Plataforma Metryx usa inteligência artificial para reunir informações lançadas pela equipe da fazenda, processá-las e sugerir soluções
Rodrigo Gonçalves, professor da Facamp, testa a ferramenta, na Fazenda Água Boa, em Jaraguari, MS.
Por Ariosto Mesquita
Tomando como base o fluxo de dados nas redes sociais clássicas, o engenheiro da computação Rodrigo Gonçalves, professor de Inteligência Artificial e Programação Avançada das Faculdades de Campinas (Facamp), desenvolveu uma nova ferramenta de gestão, dinâmica e participativa, para facilitar a comunicação entre membros da equipe da fazenda, além de fornecedores.
O modelo, batizado de Metryx (nome do produto e da empresa da qual Gonçalves é sócio), permite que as informações postadas por funcionários de todos os setores (escritório, almoxarifado, campo, consultoria, máquinas, proprietário, revendedores de insumos etc) ajudem a alimentar uma plataforma digital. Com o tempo, o sistema vai consolidando o conhecimentos gerado, até o momento em que a inteligência artificial (IA) passa a sugerir ações, apontar erros e dar sugestões com base na realidade de cada setor.
Gonçalves explica que a IA funciona de forma a imitar o cérebro humano. “Nossa unidade básica de processamento é o neurônio, célula que recebe e processa sinais, gerando uma saída de informação para outras células neurais. Isso acaba formando uma rede de dados, que gera um fluxo desencadeador de uma ação, como levantar o braço, por exemplo. O que a gente faz é imitar o cérebro. Chamamos de ‘computação biologicamente inspirada’. Criamos uma rede neural artificial, que precisa receber informações para aprender”, diz ele. A previsão é de que o Metryx esteja disponível para uso dos pecuaristas até o início de 2021.
Como o Metryx aprende
O sistema, segundo Gonçalves, funciona dentro do modelo de inteligência artificial baseada em dados. “A gente fornece uma quantidade de informação, de exemplos, e faz com que o computador aprenda. A dificuldade é ter estes dados à disposição”, observa o professor. Diante dessa limitação, ele se espelhou na capacidade das redes sociais em captar informações e aprender sobre cada pessoa.
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Tomando como base o fluxo de dados nas redes sociais clássicas, o engenheiro da computação Rodrigo Gonçalves, professor de Inteligência Artificial e Programação Avançada das Faculdades de Campinas (Facamp), desenvolveu uma nova ferramenta de gestão, dinâmica e participativa, para facilitar a comunicação entre membros da equipe da fazenda, além de fornecedores.
O modelo, batizado de Metryx (nome do produto e da empresa da qual Gonçalves é sócio), permite que as informações postadas por funcionários de todos os setores (escritório, almoxarifado, campo, consultoria, máquinas, proprietário, revendedores de insumos etc) ajudem a alimentar uma plataforma digital. Com o tempo, o sistema vai consolidando o conhecimentos gerado, até o momento em que a inteligência artificial (IA) passa a sugerir ações, apontar erros e dar sugestões com base na realidade de cada setor.
Gonçalves explica que a IA funciona de forma a imitar o cérebro humano. “Nossa unidade básica de processamento é o neurônio, célula que recebe e processa sinais, gerando uma saída de informação para outras células neurais. Isso acaba formando uma rede de dados, que gera um fluxo desencadeador de uma ação, como levantar o braço, por exemplo. O que a gente faz é imitar o cérebro. Chamamos de ‘computação biologicamente inspirada’. Criamos uma rede neural artificial, que precisa receber informações para aprender”, diz ele. A previsão é de que o Metryx esteja disponível para uso dos pecuaristas até o início de 2021.
Como o Metryx aprende
O sistema, segundo Gonçalves, funciona dentro do modelo de inteligência artificial baseada em dados. “A gente fornece uma quantidade de informação, de exemplos, e faz com que o computador aprenda. A dificuldade é ter estes dados à disposição”, observa o professor. Diante dessa limitação, ele se espelhou na capacidade das redes sociais em captar informações e aprender sobre cada pessoa.
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Rodrigo Gonçalves, professor da Facamp, testa a ferramenta, na Fazenda Água Boa, em Jaraguari, MS.
