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Revista DBO | Veganos x produtores de carne: consumidores são os juízes do cotidiano

Em artigo publicado na Revista DBO, o zootecnista Danilo Grandini diz que não vê um mundo sem carne vermelha, mas é importante que o consumidor também pense assim 

Foto: iStock

Por Danilo Grandini – Zootecnista, com pós-graduacão em análise econômica, e diretor global de marketing para bovinos da Phibro Animal Health

Em abril de 2019, os produtores da Austrália foram pegos no que se considera um dos maiores protestos veganos contra o abate de animais para consumo humano. Melbourne, Brisbane e propriedades do interior foram os principais focos, tendo os manifestantes adentrado em fazendas, sem causar destruição patrimonial, mas interrompendo as práticas de produção e, em alguns casos, levando animais em custódia sob alegação de maus tratos. Tudo isto sob os olhos da polícia; dos proprietários, que nada puderam fazer, e da mídia, que deu muita repercussão a uma sucessão de eventos.

Ao contrário da cultura latina, onde as partes se expressam em seus círculos e se defendem acaloradas sem um confronto direto, na cultura britânica a coisa vai a público e os confrontos são realizados face a face, num embate que só vemos por aqui em momentos eleitorais. Por certas coisas que acontecem, é difícil imaginar que não exista um “arquiteto” por detrás das nossas trajetórias pessoais.

Porque estou falando isso, caro leitor? Neste mês, eu estava em Brisbane, capital do Estado de Queensland, na Austrália, em uma das minhas viagens mais duradouras àquele país. Fiquei por lá precisamente 32 dias e pude acompanhar um novo protesto vegano, que gerou um embate televisionado, coordenado por um âncora da TV local. Na mesa, um representante da MLA (Meat Livestock Australia) e um líder ativista, ambos muito bem-preparados e conhecedores de suas causas.

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Em abril de 2019, os produtores da Austrália foram pegos no que se considera um dos maiores protestos veganos contra o abate de animais para consumo humano. Melbourne, Brisbane e propriedades do interior foram os principais focos, tendo os manifestantes adentrado em fazendas, sem causar destruição patrimonial, mas interrompendo as práticas de produção e, em alguns casos, levando animais em custódia sob alegação de maus tratos. Tudo isto sob os olhos da polícia; dos proprietários, que nada puderam fazer, e da mídia, que deu muita repercussão a uma sucessão de eventos.

Ao contrário da cultura latina, onde as partes se expressam em seus círculos e se defendem acaloradas sem um confronto direto, na cultura britânica a coisa vai a público e os confrontos são realizados face a face, num embate que só vemos por aqui em momentos eleitorais. Por certas coisas que acontecem, é difícil imaginar que não exista um “arquiteto” por detrás das nossas trajetórias pessoais.

Porque estou falando isso, caro leitor? Neste mês, eu estava em Brisbane, capital do Estado de Queensland, na Austrália, em uma das minhas viagens mais duradouras àquele país. Fiquei por lá precisamente 32 dias e pude acompanhar um novo protesto vegano, que gerou um embate televisionado, coordenado por um âncora da TV local. Na mesa, um representante da MLA (Meat Livestock Australia) e um líder ativista, ambos muito bem-preparados e conhecedores de suas causas.

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Em abril de 2019, os produtores da Austrália foram pegos no que se considera um dos maiores protestos veganos contra o abate de animais para consumo humano. Melbourne, Brisbane e propriedades do interior foram os principais focos, tendo os manifestantes adentrado em fazendas, sem causar destruição patrimonial, mas interrompendo as práticas de produção e, em alguns casos, levando animais em custódia sob alegação de maus tratos. Tudo isto sob os olhos da polícia; dos proprietários, que nada puderam fazer, e da mídia, que deu muita repercussão a uma sucessão de eventos.

Ao contrário da cultura latina, onde as partes se expressam em seus círculos e se defendem acaloradas sem um confronto direto, na cultura britânica a coisa vai a público e os confrontos são realizados face a face, num embate que só vemos por aqui em momentos eleitorais. Por certas coisas que acontecem, é difícil imaginar que não exista um “arquiteto” por detrás das nossas trajetórias pessoais.

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Ao contrário da cultura latina, onde as partes se expressam em seus círculos e se defendem acaloradas sem um confronto direto, na cultura britânica a coisa vai a público e os confrontos são realizados face a face, num embate que só vemos por aqui em momentos eleitorais. Por certas coisas que acontecem, é difícil imaginar que não exista um “arquiteto” por detrás das nossas trajetórias pessoais.

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Ao contrário da cultura latina, onde as partes se expressam em seus círculos e se defendem acaloradas sem um confronto direto, na cultura britânica a coisa vai a público e os confrontos são realizados face a face, num embate que só vemos por aqui em momentos eleitorais. Por certas coisas que acontecem, é difícil imaginar que não exista um “arquiteto” por detrás das nossas trajetórias pessoais.

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Confira os destaques da seção ‘Giro Rápido’ da Revista DBO de maio

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Em abril de 2019, os produtores da Austrália foram pegos no que se considera um dos maiores protestos veganos contra o abate de animais para consumo humano. Melbourne, Brisbane e propriedades do interior foram os principais focos, tendo os manifestantes adentrado em fazendas, sem causar destruição patrimonial, mas interrompendo as práticas de produção e, em alguns casos, levando animais em custódia sob alegação de maus tratos. Tudo isto sob os olhos da polícia; dos proprietários, que nada puderam fazer, e da mídia, que deu muita repercussão a uma sucessão de eventos.

Ao contrário da cultura latina, onde as partes se expressam em seus círculos e se defendem acaloradas sem um confronto direto, na cultura britânica a coisa vai a público e os confrontos são realizados face a face, num embate que só vemos por aqui em momentos eleitorais. Por certas coisas que acontecem, é difícil imaginar que não exista um “arquiteto” por detrás das nossas trajetórias pessoais.

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Ao contrário da cultura latina, onde as partes se expressam em seus círculos e se defendem acaloradas sem um confronto direto, na cultura britânica a coisa vai a público e os confrontos são realizados face a face, num embate que só vemos por aqui em momentos eleitorais. Por certas coisas que acontecem, é difícil imaginar que não exista um “arquiteto” por detrás das nossas trajetórias pessoais.

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

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Ao contrário da cultura latina, onde as partes se expressam em seus círculos e se defendem acaloradas sem um confronto direto, na cultura britânica a coisa vai a público e os confrontos são realizados face a face, num embate que só vemos por aqui em momentos eleitorais. Por certas coisas que acontecem, é difícil imaginar que não exista um “arquiteto” por detrás das nossas trajetórias pessoais.

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Ao contrário da cultura latina, onde as partes se expressam em seus círculos e se defendem acaloradas sem um confronto direto, na cultura britânica a coisa vai a público e os confrontos são realizados face a face, num embate que só vemos por aqui em momentos eleitorais. Por certas coisas que acontecem, é difícil imaginar que não exista um “arquiteto” por detrás das nossas trajetórias pessoais.

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