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Um apaixonado pelo Nelore funcional

Dedicando-se à seleção desde os 22 anos de idade, William Koury ajudou a criar um novo modelo de carcaça frigorífica para a raça no Brasil

“Confirmamos o que já tínhamos visto em 1976: que o animal pernalta é o mais ‘vagabundo’ em termos de carcaça” – William Koury

Por Carolina Rodrigues

Quem conhece William Koury, 79 anos, dono da Fazenda Kuluene (4.400 ha, em Gaúcha do Norte, MT), sabe do seu espírito galhofeiro. Dono de uma narrativa repleta de diálogos e situações cotidianas que divertem quem o escuta, Koury não é apenas um bom contador de histórias; é, acima de tudo, um “fazedor” de histórias.

Criador da marca Nelore Jandaia, ele se tornou selecionador em 1964 por intermédio de Sérgio Toledo Piza (criador e fundador da Programa Leilões), além dos pesquisadores Fausto Pereira Lima (Instituto de Zootecnia de Sertãozinho- IZ) e, mais tarde, Luis Alberto Fries (PhD em Melhoramento Genético, fundador da GenSys Consultores Associados).

Filho de produtores rurais, Koury decidiu trilhar o caminho da pecuária seletiva aos 22 anos de idade. Já na formação do primeiro plantel, estabeleceu uma base genética fortíssima e quebrou padrões pré-estabelecidos para a época, ao perseguir em 1976, apoiado na pesquisa, um novo modelo de carcaça frigorífica para a raça Nelore, opção que o levaria a deter um dos plantéis-modelo em biotipo funcional e produtivo nas décadas seguintes.

Hoje, são cerca de 2.000 fêmeas em atividade, boas em habilidade materna, precoces e adaptadas ao pasto, que geram entre 400 e 500 touros por ano, um rebanho que desde o final da década de 1980 está inscrito no programa Nelore Brasil, da Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores (ANCP), entidade da qual o criador é parceiro frequente, na realização de trabalhos essenciais para o melhoramento genético da raça, ao lado do Departamento de Reprodução Animal da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ/USP). Medir e quantificar sempre fizeram parte do trabalho de William Koury, que garante: “A pesquisa está no DNA da Jandaia”.

Com trajetória invejável e um humor muito próprio, Koury se tornou referência na seleção de gado Nelore. Justamente por isso, foi escolhido para participar do “Prosa Quente” desta edição. Confira na entrevista concedida com exclusividade à repórter de DBO, Carolina Rodrigues.

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Quem conhece William Koury, 79 anos, dono da Fazenda Kuluene (4.400 ha, em Gaúcha do Norte, MT), sabe do seu espírito galhofeiro. Dono de uma narrativa repleta de diálogos e situações cotidianas que divertem quem o escuta, Koury não é apenas um bom contador de histórias; é, acima de tudo, um “fazedor” de histórias.

Criador da marca Nelore Jandaia, ele se tornou selecionador em 1964 por intermédio de Sérgio Toledo Piza (criador e fundador da Programa Leilões), além dos pesquisadores Fausto Pereira Lima (Instituto de Zootecnia de Sertãozinho- IZ) e, mais tarde, Luis Alberto Fries (PhD em Melhoramento Genético, fundador da GenSys Consultores Associados).

Filho de produtores rurais, Koury decidiu trilhar o caminho da pecuária seletiva aos 22 anos de idade. Já na formação do primeiro plantel, estabeleceu uma base genética fortíssima e quebrou padrões pré-estabelecidos para a época, ao perseguir em 1976, apoiado na pesquisa, um novo modelo de carcaça frigorífica para a raça Nelore, opção que o levaria a deter um dos plantéis-modelo em biotipo funcional e produtivo nas décadas seguintes.

Hoje, são cerca de 2.000 fêmeas em atividade, boas em habilidade materna, precoces e adaptadas ao pasto, que geram entre 400 e 500 touros por ano, um rebanho que desde o final da década de 1980 está inscrito no programa Nelore Brasil, da Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores (ANCP), entidade da qual o criador é parceiro frequente, na realização de trabalhos essenciais para o melhoramento genético da raça, ao lado do Departamento de Reprodução Animal da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ/USP). Medir e quantificar sempre fizeram parte do trabalho de William Koury, que garante: “A pesquisa está no DNA da Jandaia”.

Com trajetória invejável e um humor muito próprio, Koury se tornou referência na seleção de gado Nelore. Justamente por isso, foi escolhido para participar do “Prosa Quente” desta edição. Confira na entrevista concedida com exclusividade à repórter de DBO, Carolina Rodrigues.

