Apresentado Por:

Visão computacional na identificação de bovinos

Inteligência artificial permite reconhecimento individual de animais com elevada precisão; tecnologia está em fase final de ajustes

O analista de sistemas Fabrício Weber, que desenvolveu o sistema, junto com a esposa.

Por Ariosto Mesquita

Em 2017, quando começou a acompanhar o doutorado de sua esposa, que propunha um modelo de previsão de peso de bovinos através da utilização de imagens, ele percebeu que poderia ir além. E foi. Atualmente, o analista de sistemas Fabrício de Lima Weber trabalha seis horas por dia, exclusivamente para dar retoques finais na validação de uma tecnologia que possibilita a identificação individual de animais por imagem corporal.

Sua dedicação é embalada nos resultados obtidos na pesquisa que fundamentou tese de mestrado defendida em 2020, quando obteve taxas de precisão entre 98% e 99% no reconhecimento de bovinos pantaneiros por inteligência artificial.

VEJA TAMBÉM | Mais chance para os machos inteiros?

Diante desses resultados, conseguiu ampliar a pesquisa para raças comerciais. Neste ano, vem rodando a tecnologia em um rebanho Angus e alguns animais mestiços, numa propriedade em Maracaju, MS, e deve fazer o mesmo com animais Nelore, no Pantanal. O objetivo, a médio prazo, é patentear a invenção e licenciar parceiros para a prestação de serviços pelo Brasil.

Dentre as aplicações práticas, Weber acredita que seu modelo poderá complementar ou até mesmo substituir os
atuais sistemas de identificação de bovinos, feitos à base de brincos, chips, tatuagens e marcações.

“Acredito muito nisso, com a vantagem do potencial de um serviço mais barato e preciso. Vejo também chances de ser utilizado para agilizar a emissão de GTAs e, quem sabe, para identificação individual via celular em feiras e leilões. A mente vai longe com relação às possíveis colocações desta tecnologia no mercado”, entusiasma-se. 

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO

Faça sua assinatura:

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

O analista de sistemas Fabrício Weber, que desenvolveu o sistema, junto com a esposa.

Por Ariosto Mesquita

Em 2017, quando começou a acompanhar o doutorado de sua esposa, que propunha um modelo de previsão de peso de bovinos através da utilização de imagens, ele percebeu que poderia ir além. E foi. Atualmente, o analista de sistemas Fabrício de Lima Weber trabalha seis horas por dia, exclusivamente para dar retoques finais na validação de uma tecnologia que possibilita a identificação individual de animais por imagem corporal.

Sua dedicação é embalada nos resultados obtidos na pesquisa que fundamentou tese de mestrado defendida em 2020, quando obteve taxas de precisão entre 98% e 99% no reconhecimento de bovinos pantaneiros por inteligência artificial.

VEJA TAMBÉM | Mais chance para os machos inteiros?

Diante desses resultados, conseguiu ampliar a pesquisa para raças comerciais. Neste ano, vem rodando a tecnologia em um rebanho Angus e alguns animais mestiços, numa propriedade em Maracaju, MS, e deve fazer o mesmo com animais Nelore, no Pantanal. O objetivo, a médio prazo, é patentear a invenção e licenciar parceiros para a prestação de serviços pelo Brasil.

Dentre as aplicações práticas, Weber acredita que seu modelo poderá complementar ou até mesmo substituir os
atuais sistemas de identificação de bovinos, feitos à base de brincos, chips, tatuagens e marcações.

“Acredito muito nisso, com a vantagem do potencial de um serviço mais barato e preciso. Vejo também chances de ser utilizado para agilizar a emissão de GTAs e, quem sabe, para identificação individual via celular em feiras e leilões. A mente vai longe com relação às possíveis colocações desta tecnologia no mercado”, entusiasma-se. 

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO

Faça sua assinatura:

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Este post está disponível apenas para membros.
Compartilhe:

Continue depois da publicidade

Continue depois da publicidade

Inteligência artificial permite reconhecimento individual de animais com elevada precisão; tecnologia está em fase final de ajustes

O analista de sistemas Fabrício Weber, que desenvolveu o sistema, junto com a esposa.