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Tomando como base o fluxo de dados nas redes sociais clássicas, o engenheiro da computação Rodrigo Gonçalves, professor de Inteligência Artificial e Programação Avançada das Faculdades de Campinas (Facamp), desenvolveu uma nova ferramenta de gestão, dinâmica e participativa, para facilitar a comunicação entre membros da equipe da fazenda, além de fornecedores.
O modelo, batizado de Metryx (nome do produto e da empresa da qual Gonçalves é sócio), permite que as informações postadas por funcionários de todos os setores (escritório, almoxarifado, campo, consultoria, máquinas, proprietário, revendedores de insumos etc) ajudem a alimentar uma plataforma digital. Com o tempo, o sistema vai consolidando o conhecimentos gerado, até o momento em que a inteligência artificial (IA) passa a sugerir ações, apontar erros e dar sugestões com base na realidade de cada setor.
Gonçalves explica que a IA funciona de forma a imitar o cérebro humano. “Nossa unidade básica de processamento é o neurônio, célula que recebe e processa sinais, gerando uma saída de informação para outras células neurais. Isso acaba formando uma rede de dados, que gera um fluxo desencadeador de uma ação, como levantar o braço, por exemplo. O que a gente faz é imitar o cérebro. Chamamos de ‘computação biologicamente inspirada’. Criamos uma rede neural artificial, que precisa receber informações para aprender”, diz ele. A previsão é de que o Metryx esteja disponível para uso dos pecuaristas até o início de 2021.
Como o Metryx aprende
O sistema, segundo Gonçalves, funciona dentro do modelo de inteligência artificial baseada em dados. “A gente fornece uma quantidade de informação, de exemplos, e faz com que o computador aprenda. A dificuldade é ter estes dados à disposição”, observa o professor. Diante dessa limitação, ele se espelhou na capacidade das redes sociais em captar informações e aprender sobre cada pessoa.
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O modelo, batizado de Metryx (nome do produto e da empresa da qual Gonçalves é sócio), permite que as informações postadas por funcionários de todos os setores (escritório, almoxarifado, campo, consultoria, máquinas, proprietário, revendedores de insumos etc) ajudem a alimentar uma plataforma digital. Com o tempo, o sistema vai consolidando o conhecimentos gerado, até o momento em que a inteligência artificial (IA) passa a sugerir ações, apontar erros e dar sugestões com base na realidade de cada setor.
Gonçalves explica que a IA funciona de forma a imitar o cérebro humano. “Nossa unidade básica de processamento é o neurônio, célula que recebe e processa sinais, gerando uma saída de informação para outras células neurais. Isso acaba formando uma rede de dados, que gera um fluxo desencadeador de uma ação, como levantar o braço, por exemplo. O que a gente faz é imitar o cérebro. Chamamos de ‘computação biologicamente inspirada’. Criamos uma rede neural artificial, que precisa receber informações para aprender”, diz ele. A previsão é de que o Metryx esteja disponível para uso dos pecuaristas até o início de 2021.
Como o Metryx aprende
O sistema, segundo Gonçalves, funciona dentro do modelo de inteligência artificial baseada em dados. “A gente fornece uma quantidade de informação, de exemplos, e faz com que o computador aprenda. A dificuldade é ter estes dados à disposição”, observa o professor. Diante dessa limitação, ele se espelhou na capacidade das redes sociais em captar informações e aprender sobre cada pessoa.
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O modelo, batizado de Metryx (nome do produto e da empresa da qual Gonçalves é sócio), permite que as informações postadas por funcionários de todos os setores (escritório, almoxarifado, campo, consultoria, máquinas, proprietário, revendedores de insumos etc) ajudem a alimentar uma plataforma digital. Com o tempo, o sistema vai consolidando o conhecimentos gerado, até o momento em que a inteligência artificial (IA) passa a sugerir ações, apontar erros e dar sugestões com base na realidade de cada setor.