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Quem conhece William Koury, 79 anos, dono da Fazenda Kuluene (4.400 ha, em Gaúcha do Norte, MT), sabe do seu espírito galhofeiro. Dono de uma narrativa repleta de diálogos e situações cotidianas que divertem quem o escuta, Koury não é apenas um bom contador de histórias; é, acima de tudo, um “fazedor” de histórias.

Criador da marca Nelore Jandaia, ele se tornou selecionador em 1964 por intermédio de Sérgio Toledo Piza (criador e fundador da Programa Leilões), além dos pesquisadores Fausto Pereira Lima (Instituto de Zootecnia de Sertãozinho- IZ) e, mais tarde, Luis Alberto Fries (PhD em Melhoramento Genético, fundador da GenSys Consultores Associados).

Filho de produtores rurais, Koury decidiu trilhar o caminho da pecuária seletiva aos 22 anos de idade. Já na formação do primeiro plantel, estabeleceu uma base genética fortíssima e quebrou padrões pré-estabelecidos para a época, ao perseguir em 1976, apoiado na pesquisa, um novo modelo de carcaça frigorífica para a raça Nelore, opção que o levaria a deter um dos plantéis-modelo em biotipo funcional e produtivo nas décadas seguintes.

Hoje, são cerca de 2.000 fêmeas em atividade, boas em habilidade materna, precoces e adaptadas ao pasto, que geram entre 400 e 500 touros por ano, um rebanho que desde o final da década de 1980 está inscrito no programa Nelore Brasil, da Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores (ANCP), entidade da qual o criador é parceiro frequente, na realização de trabalhos essenciais para o melhoramento genético da raça, ao lado do Departamento de Reprodução Animal da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ/USP). Medir e quantificar sempre fizeram parte do trabalho de William Koury, que garante: “A pesquisa está no DNA da Jandaia”.

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Filho de produtores rurais, Koury decidiu trilhar o caminho da pecuária seletiva aos 22 anos de idade. Já na formação do primeiro plantel, estabeleceu uma base genética fortíssima e quebrou padrões pré-estabelecidos para a época, ao perseguir em 1976, apoiado na pesquisa, um novo modelo de carcaça frigorífica para a raça Nelore, opção que o levaria a deter um dos plantéis-modelo em biotipo funcional e produtivo nas décadas seguintes.

Hoje, são cerca de 2.000 fêmeas em atividade, boas em habilidade materna, precoces e adaptadas ao pasto, que geram entre 400 e 500 touros por ano, um rebanho que desde o final da década de 1980 está inscrito no programa Nelore Brasil, da Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores (ANCP), entidade da qual o criador é parceiro frequente, na realização de trabalhos essenciais para o melhoramento genético da raça, ao lado do Departamento de Reprodução Animal da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ/USP). Medir e quantificar sempre fizeram parte do trabalho de William Koury, que garante: “A pesquisa está no DNA da Jandaia”.

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Hoje, são cerca de 2.000 fêmeas em atividade, boas em habilidade materna, precoces e adaptadas ao pasto, que geram entre 400 e 500 touros por ano, um rebanho que desde o final da década de 1980 está inscrito no programa Nelore Brasil, da Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores (ANCP), entidade da qual o criador é parceiro frequente, na realização de trabalhos essenciais para o melhoramento genético da raça, ao lado do Departamento de Reprodução Animal da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ/USP). Medir e quantificar sempre fizeram parte do trabalho de William Koury, que garante: “A pesquisa está no DNA da Jandaia”.

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Filho de produtores rurais, Koury decidiu trilhar o caminho da pecuária seletiva aos 22 anos de idade. Já na formação do primeiro plantel, estabeleceu uma base genética fortíssima e quebrou padrões pré-estabelecidos para a época, ao perseguir em 1976, apoiado na pesquisa, um novo modelo de carcaça frigorífica para a raça Nelore, opção que o levaria a deter um dos plantéis-modelo em biotipo funcional e produtivo nas décadas seguintes.

Hoje, são cerca de 2.000 fêmeas em atividade, boas em habilidade materna, precoces e adaptadas ao pasto, que geram entre 400 e 500 touros por ano, um rebanho que desde o final da década de 1980 está inscrito no programa Nelore Brasil, da Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores (ANCP), entidade da qual o criador é parceiro frequente, na realização de trabalhos essenciais para o melhoramento genético da raça, ao lado do Departamento de Reprodução Animal da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ/USP). Medir e quantificar sempre fizeram parte do trabalho de William Koury, que garante: “A pesquisa está no DNA da Jandaia”.

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

“Confirmamos o que já tínhamos visto em 1976: que o animal pernalta é o mais ‘vagabundo’ em termos de carcaça” – William Koury

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Criador da marca Nelore Jandaia, ele se tornou selecionador em 1964 por intermédio de Sérgio Toledo Piza (criador e fundador da Programa Leilões), além dos pesquisadores Fausto Pereira Lima (Instituto de Zootecnia de Sertãozinho- IZ) e, mais tarde, Luis Alberto Fries (PhD em Melhoramento Genético, fundador da GenSys Consultores Associados).