Por Ariosto Mesquita

Em 2017, quando começou a acompanhar o doutorado de sua esposa, que propunha um modelo de previsão de peso de bovinos através da utilização de imagens, ele percebeu que poderia ir além. E foi. Atualmente, o analista de sistemas Fabrício de Lima Weber trabalha seis horas por dia, exclusivamente para dar retoques finais na validação de uma tecnologia que possibilita a identificação individual de animais por imagem corporal.

Sua dedicação é embalada nos resultados obtidos na pesquisa que fundamentou tese de mestrado defendida em 2020, quando obteve taxas de precisão entre 98% e 99% no reconhecimento de bovinos pantaneiros por inteligência artificial.

VEJA TAMBÉM | Mais chance para os machos inteiros?

Diante desses resultados, conseguiu ampliar a pesquisa para raças comerciais. Neste ano, vem rodando a tecnologia em um rebanho Angus e alguns animais mestiços, numa propriedade em Maracaju, MS, e deve fazer o mesmo com animais Nelore, no Pantanal. O objetivo, a médio prazo, é patentear a invenção e licenciar parceiros para a prestação de serviços pelo Brasil.

Dentre as aplicações práticas, Weber acredita que seu modelo poderá complementar ou até mesmo substituir os
atuais sistemas de identificação de bovinos, feitos à base de brincos, chips, tatuagens e marcações.

“Acredito muito nisso, com a vantagem do potencial de um serviço mais barato e preciso. Vejo também chances de ser utilizado para agilizar a emissão de GTAs e, quem sabe, para identificação individual via celular em feiras e leilões. A mente vai longe com relação às possíveis colocações desta tecnologia no mercado”, entusiasma-se. 

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO

Faça sua assinatura:

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

O analista de sistemas Fabrício Weber, que desenvolveu o sistema, junto com a esposa.

Por Ariosto Mesquita

Em 2017, quando começou a acompanhar o doutorado de sua esposa, que propunha um modelo de previsão de peso de bovinos através da utilização de imagens, ele percebeu que poderia ir além. E foi. Atualmente, o analista de sistemas Fabrício de Lima Weber trabalha seis horas por dia, exclusivamente para dar retoques finais na validação de uma tecnologia que possibilita a identificação individual de animais por imagem corporal.

Sua dedicação é embalada nos resultados obtidos na pesquisa que fundamentou tese de mestrado defendida em 2020, quando obteve taxas de precisão entre 98% e 99% no reconhecimento de bovinos pantaneiros por inteligência artificial.

VEJA TAMBÉM | Mais chance para os machos inteiros?

Diante desses resultados, conseguiu ampliar a pesquisa para raças comerciais. Neste ano, vem rodando a tecnologia em um rebanho Angus e alguns animais mestiços, numa propriedade em Maracaju, MS, e deve fazer o mesmo com animais Nelore, no Pantanal. O objetivo, a médio prazo, é patentear a invenção e licenciar parceiros para a prestação de serviços pelo Brasil.

Dentre as aplicações práticas, Weber acredita que seu modelo poderá complementar ou até mesmo substituir os
atuais sistemas de identificação de bovinos, feitos à base de brincos, chips, tatuagens e marcações.

“Acredito muito nisso, com a vantagem do potencial de um serviço mais barato e preciso. Vejo também chances de ser utilizado para agilizar a emissão de GTAs e, quem sabe, para identificação individual via celular em feiras e leilões. A mente vai longe com relação às possíveis colocações desta tecnologia no mercado”, entusiasma-se. 

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO

Faça sua assinatura:

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Este post está disponível apenas para membros.

Gostou? Compartilhe:

Mais Lidas

1.

Encontre aqui a consultoria ideal para sua fazenda

Vídeos em destaque

Mais Lidas

Colunistas

Desempenho dos leilões da ExpoZebu encorpa resultados de abril

O analista de sistemas Fabrício Weber, que desenvolveu o sistema, junto com a esposa.