Gonçalves explica que a IA funciona de forma a imitar o cérebro humano. “Nossa unidade básica de processamento é o neurônio, célula que recebe e processa sinais, gerando uma saída de informação para outras células neurais. Isso acaba formando uma rede de dados, que gera um fluxo desencadeador de uma ação, como levantar o braço, por exemplo. O que a gente faz é imitar o cérebro. Chamamos de ‘computação biologicamente inspirada’. Criamos uma rede neural artificial, que precisa receber informações para aprender”, diz ele. A previsão é de que o Metryx esteja disponível para uso dos pecuaristas até o início de 2021.
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O sistema, segundo Gonçalves, funciona dentro do modelo de inteligência artificial baseada em dados. “A gente fornece uma quantidade de informação, de exemplos, e faz com que o computador aprenda. A dificuldade é ter estes dados à disposição”, observa o professor. Diante dessa limitação, ele se espelhou na capacidade das redes sociais em captar informações e aprender sobre cada pessoa.
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O modelo, batizado de Metryx (nome do produto e da empresa da qual Gonçalves é sócio), permite que as informações postadas por funcionários de todos os setores (escritório, almoxarifado, campo, consultoria, máquinas, proprietário, revendedores de insumos etc) ajudem a alimentar uma plataforma digital. Com o tempo, o sistema vai consolidando o conhecimentos gerado, até o momento em que a inteligência artificial (IA) passa a sugerir ações, apontar erros e dar sugestões com base na realidade de cada setor.
Gonçalves explica que a IA funciona de forma a imitar o cérebro humano. “Nossa unidade básica de processamento é o neurônio, célula que recebe e processa sinais, gerando uma saída de informação para outras células neurais. Isso acaba formando uma rede de dados, que gera um fluxo desencadeador de uma ação, como levantar o braço, por exemplo. O que a gente faz é imitar o cérebro. Chamamos de ‘computação biologicamente inspirada’. Criamos uma rede neural artificial, que precisa receber informações para aprender”, diz ele. A previsão é de que o Metryx esteja disponível para uso dos pecuaristas até o início de 2021.
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O sistema, segundo Gonçalves, funciona dentro do modelo de inteligência artificial baseada em dados. “A gente fornece uma quantidade de informação, de exemplos, e faz com que o computador aprenda. A dificuldade é ter estes dados à disposição”, observa o professor. Diante dessa limitação, ele se espelhou na capacidade das redes sociais em captar informações e aprender sobre cada pessoa.
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O modelo, batizado de Metryx (nome do produto e da empresa da qual Gonçalves é sócio), permite que as informações postadas por funcionários de todos os setores (escritório, almoxarifado, campo, consultoria, máquinas, proprietário, revendedores de insumos etc) ajudem a alimentar uma plataforma digital. Com o tempo, o sistema vai consolidando o conhecimentos gerado, até o momento em que a inteligência artificial (IA) passa a sugerir ações, apontar erros e dar sugestões com base na realidade de cada setor.
Gonçalves explica que a IA funciona de forma a imitar o cérebro humano. “Nossa unidade básica de processamento é o neurônio, célula que recebe e processa sinais, gerando uma saída de informação para outras células neurais. Isso acaba formando uma rede de dados, que gera um fluxo desencadeador de uma ação, como levantar o braço, por exemplo. O que a gente faz é imitar o cérebro. Chamamos de ‘computação biologicamente inspirada’. Criamos uma rede neural artificial, que precisa receber informações para aprender”, diz ele. A previsão é de que o Metryx esteja disponível para uso dos pecuaristas até o início de 2021.
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O sistema, segundo Gonçalves, funciona dentro do modelo de inteligência artificial baseada em dados. “A gente fornece uma quantidade de informação, de exemplos, e faz com que o computador aprenda. A dificuldade é ter estes dados à disposição”, observa o professor. Diante dessa limitação, ele se espelhou na capacidade das redes sociais em captar informações e aprender sobre cada pessoa.
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O modelo, batizado de Metryx (nome do produto e da empresa da qual Gonçalves é sócio), permite que as informações postadas por funcionários de todos os setores (escritório, almoxarifado, campo, consultoria, máquinas, proprietário, revendedores de insumos etc) ajudem a alimentar uma plataforma digital. Com o tempo, o sistema vai consolidando o conhecimentos gerado, até o momento em que a inteligência artificial (IA) passa a sugerir ações, apontar erros e dar sugestões com base na realidade de cada setor.