Filho de produtores rurais, Koury decidiu trilhar o caminho da pecuária seletiva aos 22 anos de idade. Já na formação do primeiro plantel, estabeleceu uma base genética fortíssima e quebrou padrões pré-estabelecidos para a época, ao perseguir em 1976, apoiado na pesquisa, um novo modelo de carcaça frigorífica para a raça Nelore, opção que o levaria a deter um dos plantéis-modelo em biotipo funcional e produtivo nas décadas seguintes.

Hoje, são cerca de 2.000 fêmeas em atividade, boas em habilidade materna, precoces e adaptadas ao pasto, que geram entre 400 e 500 touros por ano, um rebanho que desde o final da década de 1980 está inscrito no programa Nelore Brasil, da Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores (ANCP), entidade da qual o criador é parceiro frequente, na realização de trabalhos essenciais para o melhoramento genético da raça, ao lado do Departamento de Reprodução Animal da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ/USP). Medir e quantificar sempre fizeram parte do trabalho de William Koury, que garante: “A pesquisa está no DNA da Jandaia”.

Com trajetória invejável e um humor muito próprio, Koury se tornou referência na seleção de gado Nelore. Justamente por isso, foi escolhido para participar do “Prosa Quente” desta edição. Confira na entrevista concedida com exclusividade à repórter de DBO, Carolina Rodrigues.

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Quem conhece William Koury, 79 anos, dono da Fazenda Kuluene (4.400 ha, em Gaúcha do Norte, MT), sabe do seu espírito galhofeiro. Dono de uma narrativa repleta de diálogos e situações cotidianas que divertem quem o escuta, Koury não é apenas um bom contador de histórias; é, acima de tudo, um “fazedor” de histórias.

Criador da marca Nelore Jandaia, ele se tornou selecionador em 1964 por intermédio de Sérgio Toledo Piza (criador e fundador da Programa Leilões), além dos pesquisadores Fausto Pereira Lima (Instituto de Zootecnia de Sertãozinho- IZ) e, mais tarde, Luis Alberto Fries (PhD em Melhoramento Genético, fundador da GenSys Consultores Associados).

Filho de produtores rurais, Koury decidiu trilhar o caminho da pecuária seletiva aos 22 anos de idade. Já na formação do primeiro plantel, estabeleceu uma base genética fortíssima e quebrou padrões pré-estabelecidos para a época, ao perseguir em 1976, apoiado na pesquisa, um novo modelo de carcaça frigorífica para a raça Nelore, opção que o levaria a deter um dos plantéis-modelo em biotipo funcional e produtivo nas décadas seguintes.

Hoje, são cerca de 2.000 fêmeas em atividade, boas em habilidade materna, precoces e adaptadas ao pasto, que geram entre 400 e 500 touros por ano, um rebanho que desde o final da década de 1980 está inscrito no programa Nelore Brasil, da Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores (ANCP), entidade da qual o criador é parceiro frequente, na realização de trabalhos essenciais para o melhoramento genético da raça, ao lado do Departamento de Reprodução Animal da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ/USP). Medir e quantificar sempre fizeram parte do trabalho de William Koury, que garante: “A pesquisa está no DNA da Jandaia”.

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A Revista DBO traz os resultados dos principais leilões de todo o Brasil; CONFIRA!

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Filho de produtores rurais, Koury decidiu trilhar o caminho da pecuária seletiva aos 22 anos de idade. Já na formação do primeiro plantel, estabeleceu uma base genética fortíssima e quebrou padrões pré-estabelecidos para a época, ao perseguir em 1976, apoiado na pesquisa, um novo modelo de carcaça frigorífica para a raça Nelore, opção que o levaria a deter um dos plantéis-modelo em biotipo funcional e produtivo nas décadas seguintes.

Hoje, são cerca de 2.000 fêmeas em atividade, boas em habilidade materna, precoces e adaptadas ao pasto, que geram entre 400 e 500 touros por ano, um rebanho que desde o final da década de 1980 está inscrito no programa Nelore Brasil, da Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores (ANCP), entidade da qual o criador é parceiro frequente, na realização de trabalhos essenciais para o melhoramento genético da raça, ao lado do Departamento de Reprodução Animal da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ/USP). Medir e quantificar sempre fizeram parte do trabalho de William Koury, que garante: “A pesquisa está no DNA da Jandaia”.

Com trajetória invejável e um humor muito próprio, Koury se tornou referência na seleção de gado Nelore. Justamente por isso, foi escolhido para participar do “Prosa Quente” desta edição. Confira na entrevista concedida com exclusividade à repórter de DBO, Carolina Rodrigues.