Por Ariosto Mesquita

Em 2017, quando começou a acompanhar o doutorado de sua esposa, que propunha um modelo de previsão de peso de bovinos através da utilização de imagens, ele percebeu que poderia ir além. E foi. Atualmente, o analista de sistemas Fabrício de Lima Weber trabalha seis horas por dia, exclusivamente para dar retoques finais na validação de uma tecnologia que possibilita a identificação individual de animais por imagem corporal.

Sua dedicação é embalada nos resultados obtidos na pesquisa que fundamentou tese de mestrado defendida em 2020, quando obteve taxas de precisão entre 98% e 99% no reconhecimento de bovinos pantaneiros por inteligência artificial.

VEJA TAMBÉM | Mais chance para os machos inteiros?

Diante desses resultados, conseguiu ampliar a pesquisa para raças comerciais. Neste ano, vem rodando a tecnologia em um rebanho Angus e alguns animais mestiços, numa propriedade em Maracaju, MS, e deve fazer o mesmo com animais Nelore, no Pantanal. O objetivo, a médio prazo, é patentear a invenção e licenciar parceiros para a prestação de serviços pelo Brasil.

Dentre as aplicações práticas, Weber acredita que seu modelo poderá complementar ou até mesmo substituir os
atuais sistemas de identificação de bovinos, feitos à base de brincos, chips, tatuagens e marcações.

“Acredito muito nisso, com a vantagem do potencial de um serviço mais barato e preciso. Vejo também chances de ser utilizado para agilizar a emissão de GTAs e, quem sabe, para identificação individual via celular em feiras e leilões. A mente vai longe com relação às possíveis colocações desta tecnologia no mercado”, entusiasma-se. 

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

O analista de sistemas Fabrício Weber, que desenvolveu o sistema, junto com a esposa.

Por Ariosto Mesquita

Em 2017, quando começou a acompanhar o doutorado de sua esposa, que propunha um modelo de previsão de peso de bovinos através da utilização de imagens, ele percebeu que poderia ir além. E foi. Atualmente, o analista de sistemas Fabrício de Lima Weber trabalha seis horas por dia, exclusivamente para dar retoques finais na validação de uma tecnologia que possibilita a identificação individual de animais por imagem corporal.

Sua dedicação é embalada nos resultados obtidos na pesquisa que fundamentou tese de mestrado defendida em 2020, quando obteve taxas de precisão entre 98% e 99% no reconhecimento de bovinos pantaneiros por inteligência artificial.

VEJA TAMBÉM | Mais chance para os machos inteiros?

Diante desses resultados, conseguiu ampliar a pesquisa para raças comerciais. Neste ano, vem rodando a tecnologia em um rebanho Angus e alguns animais mestiços, numa propriedade em Maracaju, MS, e deve fazer o mesmo com animais Nelore, no Pantanal. O objetivo, a médio prazo, é patentear a invenção e licenciar parceiros para a prestação de serviços pelo Brasil.

Dentre as aplicações práticas, Weber acredita que seu modelo poderá complementar ou até mesmo substituir os
atuais sistemas de identificação de bovinos, feitos à base de brincos, chips, tatuagens e marcações.

“Acredito muito nisso, com a vantagem do potencial de um serviço mais barato e preciso. Vejo também chances de ser utilizado para agilizar a emissão de GTAs e, quem sabe, para identificação individual via celular em feiras e leilões. A mente vai longe com relação às possíveis colocações desta tecnologia no mercado”, entusiasma-se. 

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO

Faça sua assinatura:

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Para acessar este conteúdo, você deve adquirir Assinaturas DBO - #CdC, Assinaturas DBO - #CdC – Apenas Digital, Mensal, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO - Parceria Rehagro, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO - 26, Assinaturas DBO - #CdC – Impressa + Digital, Anual, Assinaturas DBO - #CdC – Impressa + Digital, Mensal ou Assinaturas DBO - #CdC – Apenas Digital, Anual.