Gonçalves explica que a IA funciona de forma a imitar o cérebro humano. “Nossa unidade básica de processamento é o neurônio, célula que recebe e processa sinais, gerando uma saída de informação para outras células neurais. Isso acaba formando uma rede de dados, que gera um fluxo desencadeador de uma ação, como levantar o braço, por exemplo. O que a gente faz é imitar o cérebro. Chamamos de ‘computação biologicamente inspirada’. Criamos uma rede neural artificial, que precisa receber informações para aprender”, diz ele. A previsão é de que o Metryx esteja disponível para uso dos pecuaristas até o início de 2021.
Como o Metryx aprende
O sistema, segundo Gonçalves, funciona dentro do modelo de inteligência artificial baseada em dados. “A gente fornece uma quantidade de informação, de exemplos, e faz com que o computador aprenda. A dificuldade é ter estes dados à disposição”, observa o professor. Diante dessa limitação, ele se espelhou na capacidade das redes sociais em captar informações e aprender sobre cada pessoa.
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O modelo, batizado de Metryx (nome do produto e da empresa da qual Gonçalves é sócio), permite que as informações postadas por funcionários de todos os setores (escritório, almoxarifado, campo, consultoria, máquinas, proprietário, revendedores de insumos etc) ajudem a alimentar uma plataforma digital. Com o tempo, o sistema vai consolidando o conhecimentos gerado, até o momento em que a inteligência artificial (IA) passa a sugerir ações, apontar erros e dar sugestões com base na realidade de cada setor.
Gonçalves explica que a IA funciona de forma a imitar o cérebro humano. “Nossa unidade básica de processamento é o neurônio, célula que recebe e processa sinais, gerando uma saída de informação para outras células neurais. Isso acaba formando uma rede de dados, que gera um fluxo desencadeador de uma ação, como levantar o braço, por exemplo. O que a gente faz é imitar o cérebro. Chamamos de ‘computação biologicamente inspirada’. Criamos uma rede neural artificial, que precisa receber informações para aprender”, diz ele. A previsão é de que o Metryx esteja disponível para uso dos pecuaristas até o início de 2021.
Como o Metryx aprende
O sistema, segundo Gonçalves, funciona dentro do modelo de inteligência artificial baseada em dados. “A gente fornece uma quantidade de informação, de exemplos, e faz com que o computador aprenda. A dificuldade é ter estes dados à disposição”, observa o professor. Diante dessa limitação, ele se espelhou na capacidade das redes sociais em captar informações e aprender sobre cada pessoa.
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O modelo, batizado de Metryx (nome do produto e da empresa da qual Gonçalves é sócio), permite que as informações postadas por funcionários de todos os setores (escritório, almoxarifado, campo, consultoria, máquinas, proprietário, revendedores de insumos etc) ajudem a alimentar uma plataforma digital. Com o tempo, o sistema vai consolidando o conhecimentos gerado, até o momento em que a inteligência artificial (IA) passa a sugerir ações, apontar erros e dar sugestões com base na realidade de cada setor.
Gonçalves explica que a IA funciona de forma a imitar o cérebro humano. “Nossa unidade básica de processamento é o neurônio, célula que recebe e processa sinais, gerando uma saída de informação para outras células neurais. Isso acaba formando uma rede de dados, que gera um fluxo desencadeador de uma ação, como levantar o braço, por exemplo. O que a gente faz é imitar o cérebro. Chamamos de ‘computação biologicamente inspirada’. Criamos uma rede neural artificial, que precisa receber informações para aprender”, diz ele. A previsão é de que o Metryx esteja disponível para uso dos pecuaristas até o início de 2021.
Como o Metryx aprende
O sistema, segundo Gonçalves, funciona dentro do modelo de inteligência artificial baseada em dados. “A gente fornece uma quantidade de informação, de exemplos, e faz com que o computador aprenda. A dificuldade é ter estes dados à disposição”, observa o professor. Diante dessa limitação, ele se espelhou na capacidade das redes sociais em captar informações e aprender sobre cada pessoa.
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