aproveitando a força de nossa marca no varejo para conquistar maior capilaridade e distribuição geográfica. Não tem como não pensar em expansão. Empresa que não cresce, decresce”, explica o CEO da Wessel, que deve faturar R$ 150 milhões neste ano.

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“Hoje, 70% da nossa produção, em quilos, é de hambúrguer e 30% de carne, mas queremos mudar isso; aumentar a participação dos cortes para 50%, aproveitando a força de nossa marca no varejo para conquistar maior capilaridade e distribuição geográfica. Não tem como não pensar em expansão. Empresa que não cresce, decresce”, explica o CEO da Wessel, que deve faturar R$ 150 milhões neste ano.

Para isso, conta com duas novidades: a nova linha Origem (carne premium marmorizada), lançada em São Paulo, durante a APAS Show 2022, em maio, e o Brahminha, corte especial desenvolvido especialmente para a Brahma, tendo como público-alvo os amantes do churrasco.

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

Corte da linha Origen, de carne marmorizada.

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Aos 10 anos, ele atravessou a pé a fronteira da Hungria com a Áustria, acompanhando sua família, que fugia da Revolução de 1956, tentativa frustrada do povo húngaro de separar-se da antiga União Soviética. Após se instalar no Brasil, seu pai, Lászla, encontrou emprego em um frigorífico; depois, no mais famoso açougue de São Paulo, o Vilex, na Rua Augusta, e logo montou um estabelecimento próprio, no bairro do Bixiga, dando prosseguimento, em terras brasileiras, a um ofício exercido pela família há cinco gerações. István Wessel, um dos mais respeitados profissionais da carne no Brasil, faz questão de relembrar esta saga familiar, antes de falar sobre a atual fase da empresa.

Responsável pela introdução, no mercado nacional, de inovações como a técnica de maturação, o carpaccio, o conceito de açougue-boutique, o sistema de porções controladas e o hambúrguer premium, ele informa que a Wessel está estruturando seu processo de governança, sob comando do filho, Daniel, para voltar a crescer a taxas anuais de 20%. Após dois anos consecutivos de valorização da arroba, que coincidiram com a pandemia de Covid 19 (período em que o setor de food service foi duramente castigado), a empresa buscou recompor suas margens e se reposicionar no mercado.

“Hoje, 70% da nossa produção, em quilos, é de hambúrguer e 30% de carne, mas queremos mudar isso; aumentar a participação dos cortes para 50%, aproveitando a força de nossa marca no varejo para conquistar maior capilaridade e distribuição geográfica. Não tem como não pensar em expansão. Empresa que não cresce, decresce”, explica o CEO da Wessel, que deve faturar R$ 150 milhões neste ano.

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“Hoje, 70% da nossa produção, em quilos, é de hambúrguer e 30% de carne, mas queremos mudar isso; aumentar a participação dos cortes para 50%, aproveitando a força de nossa marca no varejo para conquistar maior capilaridade e distribuição geográfica. Não tem como não pensar em expansão. Empresa que não cresce, decresce”, explica o CEO da Wessel, que deve faturar R$ 150 milhões neste ano.

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