Confira os destaques da seção ‘Giro Rápido’ da Revista DBO de maio

O analista de sistemas Fabrício Weber, que desenvolveu o sistema, junto com a esposa.

Por Ariosto Mesquita

Em 2017, quando começou a acompanhar o doutorado de sua esposa, que propunha um modelo de previsão de peso de bovinos através da utilização de imagens, ele percebeu que poderia ir além. E foi. Atualmente, o analista de sistemas Fabrício de Lima Weber trabalha seis horas por dia, exclusivamente para dar retoques finais na validação de uma tecnologia que possibilita a identificação individual de animais por imagem corporal.

Sua dedicação é embalada nos resultados obtidos na pesquisa que fundamentou tese de mestrado defendida em 2020, quando obteve taxas de precisão entre 98% e 99% no reconhecimento de bovinos pantaneiros por inteligência artificial.

VEJA TAMBÉM | Mais chance para os machos inteiros?

Diante desses resultados, conseguiu ampliar a pesquisa para raças comerciais. Neste ano, vem rodando a tecnologia em um rebanho Angus e alguns animais mestiços, numa propriedade em Maracaju, MS, e deve fazer o mesmo com animais Nelore, no Pantanal. O objetivo, a médio prazo, é patentear a invenção e licenciar parceiros para a prestação de serviços pelo Brasil.

Dentre as aplicações práticas, Weber acredita que seu modelo poderá complementar ou até mesmo substituir os
atuais sistemas de identificação de bovinos, feitos à base de brincos, chips, tatuagens e marcações.

“Acredito muito nisso, com a vantagem do potencial de um serviço mais barato e preciso. Vejo também chances de ser utilizado para agilizar a emissão de GTAs e, quem sabe, para identificação individual via celular em feiras e leilões. A mente vai longe com relação às possíveis colocações desta tecnologia no mercado”, entusiasma-se. 

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

O analista de sistemas Fabrício Weber, que desenvolveu o sistema, junto com a esposa.

Por Ariosto Mesquita

Em 2017, quando começou a acompanhar o doutorado de sua esposa, que propunha um modelo de previsão de peso de bovinos através da utilização de imagens, ele percebeu que poderia ir além. E foi. Atualmente, o analista de sistemas Fabrício de Lima Weber trabalha seis horas por dia, exclusivamente para dar retoques finais na validação de uma tecnologia que possibilita a identificação individual de animais por imagem corporal.

Sua dedicação é embalada nos resultados obtidos na pesquisa que fundamentou tese de mestrado defendida em 2020, quando obteve taxas de precisão entre 98% e 99% no reconhecimento de bovinos pantaneiros por inteligência artificial.

VEJA TAMBÉM | Mais chance para os machos inteiros?

Diante desses resultados, conseguiu ampliar a pesquisa para raças comerciais. Neste ano, vem rodando a tecnologia em um rebanho Angus e alguns animais mestiços, numa propriedade em Maracaju, MS, e deve fazer o mesmo com animais Nelore, no Pantanal. O objetivo, a médio prazo, é patentear a invenção e licenciar parceiros para a prestação de serviços pelo Brasil.

Dentre as aplicações práticas, Weber acredita que seu modelo poderá complementar ou até mesmo substituir os
atuais sistemas de identificação de bovinos, feitos à base de brincos, chips, tatuagens e marcações.

“Acredito muito nisso, com a vantagem do potencial de um serviço mais barato e preciso. Vejo também chances de ser utilizado para agilizar a emissão de GTAs e, quem sabe, para identificação individual via celular em feiras e leilões. A mente vai longe com relação às possíveis colocações desta tecnologia no mercado”, entusiasma-se. 

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO

Faça sua assinatura:

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Para acessar este conteúdo, você deve adquirir Assinaturas DBO - #CdC, Assinaturas DBO - #CdC – Apenas Digital, Mensal, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO - Parceria Rehagro, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO - 26, Assinaturas DBO - #CdC – Impressa + Digital, Anual, Assinaturas DBO - #CdC – Impressa + Digital, Mensal ou Assinaturas DBO - #CdC – Apenas Digital, Anual.

Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

O analista de sistemas Fabrício Weber, que desenvolveu o sistema, junto com a esposa.

Por Ariosto Mesquita

Em 2017, quando começou a acompanhar o doutorado de sua esposa, que propunha um modelo de previsão de peso de bovinos através da utilização de imagens, ele percebeu que poderia ir além. E foi. Atualmente, o analista de sistemas Fabrício de Lima Weber trabalha seis horas por dia, exclusivamente para dar retoques finais na validação de uma tecnologia que possibilita a identificação individual de animais por imagem corporal.

Sua dedicação é embalada nos resultados obtidos na pesquisa que fundamentou tese de mestrado defendida em 2020, quando obteve taxas de precisão entre 98% e 99% no reconhecimento de bovinos pantaneiros por inteligência artificial.

VEJA TAMBÉM | Mais chance para os machos inteiros?

Diante desses resultados, conseguiu ampliar a pesquisa para raças comerciais. Neste ano, vem rodando a tecnologia em um rebanho Angus e alguns animais mestiços, numa propriedade em Maracaju, MS, e deve fazer o mesmo com animais Nelore, no Pantanal. O objetivo, a médio prazo, é patentear a invenção e licenciar parceiros para a prestação de serviços pelo Brasil.

Dentre as aplicações práticas, Weber acredita que seu modelo poderá complementar ou até mesmo substituir os
atuais sistemas de identificação de bovinos, feitos à base de brincos, chips, tatuagens e marcações.

“Acredito muito nisso, com a vantagem do potencial de um serviço mais barato e preciso. Vejo também chances de ser utilizado para agilizar a emissão de GTAs e, quem sabe, para identificação individual via celular em feiras e leilões. A mente vai longe com relação às possíveis colocações desta tecnologia no mercado”, entusiasma-se. 

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

O analista de sistemas Fabrício Weber, que desenvolveu o sistema, junto com a esposa.

Por Ariosto Mesquita

Em 2017, quando começou a acompanhar o doutorado de sua esposa, que propunha um modelo de previsão de peso de bovinos através da utilização de imagens, ele percebeu que poderia ir além. E foi. Atualmente, o analista de sistemas Fabrício de Lima Weber trabalha seis horas por dia, exclusivamente para dar retoques finais na validação de uma tecnologia que possibilita a identificação individual de animais por imagem corporal.

Sua dedicação é embalada nos resultados obtidos na pesquisa que fundamentou tese de mestrado defendida em 2020, quando obteve taxas de precisão entre 98% e 99% no reconhecimento de bovinos pantaneiros por inteligência artificial.

VEJA TAMBÉM | Mais chance para os machos inteiros?

Diante desses resultados, conseguiu ampliar a pesquisa para raças comerciais. Neste ano, vem rodando a tecnologia em um rebanho Angus e alguns animais mestiços, numa propriedade em Maracaju, MS, e deve fazer o mesmo com animais Nelore, no Pantanal. O objetivo, a médio prazo, é patentear a invenção e licenciar parceiros para a prestação de serviços pelo Brasil.

Dentre as aplicações práticas, Weber acredita que seu modelo poderá complementar ou até mesmo substituir os
atuais sistemas de identificação de bovinos, feitos à base de brincos, chips, tatuagens e marcações.

“Acredito muito nisso, com a vantagem do potencial de um serviço mais barato e preciso. Vejo também chances de ser utilizado para agilizar a emissão de GTAs e, quem sabe, para identificação individual via celular em feiras e leilões. A mente vai longe com relação às possíveis colocações desta tecnologia no mercado”, entusiasma-se. 

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO

Faça sua assinatura:

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Para acessar este conteúdo, você deve adquirir Assinaturas DBO - #CdC, Assinaturas DBO - #CdC – Apenas Digital, Mensal, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO - Parceria Rehagro, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO - 26, Assinaturas DBO - #CdC – Impressa + Digital, Anual, Assinaturas DBO - #CdC – Impressa + Digital, Mensal ou Assinaturas DBO - #CdC – Apenas Digital, Anual.