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Média das fêmeas foi 116% superior à registrada em igual período do ano passado

“Confirmamos o que já tínhamos visto em 1976: que o animal pernalta é o mais ‘vagabundo’ em termos de carcaça” – William Koury

Por Carolina Rodrigues

Quem conhece William Koury, 79 anos, dono da Fazenda Kuluene (4.400 ha, em Gaúcha do Norte, MT), sabe do seu espírito galhofeiro. Dono de uma narrativa repleta de diálogos e situações cotidianas que divertem quem o escuta, Koury não é apenas um bom contador de histórias; é, acima de tudo, um “fazedor” de histórias.

Criador da marca Nelore Jandaia, ele se tornou selecionador em 1964 por intermédio de Sérgio Toledo Piza (criador e fundador da Programa Leilões), além dos pesquisadores Fausto Pereira Lima (Instituto de Zootecnia de Sertãozinho- IZ) e, mais tarde, Luis Alberto Fries (PhD em Melhoramento Genético, fundador da GenSys Consultores Associados).

Filho de produtores rurais, Koury decidiu trilhar o caminho da pecuária seletiva aos 22 anos de idade. Já na formação do primeiro plantel, estabeleceu uma base genética fortíssima e quebrou padrões pré-estabelecidos para a época, ao perseguir em 1976, apoiado na pesquisa, um novo modelo de carcaça frigorífica para a raça Nelore, opção que o levaria a deter um dos plantéis-modelo em biotipo funcional e produtivo nas décadas seguintes.

Hoje, são cerca de 2.000 fêmeas em atividade, boas em habilidade materna, precoces e adaptadas ao pasto, que geram entre 400 e 500 touros por ano, um rebanho que desde o final da década de 1980 está inscrito no programa Nelore Brasil, da Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores (ANCP), entidade da qual o criador é parceiro frequente, na realização de trabalhos essenciais para o melhoramento genético da raça, ao lado do Departamento de Reprodução Animal da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ/USP). Medir e quantificar sempre fizeram parte do trabalho de William Koury, que garante: “A pesquisa está no DNA da Jandaia”.

Com trajetória invejável e um humor muito próprio, Koury se tornou referência na seleção de gado Nelore. Justamente por isso, foi escolhido para participar do “Prosa Quente” desta edição. Confira na entrevista concedida com exclusividade à repórter de DBO, Carolina Rodrigues.

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“Confirmamos o que já tínhamos visto em 1976: que o animal pernalta é o mais ‘vagabundo’ em termos de carcaça” – William Koury

Por Carolina Rodrigues

Quem conhece William Koury, 79 anos, dono da Fazenda Kuluene (4.400 ha, em Gaúcha do Norte, MT), sabe do seu espírito galhofeiro. Dono de uma narrativa repleta de diálogos e situações cotidianas que divertem quem o escuta, Koury não é apenas um bom contador de histórias; é, acima de tudo, um “fazedor” de histórias.

Criador da marca Nelore Jandaia, ele se tornou selecionador em 1964 por intermédio de Sérgio Toledo Piza (criador e fundador da Programa Leilões), além dos pesquisadores Fausto Pereira Lima (Instituto de Zootecnia de Sertãozinho- IZ) e, mais tarde, Luis Alberto Fries (PhD em Melhoramento Genético, fundador da GenSys Consultores Associados).

Filho de produtores rurais, Koury decidiu trilhar o caminho da pecuária seletiva aos 22 anos de idade. Já na formação do primeiro plantel, estabeleceu uma base genética fortíssima e quebrou padrões pré-estabelecidos para a época, ao perseguir em 1976, apoiado na pesquisa, um novo modelo de carcaça frigorífica para a raça Nelore, opção que o levaria a deter um dos plantéis-modelo em biotipo funcional e produtivo nas décadas seguintes.

Hoje, são cerca de 2.000 fêmeas em atividade, boas em habilidade materna, precoces e adaptadas ao pasto, que geram entre 400 e 500 touros por ano, um rebanho que desde o final da década de 1980 está inscrito no programa Nelore Brasil, da Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores (ANCP), entidade da qual o criador é parceiro frequente, na realização de trabalhos essenciais para o melhoramento genético da raça, ao lado do Departamento de Reprodução Animal da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ/USP). Medir e quantificar sempre fizeram parte do trabalho de William Koury, que garante: “A pesquisa está no DNA da Jandaia”.

Com trajetória invejável e um humor muito próprio, Koury se tornou referência na seleção de gado Nelore. Justamente por isso, foi escolhido para participar do “Prosa Quente” desta edição. Confira na entrevista concedida com exclusividade à repórter de DBO, Carolina Rodrigues.

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