O analista de sistemas Fabrício Weber, que desenvolveu o sistema, junto com a esposa.

Por Ariosto Mesquita

Em 2017, quando começou a acompanhar o doutorado de sua esposa, que propunha um modelo de previsão de peso de bovinos através da utilização de imagens, ele percebeu que poderia ir além. E foi. Atualmente, o analista de sistemas Fabrício de Lima Weber trabalha seis horas por dia, exclusivamente para dar retoques finais na validação de uma tecnologia que possibilita a identificação individual de animais por imagem corporal.

Sua dedicação é embalada nos resultados obtidos na pesquisa que fundamentou tese de mestrado defendida em 2020, quando obteve taxas de precisão entre 98% e 99% no reconhecimento de bovinos pantaneiros por inteligência artificial.

VEJA TAMBÉM | Mais chance para os machos inteiros?

Diante desses resultados, conseguiu ampliar a pesquisa para raças comerciais. Neste ano, vem rodando a tecnologia em um rebanho Angus e alguns animais mestiços, numa propriedade em Maracaju, MS, e deve fazer o mesmo com animais Nelore, no Pantanal. O objetivo, a médio prazo, é patentear a invenção e licenciar parceiros para a prestação de serviços pelo Brasil.

Dentre as aplicações práticas, Weber acredita que seu modelo poderá complementar ou até mesmo substituir os
atuais sistemas de identificação de bovinos, feitos à base de brincos, chips, tatuagens e marcações.

“Acredito muito nisso, com a vantagem do potencial de um serviço mais barato e preciso. Vejo também chances de ser utilizado para agilizar a emissão de GTAs e, quem sabe, para identificação individual via celular em feiras e leilões. A mente vai longe com relação às possíveis colocações desta tecnologia no mercado”, entusiasma-se. 

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

O analista de sistemas Fabrício Weber, que desenvolveu o sistema, junto com a esposa.

Por Ariosto Mesquita

Em 2017, quando começou a acompanhar o doutorado de sua esposa, que propunha um modelo de previsão de peso de bovinos através da utilização de imagens, ele percebeu que poderia ir além. E foi. Atualmente, o analista de sistemas Fabrício de Lima Weber trabalha seis horas por dia, exclusivamente para dar retoques finais na validação de uma tecnologia que possibilita a identificação individual de animais por imagem corporal.

Sua dedicação é embalada nos resultados obtidos na pesquisa que fundamentou tese de mestrado defendida em 2020, quando obteve taxas de precisão entre 98% e 99% no reconhecimento de bovinos pantaneiros por inteligência artificial.

VEJA TAMBÉM | Mais chance para os machos inteiros?

Diante desses resultados, conseguiu ampliar a pesquisa para raças comerciais. Neste ano, vem rodando a tecnologia em um rebanho Angus e alguns animais mestiços, numa propriedade em Maracaju, MS, e deve fazer o mesmo com animais Nelore, no Pantanal. O objetivo, a médio prazo, é patentear a invenção e licenciar parceiros para a prestação de serviços pelo Brasil.

Dentre as aplicações práticas, Weber acredita que seu modelo poderá complementar ou até mesmo substituir os
atuais sistemas de identificação de bovinos, feitos à base de brincos, chips, tatuagens e marcações.

“Acredito muito nisso, com a vantagem do potencial de um serviço mais barato e preciso. Vejo também chances de ser utilizado para agilizar a emissão de GTAs e, quem sabe, para identificação individual via celular em feiras e leilões. A mente vai longe com relação às possíveis colocações desta tecnologia no mercado”, entusiasma-se. 

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO

Faça sua assinatura:

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Para acessar este conteúdo, você deve adquirir Assinaturas DBO - #CdC, Assinaturas DBO - #CdC – Apenas Digital, Mensal, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO - Parceria Rehagro, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO - 26, Assinaturas DBO - #CdC – Impressa + Digital, Anual, Assinaturas DBO - #CdC – Impressa + Digital, Mensal ou Assinaturas DBO - #CdC – Apenas Digital, Anual.